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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

31 de mar de 2011

Falando sobre Sustentabilidade

Taí uma explicação importante para àqueles que desejam saber o que é sustentabilidade.

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Caco de Paula é jornalista e publisher do Planeta Sustentável
Atender às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as futuras gerações atenderem às suas próprias necessidades. Esta é uma das definições mais abrangentes desustentabilidade.

Para ser sustentável, qualquer empreendimento humano deve serecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito. Mas esses conceitos, que parecem óbvios, simples sinais de bom senso, infelizmente ainda estão longe da prática cotidiana de muitas pessoas, grupos, empresas e governos. Tanto que um movimento mundial pela sustentabilidade surge como resposta ao seu contrário: a insustentabilidade provocada pelo que é ecologicamente errado, economicamente inviável, socialmente injusto, culturalmente inaceitável.

Para agir de forma sustentável devemos ter visão de longo prazo, consciência de que nossas relações sociais e nosso estilo de vida impactam diretamente a realidade à nossa volta - e que devemos ter solidariedade com nossos descendentes. Para que isso aconteça de fato, é preciso entender a construção da sustentabilidade como um desafio de muitas faces. Só assim conseguiremos encontrar as múltiplas respostas que o problema impõe. É exatamente essa a missão do projeto Planeta Sustentável, que se destina a estimular o debate, reconhecer boas práticas e difundir conhecimento. A face mais visível desse desafio está ligada ao ambiente, principalmente por causa da emergência do aquecimento global, hoje, mais do que um alerta, dramático sinal das conseqüências causadas pelo que fizemos e pelo que deixamos de fazer.

Sustentabilidade é um tema em construção. Há muito o que aprender a respeito. Mas já sabemos que tem a ver com atos de nosso cotidiano. Desde estilo de vida e consumo de cada um de nós, até a forma como lidamos ou deixamos de lidar com o lixo que produzimos. Tem a ver com a maneira como usamos os recursos e energias disponíveis. Tem muito a ver com nossa atitude em cada momento de nossas vidas.

Nem sempre, é claro, problemas e soluções estão diretamente nas mãos de cada um de nós. Mas, de alguma maneira, ainda que indireta, podemos influir em decisões que dependem de políticos que elegemos ou deixamos que fossem eleitos, ou de empresas que são mantidas por quem compra seus produtos. É nessas esferas, político-econômicas, que estão grandes decisões a respeito de modelos de desenvolvimento, políticas de saúde, projetos de educação. Hoje, cada vez mais, as pessoas entendem os problemas da biosfera e passam a pensar globalmente. Isso é ótimo. Mas não é tudo. É preciso também pensar e agir localmente. Procurar ter mais influência no que acontece em nossa própria cidade. Saber o que e como pode ser feito em soluções para a casa e a cidade

O Planeta Sustentável tem a participação de dezenas de revistas e sites da Editora Abril e conta com um conselho consultivo, composto por especialistas de diversas áreas, além de representantes de empresas patrocinadoras (veja nos Canais Especiais) interessadas na difusão de conhecimentos. Em sua primeira fase de um ano, o projeto prevê a realização de fóruns de discussão e de produção de conteúdo capaz de informar e qualificar as ações. E, para isso, se propõe a manter um constante debate, com a participação de uma série de organizações convidadas.

Algum sábio já disse que é melhor resolver os problemas quando eles ainda são pequenos. Em muitos dos desafios que temos de enfrentar para conseguir uma vida mais sustentável, talvez já tenhamos perdido algumas oportunidades de enfrentar problemas ainda pequenos. Mas é sábio lidar com eles antes que cresçam ainda mais. Para isso, é preciso enxergá-los imediatamente, ver quais são as soluções possíveis e buscá-las. Essa é a nossa missão - e o convite para que você participe da construção de algo a ser legado às próximas gerações: um planeta sustentável.

Empresas reduzem uso da água na fabricação de seus produtos

Daniel Mello, da AGÊNCIA BRASIL
Lia Lubambo/EXAME.com
Viveiro da Suzano Papel e Celulose
Viveiro da Suzano: redução do uso da água também representa menos custos
São Paulo – A quantidade de água necessária para a produção de celulose diminuiu em mais de 50% desde a década de 1970. O gerente técnico da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), Afonso de Moura, cita o dado como um dos exemplos da preocupação do setor em reduzir o impacto ambiental da atividade.

