A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A crise planetária ambiental provocada pelo aquecimento global e por inúmeras catástrofes climáticas que estão se tornando cada vez mais frequentes; fez com que uma luz de alerta se acendesse na humanidade em busca por soluções e formas de tornar nossa convivência com a natureza mais harmônica e mais agradável para ambos os lados. Não há uma fórmula mágica para resolver esse problema que preocupa uma grande parte da população mundial e cientistas de várias nacionalidades. Reduzir nossa sanha consumista e entender que devemos tratar com respeito à natureza que pode, sem aviso, simplesmente decretar nossa extinção ao nos negar os recursos mais básicos para nossa existência.
Isso e outras ações começaram a provocar mudanças na forma de pensar de empresários e empreendedores ao redor do mundo e a consciência ecológica tomou corpo crescendo por toda parte. Assim, nasceram os imóveis sustentáveis como uma opção para moradia ecologicamente correta, que respeitasse o meio ambiente desde o momento em que fossem planejados.
Mas seria necessário viver em imóveis rústicos e sem conforto algum apenas para respeitar o meio ambiente e viver com mais harmonia com a natureza? De forma alguma. Muitos arquitetos se debruçaram sobre as suas pranchetas e perderam horas e horas de sono imaginando uma forma de como tornar um condomínio sustentável sem necessariamente serem obrigados a transformá-los em casas rústicas e de pouco conforto.
A linha do imóvel sustentável que venceu essa barreira do estereótipo; pretende tornar o condomínio sustentável muito mais parecido com um clube ou um “resort” do que, propriamente, com uma caverna embolorada. Além de todos os benefícios dos prédios sustentáveis e toda a forma de reciclagem possível, o condomínio sustentável de hoje em dia incorpora inúmeros elementos em sua infra-estrutura que os tornam extremamente aprazíveis para os seus moradores e invejados locais de moradias para quem visita um desses condomínios. Com uma economia média de trinta por cento nos custos das contas de água e de energia desses condomínios e, em muitos casos, até das unidades habitacionais, esses condomínios se transformaram numa fonte irresistível de atração para compradores e grandes sucessos de vendas.
Assim, inseridas num verdadeiro paraíso, as pessoas começam a tomar entendimento de que os “pequenos sacrifícios” a que podem estar submetidas (como não fumar nas áreas públicas, preocupação constante com a utilização da água nos apartamentos, etc…) servem apenas para proporcionar os enormes benefícios que estarão a sua disposição; bem ali, em suas casas.
Assim, ao determinar como tornar o empreendimento sustentável sem ser obrigado a abrir mão do luxo e do conforto que os materiais de alta tecnologia e de grande apelo proporcionam, arquitetos e engenheiros acabaram descobrindo um verdadeiro mapa da mina para o sucesso e para a construção de empreendimentos sustentáveis cada vez mais aprazíveis e mais disputados pela clientela que busca qualidade de vida, e está disposta a pagar um pouco mais por isso.
Fonte: Imóveis Sustentáveis
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