A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Uma jovem e promissora cientista brasileira foi premiada na última quinta-feira (15) no renomado concurso de sustentabilidade “Green Talents”, promovido pelo governo Alemão.
O Ministério da Educação e Pesquisa Alemão pretende chamar a atenção junto à cientistas, empresas e políticos alemães, no seu segundo programa de patrocínio “Pesquisa em desenvolvimento sustentável”. Programas como o “Green Talents” ajudam a promover a pluralidade cultural e a criatividade que encorajam o desenvolvimento de soluções globais. “É por isso que nós tentamos intensificar as trocas globais entre jovens pesquisadores na área de meio ambiente e sustentabilidade”, explica o Secretário Estadual do Parlamento do Ministério Federal de Educação e Pesquisa Alemão (BMBF), Thomas Rachel, durante a cerimônia de premiação, em Berlim.
O ano de 2011 foi o 3º ano em que o BMBF organizou a competição internacional, o que evidencia a atividade excepcional de jovens cientistas no campo do desenvolvimento sustentável. Neste ano, 331 jovens pesquisadores, de 58 diferentes países, se inscreveram no concurso.
Um júri composto por especialistas alemães altamente qualificados selecionaram os 20 premiados deste ano. O júri procurou projetos de pesquisa com potencial para responder a desafios globais como: aquecimento global, escassez de energia e grandes contaminações do meio ambiente.
A vencedora do Brasil, Dra. Ana Paula Bortoleto, está pesquisando sobre descarte e reciclagem de resíduos. O júri premiou seu atual trabalho de pesquisa na Universidade de Sheffield, no qual ela compara programas de resíduos gestionados pela população de São Paulo com aqueles desenvolvidos na cidade de Sheffield, situada na Inglaterra.
Antes da cerimônia de premiação em Berlin, os “Green Talents” foram convidados a realizar uma jornada pela Alemanha, como parte do fórum científico de dez dias. Os “Green Talents” tiveram a oportunidade de visitar importantes instalações internacionais de pesquisa, universidades e empresas. “A semana de fóruns me proporcionou uma oportunidade singular de me familiarizar com projetos pioneiros em diversas áreas da tecnologia, e de me relacionar com especialistas alemães e jovens cientistas”, afirma Dra. Ana Paula Bortoleto, “Green Talent” do Brasil.
No total, 31cientistas brasileiros se inscreveram na competição deste ano. Agora, o Brasil já contabiliza seis “Green Talents” premiados. No próximo ano, os premiados poderão permanecer na Alemanha por vários meses para desenvolver suas pesquisas. A intenção é aprofundar o intercâmbio global no campo das pesquisas sobre sustentabilidade.
Fonte: Ciclo Vivo
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