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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de nov de 2011

Hand House: surrealismo na arquitetura

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Entender uma obra de arte não é tarefa das mais simples. Nem sempre sabemos o que se passa na cabeça do autor, suas motivações e suas ideias.  Assim, conhecer os significados de uma obra como a Hand House, projeto conceitual do arquiteto gregoAndreas Angelidakis, faz-nos perceber o quão grandioso é o processo de criação artístico.
Angelidakis usou a estética surrealista para fazer uma crítica ao estilo de vida da megalópole americana Los Angeles. A Hand House é uma residência, mas não como outra qualquer: suas formas representam uma cidade em estado de paranoia, seja pela cultura de adoração às celebridades que lá vivem ou pelo medo de desastres naturais (por se situar em cima de uma falha geológica, Los Angeles sofre com frequentes terremotos).
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Os cômodos da casa (sala de jantar, sala de estar, cozinha, quartos) são instalados dentro de dois grandes blocos ocos de concreto fincados na encosta de uma montanha – o intuito é transformá-los em locais de escuridão e isolamento total. Saindo dessas “cavernas”, encontramos um reservatório de água, quase uma praia artificial, clara referência a William Mulholland, engenheiro responsável pelas obras do sistema de distribuição de água de Los Angeles durante os anos 1920, fator fundamental para o crescimento da cidade.
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Da água sai um enorme braço de concreto. Sobre a mão espalmada, fica o espaço reservado para a recepção de convidados: uma caixa de vidro sem qualquer privacidade, representando toda a exposição da vida privada das celebridades à sociedade.
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Segundo Angelidakis, os residentes da Hand House desfrutarão de total privacidade, ao mesmo tempo que serão totalmente expostos. Para ele, a obra é o resumo da loucura de se viver em Los Angeles. Para nós, apreciadores da boa arquitetura, a casa é arte pura.
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Fonte: Abravidro

Bateria criada em Universidade pode durar 30 anos


O uso de energia renovável, como a eólica por exemplo, cresce bastante em diversos países. A grande dificuldade nesses casos é o armazenamento e distribuição desse tipo de energia. Por isso, a busca por um material que crie baterias melhores e mais duradouras não é rara entre cientistas.
Pesquisadores da universidade norte americana de Stanford dizem ter encontrado um material que pode ser usado na produção baterias e promete fazer com que essas baterias em rede durem até trinta anos sem perda dramática de performance.
Nos testes em laboratório, o material, que tem base de ferro e foi feito usando nanotecnologia, foi capaz de passar por mais de 40mil ciclos completos de carga e recarga e ainda manter 80% de sua capacidade. Para se ter uma base de comparação, as baterias comuns começam a perder sua capacidade depois de apenas algumas centenas de ciclos.
Outro material também usado na bateria, o hexacianoferrato, promete ser duradouro e capaz de distribuir grandes quantidades de energia, o que é essencial para distribuição em redes energéticas. Os outros componentes também foram escolhidos para que ela tivesse, além das características de durabilidade, um baixo custo na sua produção.
Os desafios do grupo de Stanford, agora, estão em achar o resto dos componentes para o eletrodo da bateria – e fazer com que eles sejam produtos que não degradem com o tempo e que dêem conta do nível de produção de energia que se busca numa bateria assim. Por isso, e por conta das dificuldades em achar produtos baratos, a equipe ainda não tem como produzir essas baterias duradouras em larga escala (ou de maneira competitiva), mas a tecnologia e o conhecimento já existem.
Fonte: Info              Via: Eco4planet

