A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Aquecedor elétrico? Lenha queimada? Não, nenhum dos dois! O melhor para você se esquentar nesse inverno é a lareira ecológica que utiliza o álcool comum como combustível e gera água como resultado.
As lareiras ecológicas já são sucesso em vários países. Existem vários motivos que ajudam a boa fama: Utiliza o bom-e-velho álcool 92,8% – o mais simples vendido em mercados e farmácias; Não tem odor algum, a não ser que você utilize algum álcool com aroma; sem fumaça e o melhor: a queima do álcool produz H2O, então ela não resseca o ar. Muito pelo contrário, ela aquece e umidifica o ambiente.
Quem mais entende de lareiras desse tipo por aqui é a importadora K3. E já existem diversos modelos sendo comercializados. Os valores podem variar, mas geralmente começam entre R$720 e vão até mais de R$6 mil.
Fonte: K3 via Estadão | Imagem divulgação Via: Eco4planet
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