A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Durante muitos anos, as lâmpadas incandescentes tomaram conta do mercado e aos poucos essas estão sendo substituídas pelas lâmpadas fluorescentes compactas, que são mais econômicas.
Mas, com os avanços tecnológicos chegaram as Lâmpadas de LED ao mercado, que prometem uma revolução no setor de iluminação, pois estas são debaixíssimo consumo e de uma durabilidade incomparável já que não tem filamentos que se queimem e nem tão pouco esquentam como as outras.
Os LEDs são dispositivos eletrônicos feitos a partir de um bulbo de material semicondutor ligado a uma corrente elétrica, chamado diodo. Quando o LED recebe a corrente elétrica, os elétrons do semicondutor são excitados, liberando energia na forma de luz. Como este processo não se baseia na transformação de gases nem na incandescência de filamentos metálicos, mas na simples excitação dos elétrons, os LEDs consomem uma quantidade irrisória de eletricidade para a geração de luz.
São mais vantajosos que as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas, pois:
Não contém metais pesados, sendo consideradas ecologicamente corretas.
Consomem pouca energia, como já citado acima.
Tem baixo custo de manutenção.
Não apresenta radiação ultravioleta e infravermelho.
Não apresentam problemas ao serem repetidamente ligadas e desligadas.
São resistentes a vibração.
Podem chegar a cerca de 19 anos de duração.
Apresentam uma grande variedade de cores.
Tais vantagens têm levado cientistas e empresas a investirem na tecnologia, já que hoje em dia a preocupação com os cuidados com o meio ambiente vem aumentando significativamente.
A sustentabilidade inclui práticas como, por exemplo, o reaproveitamento de água da chuva, a reciclagem e a reutilização do lixo, a limpeza e manutenção de rios, o cuidado com matas ciliares, o consumo consciente, a utilização de materiais verdes para construções, a utilização consciente de matérias-primas e a redução de gastos energéticos, tendo em vista que a principal fonte de energia utilizada hoje no Brasil é a hídrica, que favorece o esgotamento da água.
Assim, utilizar lâmpadas com baixo consumo elétrico, altíssima durabilidade, livre de metais pesados e gases tóxicos e que tem pouca contribuição para a poluição é um passo importantíssimo para alcançar a sustentabilidade. Substituir suas lâmpadas comuns pelas de LED é mais um passo para transformar sua moradia em um verdadeiro Imóvel Sustentável.
Fonte: Imóveis Sustentáveis
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