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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

29 de out de 2011

Idéias sustentáveis: Ralador de sabonetes


Economizar sempre é bom, não é mesmo? E com a Era sustentável, além de economizarmos dinheiro, é importante pensar também nos nutrientes e no meio ambiente.
E seguindo essa linha, a designer holandesa Nathalie Stämpfli criou o 'Ralador de sabonete'. Comparando o sabão em barra com o sabão líquido, percebeu que o primeiro além de gastar muita água na sua produção, utiliza o plástico nas embalagens (outro mal). Já o sabão em barra, a maior desvantagem encontrada por ela, foi o acúmulo de bactérias, já que várias pessoas o utilizam ao mesmo tempo.
A partir daí, surgiu essa idéia genial de 'ralar' o sabão:

 
Fonte: Bem Zen

Um Dia volta pra você! É a lei do retorno!


Quem diria, coco deixa a água muito mais limpa


Se um estudo da Universidade Federal do Espírito Santo der certo, você terá mais um bom motivo para saborear a água de coco, tão popular no Brasil especialmente em praias e parques. A pesquisa, coordenada pelo professor Joselito Nardy Ribeiro, usa a casca da fruta em estações de tratamento d’água. E, até aqui, tudo está indo muito bem.
A casca do coco não tem uma reciclagem fácil é costuma ser descartada pelos cantos de locais públicos, fazendo uma bela sujeira. Daí veio a ideia da equipe da Ufes: Utilizar o mesocarpo do coco (a parte carnuda de dentro do fruto, que pouca gente consome depois de tomar o líquido) para retirar fármacos, corantes, pesticidas e até metais da água.
A pesquisa identificou ainda que o bagaço da cana de açúcar também tem capacidade de filtrar, mas seu uso tem sido cada vez mais constante na geração de energia elétrica dentro das próprias usinas.
Cocos de praias capixabas estão sendo recolhidos graças ao apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Espírito Santo e serão usados como filtros após um processo de descontaminação e trituração.
A técnica é promissora apresentando custos menores que o método de filtragem atual através do carvão ativado. 
Fonte: Super Interessante | Imagem: Diego Torres Silvestre  Via: Eco4planet

“Não pode haver prosperidade com destruição ambiental”


“A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”, teria dito o gênio Albert Einstein com total razão. E entre as diversas formas de se abrir a novas ideias tenho a certeza de que estão as viagens, principalmente as internacionais que aliás estão em alta graças ao dólar e euro menos valorizados.
Foi numa dessas experiências que o biólogo e Doutorando em Ciências Ambientais Daniel Fonseca de Andrade conheceu a Austrália para participar do 6º Congresso Mundial de Educação Ambiental em Brisbane, no estado de Queensland, há poucos meses. De lá, Daniel traz relatos de soluções simples e bem implementadas para a conservação ambiental.
Como nos conta o doutorando, “(a)s unidades de conservação estão em todos os lugares, assim como os programas de coleta seletiva de materiais recicláveis e as sacolas retornáveis.”
O país também está implantando o “Carbon Tax”, imposto pesado (23 dólares australianos por tonelada de CO2) a ser cobrado das empresas poluidoras. O dinheiro arrecadado será investido no desenvolvimento de tecnologias de produção de energia mais “verdes” e eficientes, o que inclusive já vem sendo feito em escolas.
Como dizem por lá, não pode haver prosperidade com destruição ambiental.
Diferente do Brasil, onde a falta é reclamação constante, por lá se nota a existência de grande quantidade de áreas verdes, parques e espaços públicos que atraiam habitantes e turistas para o contato coma Natureza, gerando inegável melhoria na qualidade de vida e controle do clima.
Já sobre as ciclovias, Daniel diz que “estão implantadas em praticamente toda a cidade, o que possibilita não só um transporte ágil para os trabalhadores e estudantes, como também momentos saudáveis e agradáveis para a população em geral.”
Para garantir a segurança de ciclistas e pedestres, até mesmo nas pontes que cruzam o Rio Brisbane o doutorando notou a existência de faixas exclusivas para esses grupos.
Brisbane se coloca como uma lição para aqueles responsáveis por pensar o planejamento das cidades brasileiras (…) O Brasil de hoje já não pode mais fazer uso do discurso da pobreza, muito comum na nossa história, para justificar o não investimento de qualidade nas pessoas.
Seja por iniciativa governamental, e consequentemente pelas escolhas que fazemos nas eleições, seja por pressão popular, nós estamos no caminho certo? 
Baseado em publicação do Jornal Gazeta de Ribeirão de 22/10/2011 | Imagem via