Tempestade em Copo D’água: analisamos o vídeo pró-Belo Monte

Você deve se lembrar do vídeo produzido pelo “Movimento Gota d’água” – nós falamos sobre ele aqui. O governo até tentou rebater, mas de forma bem superficial. Agora um grupo de estudantes da Unicamp resolveu fazer uma filmagem similar, mas pró-Belo Monte, apontando possíveis equívocos dos contra-Usina. Veja o vídeo e vamos analisar.
Seguindo razoavelmente a sequencia apresentada no vídeo, começo concordando que de fatonenhuma forma de geração de energia é 100% limpa, mas desviar o leito de um rio, escavar milhões de toneladas de terra e alagar áreas gigantescas, em meio à floresta, não é o que eu chamaria de energia limpa.
Custo
Sequer entrarei no mérito de serem 19 ou 30 bilhões de reais. Nossa  analise financeira considerou 20bi como referência (número apresentado na tabela comparativa do site oficial da construção). Sim, o dinheiro é nosso, e não era de se esperar algo diferente, afinal, nossa usina, nossa energia, nosso desenvolvimento. O que se questiona é usar o dinheiro em algo que pode ter tantos problemas, mas vamos em frente.
Capacidade
A capacidade da Usina é de 11 mil MW, e considerando as secas, estima-se que em médiaproduzirá 40% disso. Ok, nenhuma novidade, o já citado quadro comparativo (abaixo) considera essa informação.
Área alagada
Parece que usar o Google Earth não dá a precisão necessária, afinal, existe o fator relevo. Os tais 1.100Km² diferem das principais fontes de informação (sejam pró ou contra Belo Monte), registrando entre 500 e 600Km². Independente do tamanho, nos assusta a posição de que “tudo bem”, afinal floresta virgem já vem sendo desmatada ilegalmente na Amazônia. É justificar um erro baseado em outro – não faz o menor sentido.
Terceira Maior do Mundo
Belo Monte será a terceira maior do mundo em potencial energético, mas receber esse bonito título não serve de justificativa para nada, assim como não serviria para o maior prédio do mundo, a maior ponte do mundo… Entrar para um ranking ou para o Guinness Book não isenta obra alguma de ser analisada econômica, ambiental e socialmente.
Frases
Citar frases específicas costuma ser injusto, mas algumas acabam chamando a atenção. Que tal: “A gente podia ainda usar a construção da nova usina como uma maneira de resolver todas as questões sociais da população local.” Sim, podia. Com e sem usina.
Outro trecho interessante vai de encontro com as informações da famosa tabela, que você viu mais acima: “As duas [energia solar e eólica] não são tão interessantes em relação ao custo-benefício, mas são caríssimas. Não geram retorno proporcional.” Ok, elas são mais caras, mas tanto assim? E aliás, pesquisa e escala de produção, como dissemos, não seriam suficientes para reduzir ainda mais essa diferença?
Parece que há desinformação e conclusões precipitadas de todos os lados. Se há algo com que concordamos na fala do Prof. Sebastião de Amorim é:
Vamos encarar de frente (sic) os grandes desafios do século XXI. Informe-se, participe deste grande debate nacional.
 Fonte: Eco4planet com informações de Blog Belo Monte e Problemas Ambientais

Aprenda como fazer uma técnica simples de compostagem



Imagem: Estadão
 
Separar o lixo que é encaminhado para a coleta seletiva é um ótimo início, mas não é a única coisa que podemos fazer para diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários. A maior parte do lixo orgânico produzido em uma residência por ser reaproveitada de maneira simples e bastante útil.
As cascas e talos de alimentos, folhas, flores, pó de café, saquinhos de chá e até a casca de ovo, podem ser destinados à compostagem. Apesar de o nome passar a ideia de que seja um trabalho difícil, fazer o reaproveitamento desses alimentos é bem simples e não necessita de muito espaço. A dica é viável até mesmo para quem mora em apartamento.
Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou como passo a passo o processo de compostagem.
A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.
O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de microorganismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.
A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas.
Fonte: CicliVivo

Como fazer uma horta em vasos?


Todos nós queremos uma alimentação sempre saudável. Para isso, uma horta caseira é uma excelente opção. Fazer uma horta em vasos é muito fácil, e aqui mostrarei todas as etapas. Assim,você poderá ter as suas ervas mais usadas na cozinha sempre frescas, limpas e livres de agrotóxicos.
Neste artigo ensinaremos a fazer uma mini-horta em vasos, de um modo simples e descomplicado. .
A escolha certa, o local onde plantar e como manter sua horta sempre bonita vão ser passadas pra você.

