Imagem Gerada por IA Um ambiente é muito mais do que paredes, móveis, cores e objetos. Cada espaço possui características que podem influenciar a maneira como nos sentimos e nos relacionamos com ele. Quando entramos em uma casa, escritório ou outro local, muitas vezes temos uma impressão imediata: sentimos acolhimento, tranquilidade, desconforto, agitação ou simplesmente vontade de permanecer ou sair. Nem sempre conseguimos explicar racionalmente essa sensação, mas ela faz parte da nossa percepção do ambiente. O ambiente também carrega uma história As pessoas deixam marcas nos lugares onde vivem e convivem. Hábitos, emoções, acontecimentos e a própria maneira como o espaço é utilizado contribuem para criar uma atmosfera característica. Um ambiente onde predominam tranquilidade, organização e cuidado pode transmitir uma sensação muito diferente de um espaço marcado por conflitos, excesso de objetos, desorganização ou abandono. Essa percepção não está apenas relacionada àquilo que p...
Há mais de 2 anos atrás um japonês inventou uma máquina que transforma sacos plástico em três opções, em querosene, gasolina ou diesel. Agora os americanos estão fazendo algo semelhante. O que deveria ser feito é tornar a máquina criada pelo japonês acessível ao consumidor, mas quem vai deixar isso acontecer? Bem sabemos que ninguém, pois não será interesse para alguns. (Opinião própria) Abaixo a reportagem.
A técnica é que permite tratar qualquer plástico, mesmo que esteja muito velho e sujo. | Foto: Eastop/SXC
Uma empresa norte-americana apresentou, nesta semana, uma maneira inédita de reciclagem de plástico. A técnica consiste em transformar o resíduo velho em um novo combustível de alta qualidade.
A novidade foi apresentada no Salão do Meio Ambiente, Pollutec, realizado em Lyon, na França, pela empresa Agilyx, de Oregon, dos Estados Unidos. Um fato interessante da técnica é que permite tratar qualquer plástico, mesmo que esteja muito velho e sujo.
"O que nos interessa não são os plásticos que são reciclados hoje em dia, mas os plásticos que ninguém quer e que costumam acabar no lixo", explica Jon Angin, vice-presidente da empresa.
O primeiro passo é triturar o plástico, em seguida, ele é colocado em um grande "cartucho", que é aquecido para se transformar em gás, e depois volta a ser esfriado na água. O petróleo resultante é separado ao emergir a superfície.
Através desse processo, cerca de 80% do peso original é transformado em petróleo cru. A composição fica pronta para ser refinada, assim como as substâncias comuns. O resto da matéria é dividido em gás e sobra ainda um resíduo final que equivale a menos de 10% do total.
A tecnologia da empresa, que possui apenas 60 funcionários, atraiu a atenção de vários setores da indústria. Entre eles, uma grande companhia norte-americana de resíduos, Waste Management, e uma gigante do ramo petroleiro da França.
O vice-presidente da Agilyx ressalta que uma instalação na Europa seria muito viável, uma vez que o continente possui menos espaços para dedicar a lixões, em relação aos Estados Unidos ou Canadá. Com informações do iG.
Via: CicloVivo
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