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Como criar espaços confortáveis e sustentáveis sem desperdiçar recursos

A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...

Arquiteto de Londres vence concurso Parque Olímpico



                                                                           

O projeto do escritório global Aecom assinado pelo arquiteto norte-americano William Hanway em parceira com o arquiteto brasileiro Daniel Gusmão, do ecritório DG Arquitetura e Planejamento, foi anunciado como vencedor do concurso internacional do Parque Olímpico dos Jogos de 2016. Bill é o representante do escritório em Londres (onde acontecem as próximas Olimpíadas) - de onde mandou o projeto - e é formado pela Escola de Design de Harvard.


A Aecom é uma fornecedora global de serviços de engenharia e consultoria técnica, e, além de já ter em seu portfólio alguns projetos para os jogos Olímpicos de Londres, já estava sondando as oportunidades de projetos para os jogos brasileiros desde 2012.

O segundo lugar da competição ficou com o arquiteto Ron Turner, da Califórnia – associado aos escritórios brasileiro CDC (Coutinho, Diegues e Cordeiro) e MPG (Miguel Pinto Guimarães) –; e a terceira colocação com Tomás Almeida Fernandes Salgado, de Portugal. Ao todo, foram inscritos 58 trabalhos no concurso, sendo que 41 eram de profissionais estrangeiros.

Entre os membros da comissão julgadora estavam Gabriel Durand-Hollis, EUA (representante da UIA), Luis Millet, da Espanha, Nuno Portas, de Portugal, e o brasileiro Flávio Ferreira (representantes do IAB), John Baker, da Austrália (representante do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016), o Secretário Municipal de Urbanismo do Rio de Janeiro Sergio Dias (representante da Prefeitura do Rio) e Jorge Wilheim (representante do Governo Federal). 

Inicialmente programado para ser divulgado em 13 de julho, o anúncio foi adiado para 15 de agosto, e, posteriormente, para hoje, 19 de agosto. Neste meio tempo, o arquiteto João Pedro Backheuser, que era o coordenador do concurso e venceu o Concurso Nacional Porto Olímpico, se desligou da Coordenação do Concurso Parque Olímpico alegando motivos pessoais - embora tenham pipocado alguns recursos no IAB-RJ contra a legibilidade do concurso nacional.

O Parque Olímpico tem uma área de 1.180.000 m² e vai abrigar disputas de 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas. Além dos equipamentos já existentes – como o Parque Aquático Maria Lenk, a Arena do Rio e o Velódromo –, o projeto prevê a implantação de equipamentos temporários (como centro de hóquei, quadras de tênis, vila dos patrocinadores), equipamentos permanentes (laboratório de ciência e esporte; pista de atletismo, pavilhão olímpico, centro de mídia e hotel, empreendimentos residenciais, comerciais e de lazer), além da preservação do sistema de áreas verdes.
Fonte: Arqbacana

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