As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
O escritório de arquitetura Present pensou em uma solução para o lixo produzido em Nova York. A proposta deve reduzir os gastos com o transporte dos resíduos e ainda ajudar a criar áreas de lazer e agricultura em meio ao centro urbano.
Nova York produz anualmente mais de 14 milhões de toneladas de lixo. Todo esse montante precisa ser transportado diariamente para locais adequados, que ficam fora da cidade. Isso significa que a metrópole norte-americana gasta mais de US$ 300 milhões só com caminhões de lixo. A logística é cara financeiramente e também ambientalmente, já que representa mais congestionamentos, poluição, barulho e muito mais.
O projeto feito pelos arquitetos do Present consiste em construir ilhas gigantes de compostagem. Apelidado de Green Loop, a estrutura foi planejada para ser instalada em pontos estratégicos dos canais que cortam a cidade.
As ilhas devem ter dois andares. No espaço inferior acontecerá o manejo dos resíduos orgânicos, que devem ser transformados em adubo, enquanto a ala superior será utilizada para o lazer e plantio de diferentes culturas, onde será aproveitada a matéria orgânica produzida localmente.
Instalando diversas dessas ilhas pela cidade, o caminho que os caminhões têm que percorrer para descarregar os resíduos será menor e, consequentemente, os problemas ambientais gerados por este transporte também serão reduzidos.
O escritório de arquitetura ressalta que será possível que os próprios moradores sejam responsáveis pela compostagem e destinação de seus resíduos, compartilhando essa tarefa com os órgãos públicos. A população também pode aproveitar para plantar diferentes culturas no “parque”.
Fonte: CicloVivo
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