As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas. | Foto: Bruno Munro/Field of Light
O artista Bruce Munro tem uma grande admiração pelos efeitos de iluminação que podem ser criados. Por isso, começou a trabalhar nesta área e hoje surpreende as pessoas com suas instalações.
Seu trabalho com as luzes é tão incrível, que um de seus projetos foi aplicado no jardim do museu Holburne, localizado na cidade de Bath, na Inglaterra. Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas, que dão um realce criativo ao seu trabalho. A instalação é chamada de Field of Light e consiste em uma espécie de jardim que possui pontos de luz no lugar onde deveriam estar as flores.
As lâmpadas são sustentadas por hastes de acrílico e conectadas umas às outras por meio de cabos de fibra ótica. A técnica de Munro combina vidro, garrafas PET, fibra ótica e toda a energia utilizada para iluminar as instalações são provenientes de painéis de captação solar.
Para alguns, sua técnica lembra o filme Avatar, de James Cameron, mas não houve inspiração, uma vez que a primeira versão do projeto foi realizada em 2004 – ou seja, muito antes do longa-metragem. Desde então, seu trabalho foi levado para diversas regiões do país.
O interesse pelas luzes surgiu quando Munro ainda estava na escola, no Reino Unido. Tempos depois, ele se mudou para Sydney, na Austrália, onde se especializou em design e iluminação. De volta à Inglaterra, Munro abriu um estúdio em que trabalha com iluminação junto à sua equipe de designers. A empresa cria sistemas de iluminação arquitetônicos para residências, hotéis, restaurantes e outros espaços comerciais. Com informações da Revista PEGN e MauOscar.
Via: CicloVivo
Comentários
Postar um comentário