Brasil terá sistema nacional de monitoramento de resíduos sólidos até 2013


O governo federal trabalha na estruturação de um centro de monitoramento de resíduos gerados no país, que deverá entrar em operação em 2013. A previsão foi feita nesta segunda-feira, 24 de outubro, pelo secretário de recursos hídricos e ambiente urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, ao participar de debate promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo.
Será o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) que, segundo Bonduki, reunirá, em uma única central, informações sobre todos os resíduos gerados no país. Ele explicou que alguns tipos de resíduos, como os hospitalares, já têm sua destinação monitorada e fiscalizada. O objetivo, agora, é fazer isso com todos os tipos de materiais.
O Sinir terá um papel fundamental para a fiscalização do cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada e regulamentada em 2010. A lei prevê o fechamento de todos os lixões até 2014, o envio do lixo a aterros sanitários ambientalmente adequados e a criação de cadeias de recolhimento e reciclagem de materiais. Cidades, estados e setores produtivos que não respeitarem o determinado pela PNRS estarão sujeitos a punições. O Sinir será a base de dados usada para essa fiscalização.
Segundo Bonduki, para quem o sistema deverá funcionar em, no máximo, um ano e meio, o mecanismo será importante para o cumprimento de metas do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. “O sistema de informação e monitoramento será fundamental para que se regule o cumprimento das metas do plano nacional”. O plano está em fase final de elaboração e vai estabelecer metas sobre como as mudanças no tratamento do lixo terão de ser implementadas. A criação do plano estava prevista na PNRS e deve ser concretizada no primeiro trimestre de 2012.
O plano servirá como base para os programas estaduais e municipais de resíduos que também terão de ser formulados. O Ministério do Meio Ambiente publicou nesta segunda-feira um edital oferecendo financiamento a estados e consórcios intermunicipais que estejam estruturando seus planos conforme determina a PNRS.
Bonduki destacou que a PNRS é uma política ampla e que precisa do envolvimento de todos para que dê certo. Para ele, só com a participação de todas as esferas de governo, das empresas, dos catadores e toda sociedade o problema dos resíduos será equacionado.
O Brasil produz 180 mil toneladas de resíduos por dia – pouco menos de 1 quilo de resíduo por pessoa. Desse total, 58% são levados a um aterro sanitário, recebendo, assim, tratamento adequado. Já o restante, geralmente, é levado aos lixões. 
Fonte: Redação EcoD | Imagem: Arquivo ABr Via: Eco4planet

Esqueça o concreto, esta ponte é feita de plástico reciclado!


E bota plástico nisso: 50 toneladas foram usadas. Tudo veio de garrafas e embalagens de sanduíches que foram misturadas para criar uma ponte de 27 metros sobre o rio Tweed, em Peebleshire, na Escócia.
Os responsáveis pela obra foram o escritório Vertech e as Universidades de Rutgers (EUA) e de Cardiff (Inglaterra). A construção e instalação da ponte demorou apenas duas semanas. Isso mesmo, foram 14 dias para montar e instalar a ponte.
Para ficar ainda melhor a ponte tem alguns truques bons para quem vai ficar tão perto d’água: ela não enferruja (claro, é de plástico!) e não precisa de pintura. Se um dia ela não precisar mais ficar por lá, pode ser reciclada novamente. Fica a pergunta: quando todas as pontes serão assim? 
Wired via World Architecture News via Gizmodo UK Via: Eco4planet | Imagem: Divulgação