Escolhendo o local, o vaso, e o que plantar

O primeiro passo para fazer uma horta em vasos é escolher que plantas e onde plantar. Recomendamos que você visite algumas casas de plantas da sua região antes de tomar suas decisões.

As plantas precisam de luz para fazer a fotossíntese, sobreviver, e crescer. Por isso, é essencial reservarmos um local bem iluminado para elas. De preferência, deixe a sua horta em um local com sol direto em pelo menos parte do dia. Em apartamentos, as sacadas e a área de serviço costumam ser bons locais.

Devo usar um vaso de jardineira, redondo, quadrado?

Escolha o que melhor se adequar ao seu local, não há regras. Mas temos siga algumas recomendações básicas:

  • Os vasos devem possuir drenos (furos embaixo) para o excesso de água escorrer.
  • Vasos mais baixos secam mais rapidamente. Prefira vasos de 10 ou mais centímetros de altura.
Para hortas em vasos, geralmente as ervas aromáticas, bem como as medicinais, são as melhores opções, pois precisamos de pequenas quantidades por vez e geralmente produzem constantemente.
Algumas sugestões: Cebolinha, salsinha, manjericão, manjerona, hortelã, erva-doce, erva-cidreira etc.
É mais fácil plantarmos através de mudas prontas ou estacas de ramos do que por sementes. Portanto, prefira as plantas que se encontram disponíveis na sua região. Muitas ervas podem ser reproduzidas por pequenos ramos, que podem ser retirados dos maços que compramos em supermercados, ou dos jardins das vizinhanças.
Exemplos disso são a hortelão, o manjericão e a cebolinha.

Montar a sua mini-horta em vasos é fácil, basta seguir as etapas a seguir:
Coloque um material de drenagem no vaso, podendo ele ser argila expandida, pedra britada, ou mesmo pedaços pequenos de telhas. Cubra totalmente os drenos do fundo do vaso, para evitar que eles entupam.

Adicione o material de drenagem






Adicionando o substrato
Adicione o substrato
Adicione o substrato deixando a altura da muda (no caso do plantio de mudas), ou complete o vaso (no caso de estacas ou sementes). O substrato pode ser composto de terra com húmus ou mesmo de terra vegetal pura (comprada em lojas).
* Muitas ervas podem ser reproduzidas através dos ramos que compramos nos supermercados e feiras, como a cebolinha, a hortelã, o manjericão etc. 
Plantio
  • Plantando uma muda
    Mudas: Mudas ensacadas podem ser encontradas em viveiros de mudas ou mesmo em supermercados, e são muito mais práticas para utilizarmos. Acomode a muda e complete o vaso com a terra, mantendo-a no mesmo nível da terra do saquinho.



  • Plantando bulbo de cebilinha
    No caso das cebolinhas, podemos cortar os bulbos e plantarmos como mudas. Separe os bulbos de 3 em 3 e enterre a sua base.




  • Plante talos: Muitas das ervas aromáticas ou medicinais podem ser reproduzidas plantando-se um pequeno talo da planta. Fazemos isso cortando um ramo de aproximadamente 10 cm, removendo a ponta (para estimular o crescimento lateral), e também removendo as folhas da base. Enterre os primeiros 4 cm. Essa é a estaquia, e você pode saber mais sobre ele, clicando aqui.
    Pode ser usado para: Hortelã, orégano, manjericão, manjerona, erva-cidreira (verdadeira), capuchinha, babosa etc.
  • Sementes: Semeie algumas sementes em pequenos sulcos cavados com o dedo. Siga a profundidade indicada na embalagem da semente, mas desconsidere o espaçamento, quando o plantio é feito em vasos. Quando as plantas alcançarem de 5 a 10 cm, arranque o excesso, mantendo somente as mudas mais vigorosas. Esse é um processo chamado desbaste.

    Algumas comumente reproduzidas por sementes: Alface, salsinha, camomila, erva-doce, agrião etc.

Após o plantio, regue bem os vasos, e mantenha-os em um local bem iluminado. Na primeira semana, evite mantê-los sob o sol direto por muito tempo. Mantenha a sua horta em vasos seguindo as nossas dicas..

