A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas. | Foto: Bruno Munro/Field of Light
O artista Bruce Munro tem uma grande admiração pelos efeitos de iluminação que podem ser criados. Por isso, começou a trabalhar nesta área e hoje surpreende as pessoas com suas instalações.
Seu trabalho com as luzes é tão incrível, que um de seus projetos foi aplicado no jardim do museu Holburne, localizado na cidade de Bath, na Inglaterra. Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas, que dão um realce criativo ao seu trabalho. A instalação é chamada de Field of Light e consiste em uma espécie de jardim que possui pontos de luz no lugar onde deveriam estar as flores.
As lâmpadas são sustentadas por hastes de acrílico e conectadas umas às outras por meio de cabos de fibra ótica. A técnica de Munro combina vidro, garrafas PET, fibra ótica e toda a energia utilizada para iluminar as instalações são provenientes de painéis de captação solar.
Para alguns, sua técnica lembra o filme Avatar, de James Cameron, mas não houve inspiração, uma vez que a primeira versão do projeto foi realizada em 2004 – ou seja, muito antes do longa-metragem. Desde então, seu trabalho foi levado para diversas regiões do país.
O interesse pelas luzes surgiu quando Munro ainda estava na escola, no Reino Unido. Tempos depois, ele se mudou para Sydney, na Austrália, onde se especializou em design e iluminação. De volta à Inglaterra, Munro abriu um estúdio em que trabalha com iluminação junto à sua equipe de designers. A empresa cria sistemas de iluminação arquitetônicos para residências, hotéis, restaurantes e outros espaços comerciais. Com informações da Revista PEGN e MauOscar.
Via: CicloVivo
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