A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Feita de plástico maleável, a lâmpada não quebra e pode ser moldada em diversos formatos. | Foto: Divulgação
David Carroll, professor de física na Universidade de Wake Forrest, nos EUA, criou uma nova lâmpada de plástico flexível. A tecnologia, batizada de FIPEL, é mais econômica e mais duradoura que o LED, e não utiliza mercúrio e nem resíduos cáusticos.
A nova fonte de iluminação promete ser mais eficiente que o LED. Além de emitir uma luminosidade mais intensa do que os produtos atualmente disponíveis no mercado, a FIPEL é uma lâmpada produzida apenas com plástico, que não quebra, como as convencionais, e nem derrete, como os LEDs. Além disso, por ser flexível, o material é capaz de ser moldado em diversas formas, permitindo diferentes usos na decoração de ambientes.
Embora a FIPEL seja mais brilhante do que o LED, a luminosidade é menos artificial e não agride os olhos, ao contrário das outras lâmpadas. Isso acontece porque o material tenta reproduzir a luz solar natural, a qual os olhos já estão acostumados. No entanto, é possível alterar as cores do plástico, conferindo mais um recurso decorativo.
A eficiência da FIPEL fica por conta das três camadas plásticas que formam a lâmpada. Compostas por nanopartículas, as partes ficam aquecidas quando a corrente elétrica passa por elas. Outra vantagem desta fonte de luz é a sua composição, que não contém mercúrio e nem substâncias cáusticas, que contaminam o meio ambiente e podem causar danos à saúde das pessoas.
Carroll e sua equipe ainda afirmam que cada exemplar pode durar mais de dez anos com a mesma intensidade de quando foi comprada. A intenção dos criadores é fazer com que a mesma luz tenha aplicações diferentes, seja nas residências, na iluminação pública, em cenários teatrais, em bares ou casas noturnas.
A universidade ainda não firmou todos os acordos comerciais, entretanto, é possível que os primeiros exemplares cheguem ao mercado no ano que vem. Carroll ainda afirma que a FIPEL tem baixos custos de produção. Com informações do TreeHugger.
Fonte: Ciclo Vivo
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