Manutenção da horta em vasos

Manter a horta é muito fácil, além de ser uma verdadeira terapia. Separamos três tópicos que consideramos importantes para o seu melhor cultivo.

Um local bem iluminado é essencial.
Não deixe a sua horta em locais escuros. O ideal é que a horta receba pelo menos um pouco de sol direto, mantendo-a bem próxima de janelas. Em apartamentos, geralmente a sacada ou a área de serviço são os melhores locais.

Horta recém plantada
Regue todo dia, ou uma vez a cada dois dias, dependendo do ambiente. Mantenha o solo levemente úmido, mas não mantenha encharcado por longos períodos. Lembre-se que quanto maior o vaso, mais lentamente ele secará.

Se desejar, adube o vaso com pequenas quantidades de húmus, adubos minerais (NPK), ou adubos líquidos. Evite exageros de adubos, já que o exagero pode levar à “queima” da planta, o que pode matá-la.

Replante de vez em quando
As pequenas plantas não duram pra sempre, uma hora começarão a exibir um mau aspecto. Quando isso ocorrer, você deverá replantar as mudas, utilizando o do plantio, devendo-se trocar a terra do vaso.

Se folhas doentes aparecerem, remova as mesmas imediatamente, para que a doença não se espalhe. Se insetos atacarem, remova-os manualmente ou lave-os sob água corrente.

Fonte: Cultivando








27 de nov de 2011

Movimento Gota D'Água

EU APOIO!




Já assinei e agora posto aqui, para que muitos possam se inteirar do que acontece com o dinheiro que pagamos de impostos. Se você está consciente dos prejuízos que irão ocorrer em função dessa obra, apoie também. Entre no site e faça a diferença http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura. Quanto mais pessoas assinarem mais chances teremos de reverter o quadro.

24 de nov de 2011

Como Assentar um Piso Drenante?




O piso drenante não é apenas um piso pré moldado em placas de concreto drenante, é na verdade um sistema que engloba os materiais de assentamento formando uma escala granulométrica que drena as águas pluviais para o solo. As placas de piso não podem ser assentadas diretamente sobre a terra, pois a mesma irá entupir os vazios da placa de concreto evitando o correto funcionamento.

A placa drenante deve ser assentada em um colchão drenante da seguinte forma de acordo com o manual técnico da Segato Pisos do Brasil:

-Espalhar sobre o solo compactado uma camada de brita de aproximadamente 12cm de espessura.
-Sobre a camada de brita, espalhar uma camada de Areia de aproximadamente 7cm de espessura.
-Fazer colocação das placas usando uma linha de nylon para orientar no alinhamento e nivelamento.
-A colocação tem que ser feita de forma que as peças fiquem travadas.
Seguindo essas regras, teremos um piso ecologicamente correto podendo participar dos projetos com princípios sustentáveis que cada vez mais, e ainda bem, constam de nosso cotidiano.
O ideal da Segato é produzir piso para o planeta.
Boas obras.

O Piso Drenante pode ser bonito sim, a Segato acaba de lançar a sua nova linha de pisos drenantes, e para variar, ficou muito bonita. A Linha Drenante Segato tem três modelos: Araxá com fundo branco, Araxá com fundo cinza e Ouro Preto, que vão agradar ao gosto de todos os usuários.
As dimensões de 60x60x5cm respondem por mais estabilidade da peça, maior conforto ao andar e melhora a acessibilidade diminuindo juntas. Permite também o tráfego de veículos leves.
Para instalar é só assentar as peças sobre uma camada de 7 cm de areia que está sobre outra camada de 12 cm de brita coberta com uma manta Bidin.
Com 90% de permeabilidade é indicado para o combate à impermeabilização do solo que é uma das principais causas dos alagamentos urbanos.  
O conceito ecológico ligado à beleza são os pontos fortes desse lançamento.
É a Segato produzindo pisos para o planeta.

Piso Intertravado comum é Drenante?