25 de out de 2011

Transforme sua parede em um belo jardim

Foto: Paula Magaldi
 Jardim vertical em casa
O jardim vertical consiste em plantas dispostas em paredes em forma de painéis e são a solução para quem não dispõe de muito espaço, mas sonha ter um jardim em casa. Os jardins verticais que revestem muros e até fachadas economizam espaço, trazem amplitude ao ambiente, reduzem a poluição sonora, visual, do ar, e proporcionam a maravilhosa sensação que a natureza e o verde trazem para dentro de casa.
estrutura do jardim vertical
As estruturas para montar um jardim vertical são diversas. Entre elas estão a de fibra de coco, a de ferro, alvenaria e barras de aço com pintura eletrostática. A variedade de plantas que se pode utilizar na construção de um jardim vertical é grande. É possível ter apenas uma espécie ou fazer diferentes composições com maciços de Alpínia, ripsális, orquídeas, chifre-de-veado, peixinho, madressilvas, falenópsis, a tradicional samambaia, etc. Em espaços externos, você deve preferir plantas resistentes ao tempo e à luminosidade.
Como regar as plantas do jardim vertical?
 área externa com jardim vertical
O sistema de irrigação do jardim vertical é todo automatizado, embutido na própria estrutura, composto por um reservatório próprio, no qual o gotejamento é autocompensado e não drenante. Isso permite a distribuição da mesma quantidade de água entre as plantas ou em cada vaso, recolhendo o excesso para ser usada novamente, sem ocasionar vazamentos nem umidade, evitando desperdício e doenças como a dengue.
Fonte: BBEL

Viva melhor sob um telhado verde


Benefícios da cobertura viva

Casas com telhado verde
Ecotelhado
Um bem para a sua casa e para a cidade. O aumento da biodiversidade e o melhoramento do ar atmosférico interior e exterior fazem do uso de vegetação na cobertura de edifícios e residências um dos requisitos da habitação ecológica, além de ser uma forma de embelezar a obra e promover o convívio com a natureza.
O telhado verde contribui para a manutenção da umidade relativa do ar e forma um microecossistema. O controle da vazão da água da chuva é outro benefício citado por João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da empresa Ecotelhado. A retenção da água favorece a drenagem urbana e evita a poluição de rios e enchentes.
Conforto térmico também é um diferencial do telhado verde. "Com a evaporação e a transpiração das plantas, o calor é liberado, trazendo arrefecimento do entorno", explica Feijó. A redução da temperatura ambiente pode reduzir o consumo de energia ao dispensar o uso de ar condicionado. O fator acústico, segundo o engenheiro, é beneficiado com a diminuição da reverberação dos sons.
Para que não haja consequências como vazamentos, infiltrações e perda de plantas e terra por erosão, a implantação do telhado verde requer infraestrutura adequada e mão de obra especializada. Veja na página seguinte como ter uma cobertura viva.



Instalação e manutenção

Implantação de telhado verde
Ecotelhado
Para decidir como o telhado verde será instalado, é necessária uma avaliação prévia da estrutura que deve levar em conta sua capacidade de carga. Manuel Feijó aponta que a laje plana é mais indicada e fácil do que o telhado inclinado. "Até para lazer ou manutenção o telhado plano é mais indicado. Entretanto, há sistemas que podem ser colocado sobre telha cerâmica", informa.
Problemas de infiltração são prevenidos com uma proteção impermeabilizante. "Pode ser colocada desde a telha de fibrocimento, metálica, até a manta asfáltica de lajes pré-existentes", explana. O projeto também inclui dutos de irrigação e drenagem para ajudar no conforto termoacústico. Sobre o orçamento, Feijó ressalta que depende do projeto paisagístico e pode custar muito mais barato do que um telhado convencional.
O tipo de vegetação deve ser adaptado ao clima regional. Feijó indica o uso de plantas nativas ou adaptadas em arranjos ecológicos de baixa manutenção. Para um melhor efeito estético e térmico, Ricardo Cardim, ambientalista da empresa especializada em telhados verdes Skygarden Envec, recomenda forrações densas como gramados (Esmeralda, São Carlos, Coreana, entre outros), que permitem pisoteio e aproveitamento da área como local de lazer.
Segundo Cardim, a irrigação funciona como em um jardim convencional em terra firme. "A periodicidade de regas depende das espécies de plantas usadas no paisagismo. Na cidade de São Paulo, um gramado pode ser regado a cada dois dias na época da seca", exemplifica.
Fonte: BBEL