“Quanto menos volume de água a gente movimentar, menor o impacto [energético] que estamos causando”, disse.

Por isso, a indústria tem investido em tecnologia e aprimoramento dos processos de produção. O técnico explica que grande parte da economia de água se deve ao reaproveitamento do líquido ao longo da fabricação da celulose. “Antes a gente usava água em cada etapa de lavagem do processo.”
Agora, o líquido entra na linha de produção no sentido inverso da matéria-prima, de modo que a água pura possa lavar o produto com menos impurezas e ser utilizada de maneira mais eficiente ao longo do sistema. “Bota água limpa no produto limpo. A água um pouco mais suja você usa para lavar uma outra etapa que é também um pouco mais suja”.
O ganho em eficiência ocorre também no descarte dos efluentes. O técnico disse que os líquidos são tratados de acordo com o grau de contaminação antes de serem lançados na natureza. Moura destaca que se há a mistura de efluentes “você precisa de uma estação [de tratamento] muito mais robusta. Porque é importante tratar o efluente menos contaminado como se fosse menos contaminado”. No modelo atual usa-se apenas pequenas estações.
Mas utilizar melhor a água não é uma busca somente do setor de celulose, outras indústrias que também usam intensamente o líquido têm tentado melhorar os processos de produção. Entre elas está a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev).
A empresa afirma que entre 2002 e 2009 reduziu em 27% o consumo direto de água para a fabricação de seus produtos, entre os quais estão algumas das principais marcas de cerveja e refrigerantes do país. “Cada unidade fabril tem metas claras de ecoeficiência: reduzir o consumo de água, gastar menos energia, diminuir a emissão de poluentes, aumentar o índice de reciclagem dos resíduos”, garante a fabricante.
Fonte: Exame

Reduzir: o melhor dos 3Rs


Alguns documentários dos canais a cabo até que são bem educativos. Três deles, em especial, prendem minha atenção. Um se chama A origem dos alimentos, onde o apresentador desvenda como são elaborados os itens alimentícios que a gente consome diariamente. Os outros dois – O segredo das coisas e Como se faz – mostram a fabricação dos mais variados bens de consumo, de baldes a computadores.
À primeira vista parece cultura inútil. Mas sob a ótica da Sustentabilidade pode ser muitodidático. Dá para ficar assustado observando quanto de trabalho, energia, tecnologia e recursos naturais são empregados para fabricar qualquer coisa, por menos complexa que possa parecer.
Fico impressionado com a quantidade de água utilizada nessa cadeia de produção. Ela é imprescindível para a lavagem, resfriamento e até transporte de praticamente tudo o que é industrializado. É a chamada “água virtual”, noticiada em abundância nesta semana de Dia Mundial da Água.
Felizmente, o conceito de empresa moderna envolve hoje a redução do uso do precioso líquido (além de energia elétrica) no sistema de produção. A indústria de cosméticos Natura, a fábrica de bebidas Ambev e a Associação de Produtores de Papel e Celulose já estão entre as que se preocupam em gastar menos água. É um grande avanço.
Os documentários televisivos me fizeram lembrar de que, na outra ponta da corda, o consumidor precisa fazer sua parte praticando os famosos 3Rs: Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Particularmente, sempre defendi a ideia de que reduzir é sempre o melhor dos Rs. Pela simples constatação de que o ótimo ato de reciclar significa a necessidade de dispor novamente de mais água e mais energia (que no Brasil depende também de água, já que nossa matriz é hidrelétrica) para transformar materiais descartados novamente em produtos, naquele mesmo processo alucinante mostrado na TV. No caso de alimentos, talvez fosse o caso de levar para a mesa mais comida natural, usando as industrializadas com moderação.
O primeiro R provoca uma saudável reação em cadeia. Reduzindo o consumo – em outras palavras, consumindo conscientemente – estamos economizando, de uma tacada só, água, energia elétrica, matérias-primas, além de melhorar a qualidade de vida das cidades, já que diminuímos a quantidade de lixo nos aterros e seus impactos indesejáveis.
Incorporar mais dois Rs é também altamente bem-vindo: Repensar hábitos cotidianos e Recusar mercadorias feitas por empresas ultrapassadas, onde o desperdício ainda faz parte da cadeia produtiva.
Imagem –  Ênio e Beto (da direita para a esquerda), queridos personagens do saudoso programa educativo infantil Vila Sésamo, da década de 1970. Quem foi criança nessa época lembra... Muppet Wikia, Creative Commons.