Primeiramente vamos definir a diferença entre peça de piso drenante e pavimento drenante.
O piso drenante é o piso que as águas drenam através da própria peça do piso.
O pavimento drenante é o sistema em que as águas drenam através de toda sua estrutura, ou seja, através das juntas, perfurações e etc. ou através de sua própria estrutura. Ou seja, o piso drenante é uma das situações entre outras mais do pavimento drenante.
O piso drenante é só o revestimento de todo um sistema de drenagem.
Vamos considerar capacidade de drenagem a facilidade e velocidade que a água passa através da peça ou do sistema. Vamos considerar drenante, o piso com maior capacidade de drenagem.
Assim sendo, considerar uma peça de piso intertravado comum como peça de piso drenante é falso, pois a drenagem através da peça é muito lenta se é que podemos considerá-la.
O piso intertravado comum, como pavimento drenante, tem sua drenagem pelo espaçamento deixado entre as suas peças.
Comparando a capacidade de drenagem de um pavimento executado com piso intertravado comum com um pavimento executado com peças drenantes verificamos a superioridade das peças drenantes.
Além dos pisos intertravados comuns, existem também os blocos de concreto drenante com assentamento intertravado.
O piso intertravado tem maior capacidade de suporte de cargas suportando veículos pesados.  
As placas de piso drenante além de maior capacidade de drenagem possuem maior acessibilidade e conforto no caminhar devido a menor quantidade de juntas, suportam pedestres e veículos leves.
Boas obras.

Cultivando Ervas e Temperos


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mostarda
Temperos, perfumes, chás revigorantes e remédios calmantes são algumas das maneiras de empregar as ervas de cultivo doméstico - plantas em geral mais utilizadas pelos sabores, aromas ou propriedades medicinais.
Se suas plantas estiverem dispostas de modo que você possa sentar-se perto delas, vai desfrutá-las com um prazer para todos os sentidos.
O tamanho do jardim não é muito importante para o cultivo das ervas. Mas é grande o prazer de usar aquelas que foram cultivadas por você mesmo, em sua própria casa, com apenas algumas espécies reunidas numa bacia, jardineira, no peitoril da janela ou plantadas entre os canteiros de flores de seu jardim.
Cultivando Ervas em Recipientes
A maioria das ervas pode ser cultivada em recipientes menores. Se o que estiver usando for um vaso, ele deve ter de um terço a metade da altura da planta.
Uma mistura adequada para colocar plantas em vaso é constituída de partes iguais de terra vegetal esterilizada e areia grossa. Se possível, acrescente um pouco de estrume bem curtido.
Atrás de uma vidraça ensolarada, a maioria das ervas cresce no verão quase tão bem dentro de casa quanto do lado de fora.
As condições ideais são: temperatura do ar de 10°C a 25°C, luz solar durante no mínimo cinco horas diárias e umidade de aproximadamente 50%. Um pouco de exposição ao ar fresco, sem vento, também é ótimo para as plantas.
Uma janela voltada para o norte é o ideal, mas as que dão para o leste ou oeste devem fornecer luz solar adequada.
Se as folhas ficarem pálidas, murchas e fracas, significa que não estão recebendo luz suficiente.

Para contrabalançar a secura do aquecimento no inverno, ponha os vasos sobre seixos, dispostos numa bandeja de metal ou plástico cheia de água junto ao fundo dos vasos; ou então borrife as plantas pelo menos uma ou duas vezes por dia.
Verifique se há pragas; as plantas dentro de casa são mais suscetíveis.
Se encontrar alguma, lave as plantas com delicadeza: as menores de cabeça pra baixo, na pia da cozinha, e as maiores no chuveiro.
Você também pode lavá-las ou pulverizá-las com uma mistura de água e detergente (use uma colher de chá para cada xícara de água), enxagüando em seguida.

Outra pulverização eficaz é uma mistura de oito a dez dentes de alho cortados em lascas finas com uma colher de chá de pimenta seca, deixada numa infusão em duas xícaras de água fervente. 
Coe a solução com um pano e misture a ela duas colheres de sopa de detergente líquido. 
Aplique durante alguns dias até a praga desaparecer.


mudas
flickr_trebol-a
Cuidados Básicos
A principal necessidade da maioria das ervas é o sol, uma exposição direta, diária, de no mínimo cinco horas. Sem isso, elas crescem fracas e com pouco sabor. 
Se não puder oferecer-lhes a quantidade suficiente de luz solar, talvez seja melhor cultivar algumas ervas que toleram bem a sombra parcial, como a hortelã-pimenta, a erva-cidreira, a borragem e a salsa.

