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Técnica norte-americana transforma plástico velho em novo combustível

Há mais de 2 anos atrás um japonês inventou uma máquina que transforma sacos plástico em três opções, em querosene, gasolina ou diesel. Agora os americanos estão fazendo algo semelhante. O que deveria ser feito é tornar a máquina criada pelo japonês acessível ao consumidor, mas quem vai deixar isso acontecer? Bem sabemos que ninguém, pois não será interesse para alguns. (Opinião própria) Abaixo a reportagem.

A técnica é que permite tratar qualquer plástico, mesmo que esteja muito velho e sujo. | Foto: Eastop/SXC
 
Uma empresa norte-americana apresentou, nesta semana, uma maneira inédita de reciclagem de plástico. A técnica consiste em transformar o resíduo velho em um novo combustível de alta qualidade.

A novidade foi apresentada no Salão do Meio Ambiente, Pollutec, realizado em Lyon, na França, pela empresa Agilyx, de Oregon, dos Estados Unidos. Um fato interessante da técnica é que permite tratar qualquer plástico, mesmo que esteja muito velho e sujo.

"O que nos interessa não são os plásticos que são reciclados hoje em dia, mas os plásticos que ninguém quer e que costumam acabar no lixo", explica Jon Angin, vice-presidente da empresa.

O primeiro passo é triturar o plástico, em seguida, ele é colocado em um grande "cartucho", que é aquecido para se transformar em gás, e depois volta a ser esfriado na água. O petróleo resultante é separado ao emergir a superfície.

Através desse processo, cerca de 80% do peso original é transformado em petróleo cru. A composição fica pronta para ser refinada, assim como as substâncias comuns. O resto da matéria é dividido em gás e sobra ainda um resíduo final que equivale a menos de 10% do total.

A tecnologia da empresa, que possui apenas 60 funcionários, atraiu a atenção de vários setores da indústria. Entre eles, uma grande companhia norte-americana de resíduos, Waste Management, e uma gigante do ramo petroleiro da França.

O vice-presidente da Agilyx ressalta que uma instalação na Europa seria muito viável, uma vez que o continente possui menos espaços para dedicar a lixões, em relação aos Estados Unidos ou Canadá. Com informações do iG.

Via: CicloVivo

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