Soluções para tornar sua casa sustentável


casa verde feliz
Shutterstock
Se você e sua família já adotam hábitos sustentáveis como reciclar o lixo, poupar água e energia e dar o destino correto aos equipamentos eletrônicos e óleo de cozinha, por que não implantar na residência soluções que podem diminuir ainda mais o impacto que a ela e seus moradores causam sobre o meio ambiente, como sistemas de captação de energia solar, da água da chuva e reuso da água que iria para o esgoto?
Muitas cidades têm criado incentivos fiscais para que seus moradores incluam nas construções estes itens de sustentabilidade. Em Niterói (RJ), por exemplo, todos os edifícios com mais de 500 m² são obrigados por lei a ter sistemas de aproveitamento da água dos chuveiros, banheiras, tanques, máquinas de lavar e lavatórios, conhecidas como águas cinzas.
Em Curitiba (PR), a prefeitura concede descontos no IPTU para quem mantiver áreas de bosque nativo e certos tipos de árvores no terreno. Veja na TV BBel como a prefeitura de Guarulhos (SP) mudou a lei do IPTU para favorecer construções sustentáveis.
TV BBel: Soluções ecológicas ajudam o meio ambiente
Nós conversamos com especialistas e reunimos abaixo algumas informações que esclarecem como esses sistemas funcionam, quanto custam e como podem ser implantados.
Telhado verde
Telhado verde significa a implantação de uma cobertura vegetal, com grama e flores, por exemplo, sobre a laje tradicional de residências e prédios. Segundo a especialista em bioarquitetura Juliana Boer, da Cria Arquitetura, a vegetação contribui para o isolamento termoacústico das construções e para equilibrar a umidade relativa do ar no entorno da residência, além de melhorar a absorção da água da chuva.
Se você pretende implantar um telhado deste tipo em sua casa, o primeiro passo é procurar um profissional capacitado para avaliar se a estrutura está apta para receber a cobertura ecológica.  A instalação pode ser feita sobre laje ou telha cerâmica. Segundo a empresa Ecotelhado, o custo do metro quadrado instalado do telhado verde varia entre R$100 e R$ 160.
Fonte: BBEL

Exposições no MAM destacam a arquitetura sustentável no Brasil e em 13 países

Aconteceu em abril deste ano a exposição que destacou a Arquitetura Sustentável no Mundo. Vale a pena dar uma olhada.

  • Pátio interno da Villa Lena projetada por Olavi Koponen, Finlândia. Projeto está exposto no MAM
    Pátio interno da Villa Lena projetada por Olavi Koponen, Finlândia. Projeto está exposto no MAM
Abertas na última semana de abril deste ano, duas exposições no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) trataram de um tema comum: A arquitetura sustentável. A mais expressiva, “Morada Ecológica”, aborda algumas da principais inovações da arquitetura contemporânea mundial sob a influência da sustentabilidade ao construir ou urbanizar.
Foram mostrados 50 projetos pioneiros de arquitetos de 14 países, com destaque para os franceses. A mostra ocupou o principal espaço do museu e foi uma parceria do MAM com a Cité de l´Architecture et du Patrimoine.

ARQUITETURA SUSTENTÁVEL NO MAM, EM SP

Foto 5 de 11 - Parque residencial Sandgrubenweg, na Áustria, foi projetado por Wolfgang Ritsch. A obra faz parte da mostra "Morada Ecológica" que tem curadoria da arquiteta e jornalistra francesa Dominique Gauzin-Müller e está em cartaz no MAM, em São Paulo Bruno Klomfar/Divulgação
Com curadoria de Dominique Gauzin-Muller, arquiteta e jornalista francesa, autora do livro “Arquitetura Ecológica” recém-lançado no Brasil, a exposição “Morada Ecológica” foi dividida em quatro módulos temáticos que trataram basicamente dos precursores do pensamento arquitetônico ecológico e do atual panorama baseado em um conceito holístico da arquitetura sustentável.
Alguns nomes de peso foram apresentados em vídeos, fotos, textos e plantas como o norte-americano Frank Loyd Wright, o chileno Alejandro Aravena e a dupla francesa Dominique Jakob e Brendan MacFarlane.
Pioneirismo brasileiro
Na paralela “Razão e Ambiente”, as referências foram Lina Bo Bardi, Sérgio Bernardes e Lúcio Costa. A exposição esteve em cartaz na sala Paulo Figueiredo dialogando com “Morada Ecológica” e tratando do pioneirismo da arquitetura modernista brasileira na utilização das soluções ecológicas para as construções.
Foram 21 obras arquitetônicas apresentadas através de projeções, fotos e desenhos originais. Além desses meios, ganhou destaque a remontagem da instalação “Riposatevi” de Lúcio Costa. A estrutura convida os espectadores a ver a mostra por outro ângulo e subverte a maneira tradicional de exibir arquitetura substituindo plantas em papel e maquetes por projeções, vídeos e reflexões dos arquitetos.
Da exposição ainda fizeram parte projetos contemporâneos e elementos interativos apresentando informações sobre os conteúdos apresentados na sala. A curadoria foi de Lauro Cavalcanti.