A maioria das ervas também precisa de um solo bem drenado. Plante-as em terrenos inclinados ou posicione os canteiros em um plano mais alto, cercando-os com tijolos, pedras ou blocos de concreto. Tais canteiros conservam o jardim de ervas mais limpo e fácil de cuidar.
Para preparar o solo, cave bem fundo, no mínimo 30 cm.
Se o solo for duro, ou tiver grande porcentagem de argila, coloque também várias pás de material orgânico, como adubo, húmus de folhas ou estrume curtido, além de um pouco de areia grossa para melhorar a drenagem.
As ervas em geral preferem um solo neutro ou levemente alcalino.
Depois de preparar o solo com esses materiais, verifique com um kit de teste, disponível em centros ou lojas de jardinagem, o equilíbrio ácido e alcalino. Se a acidez for superior a 7,5 na escala pH, aplique uma leve camada de cal.


 Estocando Plantas para o Jardim de Ervas
A forma mais econômica de cultivar ervas é a partir de sementes, mas isso exige grande paciência e, em geral, produz mais mudas que se precisa. 
Ervas de crescimento lento, como orégano, tomilho, salsa, hortelã e cebolinho podem ser plantadas dentro de casa, num período de um mês e meio a dois, antes de serem colocadas do lado de fora, ou, nas regiões frias, antes da última geada. 
Outras espécies não devem ser cultivadas em interiores além do tempo de aproximadamente um mês.

Prepare as bandejas de sementes ou vasos com terra tratada, esterilizada e já misturadas com perlita.
Plante as sementes, cubra-as com plástico e ponha-as num lugar aquecido com luz fraca. Devem ser conservadas úmidas até germinar. 
Se a terra secar, pulverize-a com um regador, ou coloque o recipiente em água morna até que a parte de cima apresente gotas de condensação. 
Assim que os brotos aparecerem, remova o plástico e ponha as mudas num local claro, mas não sob sol. Só as exponha a pleno sol quando brotarem as primeiras folhas verdadeiras, isto é, o segundo par.
Certifique-se de que haja boa ventilação no local escolhido, para evitar que apodreçam devido ao excesso de umidade.

Antes que as mudas se tornem finas e compridas, é preciso fortalecê-las, aclimatá-las gradualmente à exposição ao ar livre. Isso deve ser feito quando a temperatura estiver suficientemente amena para plantá-las no jardim.
Você pode pôr as mudas do lado de fora num lugar abrigado ou debaixo de uma tela, protegendo-as do sol quente ou das noites frias, ou do lado de fora durante o dia e dentro de casa à noite. 
As mudas devem ser transplantadas para o jardim em dias frescos ou nublados.

Salsa, aneto, camomila e anis não são transplantados com facilidade. 
Se você os semeou dentro de casa, ponha-os em pequenos recipientes de onde possam ser transplantados sem ferir as raízes; ou então ponha as sementes na terra, no lugar em que quer que cresçam, depois de passado todo o perigo do inverno.

Prepare uma sementeira para ser posta do lado de fora com terra fina e enriquecida com adubo. Espalhe as sementes com parcimônia em fileiras. Cubra-as de terra fina com cerca de duas vezes o diâmetro das sementes.
Conserve-as úmidas até germinarem e ficarem firmes. Desbaste as mudas quando tiverem mais ou menos 3 cm de altura.