Máquina cria água a partir da umidade do ar



O número de pessoas que não possuem acesso à água potável aumenta cada vez mais, sobretudo nas regiões pobres do planeta. Já pensou se esse problema pudesse ser resolvido a partir do simples ato de apertar o botão de uma máquina? Essa é a proposta do H2O Pure, um aparelho que cria água boa para o consumo utilizando a umidade do ar como matéria-prima. 

A máquina, cujo design se assemelha ao de um filtro de água, produz o recurso mais precioso do planeta a partir da compressão e condensação do ar. Durante o processo, o software do equipamento regula sua temperatura interna, para que aconteça o “ponto de orvalho” – isto é, para que a máquina atinja as condições necessárias para transformar o vapor em pequenas gotas de água. Em seguida, o recurso passa por três processos de filtragem e, segundo os fabricantes da H2O Pure, está pronto para consumo, livre de impurezas e agentes químicos. 

A tecnologia, que foi inventada por brasileiros que trabalham em uma empresa mineira chamada HNF, é capaz de fabricar até 40 litros de água todos os dias. Tudo depende do nível de umidade do ambiente onde a H2O Pure está localizada: quanto mais úmido, mais água será produzida.

A máquina já está sendo importada para os mais diversos estabelecimentos brasileiros  – entre eles, escolas, empresas, hospitais e clubes – e, também, para outros países, como Argentina e Angola. Por enquanto, o defeito apontando pelos consumidores é o preço, já que cada H2O Pure custa cerca de R$ 6,5 mil, mas os fabricantes garantem que, com o aumento da demanda, o preço do produto cairá.

1 bilhão de pessoas devem ficar sem água até 2050

Está mais do que na hora de utilizarmos a água de forma consciente, não desperdiçar, economizar, estar atento a como utilizamos a mesma em nosso dia a dia, e assim fazermos a nossa parte para que essa previsão não atinja a tanta gente. Vamos colaborar!
Essa é a estimativa de um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy Of Sciences, nos EUA. O artigo diz que as más condições sanitárias de algumas metrópoles prejudicam ainda mais a fauna e a flora do local, agravando o risco da falta d’água.
O coordenador da pesquisa, Rob McDonald, afirmou que “Existem soluções para que esse 1 bilhão de pessoas tenham acesso à água. Mas isso requer muitos investimentos na infraestrutura e melhor utilização da água”.
Os pesquisadores informaram que, caso a tendência de urbanização continue, em 2050 serão 993 milhões de habitantes de grandes cidades com acesso a menos de 100 litros de água por dia. Ainda na conta, entram os efeitos da mudança climática que prejudicarão cerca de 100 milhões de pessoas. Serão 1 bilhão de pessoas sem o mínimo de água necessária para as necessidades de bebida, alimentação e higiene.
A pesquisa ainda mostrou que, atualmente, são cerca de 150 milhões de pessoas consumindo menos de 100 litros/dia. Porém, nos EUA, a média é de 376 litros de água por dia para cada pessoa.
Fonte: Eco4planet

Mar de Fukushima tem lodo radioativo

A foto aqui em cima mostra uma praia da região de Fukushima, no Japão, antes do terremoto e da tsunami. Como todos já leram, as usinas nucleares da região sofreram grandes estragos e agora, pra piorar ainda mais, foi encontrado traços radioativos no lodo do fundo do mar dessa região.
A taxa radioativa encontrada está 1.150 vezes maior que o máximo considerado legal. Mas as autoridades japonesas continuam afirmando que plantas e animais não estão ameaçados. Já os especialistas que não fazem parte do governo, dizem que por conta do resfriamento da usina ainda não ter dado certo, há grandes riscos de acidentes nucleares.
A amostra que foi usada, veio de uma distância de 30 metros dos reatores 5 e 6 da usina. Hidehiko Nishiyama, falou ontem que os testes foram conduzidos pela empresa que administra o complexo, a Tokyo Eletric Power (Tepco).
O pessoal da empresa de Tokyo e do governo japonês, afirma que a radioativdade encontra não ameça algas e animais marinhos. Eles dizem que o iodo radioativo se reduz para a metade a cada oito dias.
O risco de explosão dos reatores 5 e 6 da usina de Fukushima são grandes. E mesmo sem a explosão, o risco de contaminação continua a preocupar.