Seria essa foto uma prova de que existem cidades em outros planetas?


Afinal, em qual lugar do universo seria possível uma foto assim, que mais parece saída de um filme de ficção? Netuno? Saturno? Vênus? Ok, acho que você sabe que isso fica mesmo na Terra, mas agora tente descobrir onde essa curiosa foto foi feita…
Vejamos, qual cidade ficaria num ponto alto o bastante para que grandes nuvens se misturem aos prédios? Talvez no Tibete, mas não existem cidades assim na região. Que tal uma cidade americana, como Detroit, no meio de um tufão dos mais estranhos? Nada ainda.
Agora uma dica: quem tirou a foto foi o consultor urbano Noah Raford, enquanto viajava até essa cidade dos Emirados Árabes e se você acompanha o crescimento da região, já deve ter imaginado que a cidade capaz de dar esse ar futurista tinha que ser mesmo Dubai – que, diga-se, fica em pleno deserto.
Beleza na foto deixada de lado, não podemos deixar de registrar o crescimento desenfreado da cidade, ignorando a população que ali vivia, os reflexos no meio ambiente, a poluição e o assustador consumo de matérias prima.
Fonte: Gizmodo | Imagem: Noah Raford         Via: Eco4planet

24 de out de 2011

Projetos arquitetônicos arrojados transformam paisagem da Dinamarca


A maioria das construções tem a própria usina de força: quando não é o sol, é o vento que gera energia. Esses projetos desmistificam a ideia de que conforto e sustentabilidade não habitam o mesmo espaço.


Projetos arquitetônicos arrojados estão transformando a paisagem da capital da Dinamarca e a vida dos moradores. A reportagem é de Marcos Losekann e Sérgio Gilz.
Viver na cidade, cercado de edifícios. E mesmo assim se sentir livre, como se fosse no campo.
Os clássicos prédios da capital dinamarquesa, Copenhague, passaram a dividir espaço com o que há de mais moderno em termos de projetos arquitetônicos no mundo.
Em um prédio, pista de ciclismo fica dentro do condomínio, que também tem bares, restaurantes e um shopping.
Em outro prédio, as janelas imensas deixam passar mais luz do sol e as lâmpadas não precisam ser acesas durante o dia.
O telhado pode ser um gramado. Frescor no verão e calor no inverno. Resultado: economia no uso do ar condicionado. O prédio ainda fica ao lado de um rio artificial.
A maioria das construções tem a própria usina de força: quando não é o sol, é o vento que gera energia.
Esses projetos desmistificam a ideia de que conforto e sustentabilidade não habitam o mesmo espaço. Na chamada arquitetura sustentável, natureza e qualidade de vida se encaixam perfeitamente em obras arrojadas, que aproveitam, ao máximo, o que o meio ambiente oferece.
“É um jeito tropical de viver em plena Escandinávia”, diz o morador, que pagou o equivalente a R$ 500 mil por um apartamento de três quartos. Uma pechincha, segundo ele.
“É fantástico estar na cidade sem abrir mão da natureza”, completa a moradora.
Um escritório reúne 200 arquitetos e estudantes cheios de ideias. “Nossa maior ferramenta é a criatividade. O objetivo é aproveitar espaços e possibilidades, do telhado até o porão”, diz um dos sócios da empresa.
Outras empresas da Dinamarca também exportam projetos pra mais de 100 países. O mais ousado está em construção no Azerbaijão. O condomínio vai ocupar uma ilha inteira, na baía em frente à capital, Baku. Os prédios terão formato de montanhas ou pirâmides para aproveitar o máximo de sol, e a ilha será autossustentável, com emissão zero de carbono. Para os gênios da arquitetura sustentável, nem mais o mar é limite.
Fonte: G1