 Manutenção de um Jardim de Ervas
As ervas demandam menos cuidados, mas você deve transplantá-las e remover do jardim os espécimes doentes e as ervas daninhas. Num jardim pequeno, é possível controlar de maneira eficaz as ervas daninhas, revolvendo de vez em quando a terra em volta das plantas. Num jardim maior, a cobertura com palha é a opção mais prática.
Ao redor de plantas que preferem solo rico, úmido (por exemplo, manjericão, aneto, cerefólio, cebolinho, hortelã e segurelha), use uma camada fina de cobertura orgânica leve, como folhas mortas, mofo de folha, aparas de madeira, lascas de casca de pinheiro ou adubo. Cascalho pequeno é melhor para as ervas que requerem um solo mais seco e menos rico (alfazema, alecrim e tomilho, por exemplo).
     cultivo em vaso
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A não ser que o clima seja muito seco, regue apenas as ervas que gostam de umidade, como o hortelã, o    manjericão, o cebolinho e qualquer outra plantada em pequenos recipientes.
Muitas ervas de uso culinário perdem o auge do sabor logo após a floração, e as anuais começam a fenecer nessa fase. Fique atento para colher botões em florescimento e hastes das ervas comestíveis antes de as sementes se desenvolverem.
Embora a maioria das ervas seja razoavelmente resistente às pragas, algumas são sensíveis a fungos, ferrugem ou ácaros, e outras "adoradas" por lagartas. Você pode aproveitar as qualidades repelentes naturais de certas ervas para produzir seu próprio borrifador não-venenoso e usá-lo nas plantas contaminadas.
Colha algumas folhas de ervas que parecem nunca ser atingidas por pragas - por exemplo hortelã-verde ou arruda. Depois, despeje água fervente sobre as folhas (três partes de água para uma de ervas) e deixe em infusão durante 15 minutos. 
Quando esfriar, coe a mistura em pano fino e pulverize as plantas contaminadas. Repita o processo uma vez por semana e depois da chuva, usando a cada vez uma nova fervura da mistura.
Alecrim e cidrão são ervas perenes mas que toleram apenas leves geadas. Se o inverno na sua região é muito frio, você terá de pôr as plantas em lugares cobertos durante esse período. 

Talvez seja melhor deixá-las no vaso, em vez de replantá-las a cada estação.
Para preparar outras ervas perenes para um inverno mais frio, cubra-as bem com uma camada grossa de folhas, palha ou gravetos. Não remova a cobertura até passar tudo perigo de geada.
Na primavera, dê uma olhada embaixo da cobertura. Se achar que as novas plantas estão ficando amareladas, descubra-as nos dias ensolarados e cubra-as nas noites mais frias.
As ervas de folhas prateadas, em particular, tendem a apodrecer quando as condições atmosféricas desfavoráveis, combinadas com a cobertura, retêm excesso de umidade em volta delas. Isso pode ocorrer mesmo em regiões de inverno ameno, onde o orvalho forte da noite ou a chuva causam umidade freqüente.
Fonte: Faz Fácil

Um estádio urbano para Seul


Projeto quer ajudar Seul a ser uma das top five
(crédito: Divulgação)
Tentando contribuir para a iniciativa de transformar Seul em uma das cinco cidades do mundo com ambiente urbano mais inovador, este projeto para um estádio seria localizado nas cercanias de No-Eul Park, servindo às faculdades locais, escolas de ensino médio e comunidades adjacentes. Sua forma dinâmica e qualidades tectônicas comunicam-se com o ambiente natural da vizinhança e reforçam a necessidade por espaços públicos atraentes e versáteis.
A entrada está situada no centro da estrutura, trazendo os visitantes para a estrutura secundária. Conchas estruturais ajudam a distribuir a tensão através de vários tipo de curvas, graduando cavidades que protegem o público do estádio da luz solar. Painéis triangulares seguem a curvatura do edifício, estruturando seu corpo e aprimorando os efeitos dinâmicos das conchas estruturais. Salientando a importância conceitual das qualidades polivalentes do edifício, o arquiteto Michael Arellanes afirma:
"Estruturas Poly-Valiant são tectônicas com múltiplas propriedades de desempenho que orientam engenharia, estética, tecnologia, superfícies, espaço e componentes básicos de tipologias. O estádio urbano busca apreender os elementos e linhas elegantes, semelhantes aos de carros esportivos de alto desempenho. Isto confere ao estádio o vigor das formas aerodinâmicas e função operacional. A estética formaliza-se em uma força explosiva composta das conchas estruturais, estendendo-se em uma curva simples e elegante. Ela exprime os vários estágios de força. "
Fonte: Portal e/a