30 de mar de 2011

“Carro elétrico não faz sentido no Brasil”, diz Richard Branson. Não concordo.

Richard Branson tem certeza que o desenvolvimento de combustíveis limpos é um grande negócio. Levando em conta o bom faro que o britânico, fundador e presidente do Grupo Virgin, tem para os negócios, é um indício de que cada vez mais gente deve seguir esse caminho.
Durante a coletiva de imprensa que concedeu nesta sexta-feira, pouco antes de sua apresentação no Fórum de Sustentabilidade, em Manaus (AM), Branson destacou que muitas das aeronaves de sua companhia aérea já utilizam combustíveis mais verdes e que, em breve, 100% dos equipamentos serão abastecidos dessa forma.
Carro Elétrico no Brasil
Ainda sob o tema dos combustíveis, Branson afirmou que não faz muito sentido o Brasil investir em carros elétricos:
Em outros países, o elétrico pode ser a resposta, mas, no Brasil, 70% da frota é movida a etanol. Vocês podem trabalhar para elevar isso a 100%. Carro elétrico não faz sentido no Brasil.
Em outros países, o elétrico pode ser a resposta, mas, no Brasil, 70% da frota é movida a etanol. Vocês podem trabalhar para elevar isso a 100%. Carro elétrico não faz sentido no Brasil.
O Brasil tem vendido carros flex há muitos anos e desde 2006 essa é a escolha preferida da maioria dos brasileiros segundo a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Só no último ano, cerca de 81% dos carros vendidos no país aceitam gasolina e etanol, e isso é realmente positivo já que o etanol polui menos (25% menos CO2 e 35% menos NO) e tem fonte renovável.
Mas ter a opção do etanol não significa abastecer com etanol. Todos os anos, em especial nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar, o preço dispara e todos voltam a abastecer com gasolina.
Além disso a mesma cana pode ser usada para a produção de açúcar e, como está acontecendo neste momento e não é a primeira ou última vez, o preço do açúcar está bastante elevado no mercado externo, por isso a produção de etanol se reduz fortemente e o preço sobe mesmo com o início da safra.
Portanto, não podemos contar com o etanol como salvação para que os carros se movimentem de forma mais verde.
Não concordo 2
Pois bem, digamos que todos os carros brasileiros sejam abastecidos com etanol como sugeriu Branson. Isso é melhor que 100% de carros elétricos? Não.
Isso porque, como já foi dito há algum tempo no eco4planet, carros elétricos são sempre menos poluentes: mesmo se a toda a energia provier de usinas termoelétricas de carvão (a fonte mais poluente de geração de energia) ainda assim serão 58% menos CO2 indo para a atmosfera se comparado aos veículos movidos à gasolina. E mesmo com o etanol emitindo cerca de 25% menos CO2 que a gasolina, a energia elétrica ainda está ganhando com larga vantagem.
Se isso já demonstra a vantagem da energia elétrica sobre gasolina e etanol com a forma mais poluente de gerar eletricidade, considere agora que a matriz energética brasileira é baseada em mais de 73% nas hidroelétricas, fora outros 6,5% entre biomassa, eólica e solar.
Fonte: Eco4planet       Carro elétrico: FTW!         Imagem via: treehugger

Faça um sousplat reciclado

Achei bem interessante poder reutilizar material usado para fazer esse sousplat. Usem a imaginação e criem à vontade!

Um sousplat é algo parecido com um “jogo americano” para colocar panelas e pratos na mesa. Agora você vai poder fazer um utilizando materiais velhos que tem em casa.
Você vai precisar de:  Um disco de vinil, tecido, cola branca, pincel, secador de cabelo e viés.
Como fazer
1. Utilize o pincel para passar uma camada de cola em um lado do disco de vinil
2. Cole o tecido sobre a cola e aperte com a mão para ficar liso, sem as bolhas de ar
3. Deixe-o secar.
4. Veja se o tecido ficou sobrando e corte o excesso. Depois, repita os mesmos passos para o outro lado
5. Corte o que sobrar do tecido pra fora do disco
6. Você pode utilizar o viés na lateral do disco, para dar um acabamento
7. Passe uma mistura de cola branca com água para impermeabilizar
E pronto. Assim você tem o seu Sousplat. E descubra aqui o que é isso, caso ainda não saiba.
Fonte: Eco4planet                                                                                  Via EcoD

26 de mar de 2011

Quanto demora pra arrumar uma estrada destruída pelo terremoto?

Um mês? Muito. Quinze dias? Menos. Uma semana? Menos. Sim, menos. Foram seis dias para a estrada ser totalmente reconstruída. 
Ela é a autoestrada de Kanto, no Japão. A primeira foto foi tirada no dia 17 e a segunda, aí em cima, no dia 23.
A estrada fica em Naka, região de Ibaraki que, como a primeira imagem mostra, também teve grandes estragos por conta do combo terremoto-tsunami.
Surpreendente essa força nipônica, não? Mesmo com todos os eventos tristes que aconteceram e estão acontecendo o povo, além de não entrar em pânico, continua trabalhando normalmente (e rapidamente, nesse caso).
Agora os moradores que querem deixar a região podem sair tranquilos num asfalto da melhor qualidade. Tinha gente dizendo que o Japão iria se re-erguer antes do Brasil construir os estádios pra Copa de 2014, mas eu aposto que vai ser antes da prefeitura tapar o buraco que apareceu na rua aqui do lado.
Força, Japão! Que Deus Abençoe e Proteja a Todos!
Fonte: Eco4planet


23 de mar de 2011

Hora do Planeta 2011 está chegando!!

Vambora participar desse evento!!!
Depois de 2008, 2009 e 2010 o nosso querido Planeta Azul já tem hora marcada em 2011 para que todos reflitam sobre como nossas ações o afetam e o que podemos fazer para melhorá-lo (basicamente o que nós, e vocês, já fazemos o ano todo).
O evento global acontece das 20:30 às 21:30 do dia 26 de março, quando todos desligam as luzes, inclusive órgãos públicos e monumentos a céu aberto e é promovido pela WWF para lembrar a todos do grande problema das emissões de gases e do efeito estufa.
Você pode participar dizendo o que pretende fazer durante o horário, juntamente com seus dados, para comunicacaohp@wwf.org.br . Ou pelas redes sociais: TwitterFacebookOrkutFlickr e YouTube.
Mesmo se você não quiser enviar sua programação, participe da hora no dia 26/03 as 20:30. Saiba mais aqui.
Fonte: Eco4planet                                       Leia Mais: IBFE

A HORTA QUE DÁ CERTO!!!

Pesquisando na net encontrei essa matéria que achei muito interessante e resolvi pedir permissão para divulgar em meu blog. Aqui está, e boa leitura! Aproveitem!
Por Claudia Canales   

Tenho visto muitos exemplos de lindas hortas em revistas e exposições. Temperinhos viçosos, em vasinhos delicados ou cachepots charmosos. Normalmente as fotos são lindas, muito be produzidas, e muita gente vem com as páginas da revista querendo copiar... Mas nem sempre é possível! Aliás, existem verdadeiros absurdos neste tema, onde um pouco de conhecimento evitaria frustrações.
Pensando no lado energético, a horta tem vários temperos para a vida. Uma horta com verduras e plantas medicinais é poderosíssima quando se quer mudar a vibração de um ambiente. Por que? Porque são plantas abençoadas, e que tem muitas propriedades medicinais também. Além disto, os temperos dão gosto e alegram a vida. Quem não sentiu o cheiro inconfundível do manjericão ?
Estas plantas tem contato com uma vibração sutil, que não enxergamos mas podemos sentir facilmente.
Outra vantagem é que nossa comida está cada vez mais contaminada. São agrotóxicos e pesticidas demais, pois se pensa mais na quantidade do que na qualidade. Em uma horta caseira, você tem o controle de como está a saúde daquela plantinha, o que facilita para quem opta por comer tudo mais crú e saudável.
Pensando no lado “técnico” uma horta precisa de pelo menos 4 horas de sol diariamente, um solo balanceado, regas periódicas e alguma dedicação. Da forma como aparecem nas revistas, pode-se pensar que é só plantar e colher. Já vi hortas em copinhos, garrafas pet, canos de pvc, etc. Nada contra estes métodos mas é preciso saber que estas plantas requerem mais cuidados, principalmente de regas.
Então vamos formar uma listinha do que não pode faltar?
Dependendo do tamanho do local e do tempo disponível, teremos mais ou menos espécies.
Para uma horta de temperos, que hoje é a mais procurada, as dicas começam pela localização.
Local ensolarado, ou com sol da manhã já facilita muito. Perto da cozinha ou do espaço gourmet fica muito bom. Fiz um projeto de uma mesa com uma horta acoplada que ficou bastante funcional.
Onde plantar? Se o espaço for pequeno e precisar usar vasos ou floreiras, lembre-se que quanto mais quantidade de terra melhor. As plantas podem emitir mais raízes e receber mais nutrientes. Se o espaço for um pouco maior, gosto muito das floreiras altas, com 60 cm de altura. Assim, podemos trabalhar de uma maneira mais confortável. Note na foto abaixo, que temos muito espaço para o desenvolvimento das raízes.
figura2
Então, como variedade de plantas, o que não pode faltar?
· Cebolinha
· Manjericão
· Salsinha
· Orégano
· Hortelã
Fáceis de cultivar, são a alegria de qualquer horticultor principiante !!
Se já for experiente, adicione orégano, tomilho, manjerona e alecrim.
Nas verduras, o alface pode ser cultivado o ano inteiro, tanto quanto a escarola, agrião, espinafre.
Boa sorte !!
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Horta na mesa
Fonte: Vitrineadc


22 de mar de 2011

Primeira Ecovivenda na Espanha com precertificação LEED Ouro de sustentabilidade

APROVEITAMENTO DE ENERGIA 

O Conselho de construção Verde dos Estados Unidos, Green Building (USGBC), concedeu  no final do ano passado, a primeira  pré-certificação LEED ouro para um prédio residencial na Espanha: o Lote 5 do Distrito avançado de Toledo, elaborado pela empresa Lumo Arquitetura com assessoramento da Indra. Graças a uma combinação de soluções passivas e energias limpas, os vizinhos diminnuiram suas contas de água em 40% e em 25% nas faturas de electricidade.
São sete plantas de casas de vários tamanhos, desde estudos de apartamentos de um quarto ou dois quartos, até duplex de três quartos (o mais comum) até habitações térreas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida. O denominador comum entre elas é que todas elas possuem um pátio interno e um externo. Além disso, são distribuídas ao longo dos lados do triângulo exceto no lado perpendicular, e dobrando-se  ligeiramente sobre seu eixo para que ficarem o máximo de tempo expostas a incidência do sol.
As chaves para o triângulo sustentável O edifício, concebido na forma de um triângulo, ergue-se do solo para promover a ventilação cruzada e isolar o edifício da umidade do terreno. O espaço vazio criado é utilizado para  a localização de lojas comerciais, locadas no lado social do triângulo, aquele que se abre para o resto do bairro. Isso permite 70% mais de área livre para circulação entre o interior e o exterior. Seu pátio com jardineiras com plantas nativas favorecem a filtração da água da chuva e as estradas para os caminhantes.
Além disso, jogos de água e áreas verdes reduzem a temperatura na praça e, conseqüentemente, em cada casa. As laterais também não são alheias a esta explosão natural, uma vez que incluiu uma lâmina vegetal da planta que da sombra no verão e no inverno forma um corredor ensolarado no local de acesso à habitação.
Dois coletores de água de chuva e 253 painéis solares Por outro lado, Lote 5 é capaz de economizar água, através de dois coletores de chuva com capacidade de 60.000 litros no subsolo. Para reduzir os gastos com eletricidade, foram projetados 253 painéis solares no telhado que fornecem a água quente, significando 70% das necessidades totais estimadas.
Os materiais cumprem as exigências do Conselho Americano. A madeira utilizada é exclusivamente FSC (única certificada pelo Green Building), as tintas, adesivos e solventes não contêm compostos orgânicos voláteis, que evaporam durante a sua vida e são cancerígenos. O certificado LEED exige também que os materiais utilizados durante a construção sejam recicláveis. Neste caso, calcula-se que seja uma estimada de 85%. Os resíduos podem ser aproveitados no próprio empreendimento ou serem doados para outros empreendimentos ou centros de reciclagem.

Fonte: Compromisorse                                    Via: Arq-sustentable