A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Um grupo de pesquisadores da Universidade Hanyang de Seul, na Coreia do Sul, criou um material capaz de absorver o dióxido de carbono e outros gases poluentes da atmosfera, de maneira eficiente e seletiva. Mediante ao uso do grafeno, uma das formas mais puras do carbono, os especialistas desenvolveram uma nova membrana, que permite a captação de diversos gases, separadamente.
O anúncio da criação do novo material foi realizado na última sexta-feira, pelo Ministério de Ciência da Coreia do Sul, que acredita que a nova técnica terá menores custos de uso do que as empregadas atualmente.
Durante as experiências, os cientistas alteraram o tamanho das moléculas utilizadas para capturar o dióxido de carbono – segundo informou a equipe, os polímeros usados nos dias de hoje conseguem evitar que o gás seja emitido na atmosfera e até controlar sua concentração, mas estes materiais ainda têm restrições para separar o CO2 de outros elementos mais difíceis de serem sintetizados – a exemplo do hidrogênio.
Em uma publicação sobre a nova alternativa de purificar o ar na revista norte-americana Science, os pesquisadores declararam que o método recém-criado tem como diferencial a difusão seletiva dos gases, devido ao tamanho das moléculas utilizadas no processo. Assim, o grupo afirmou que é possível controlar o fluxo de elementos durante a purificação do ar, por meio do empilhamento das camadas de grafeno.
Os responsáveis pelo novo mitigador de gases poluentes afirmaram que, em até três anos, a tecnologia chegará ao mercado. "Vamos realizar estudos e provas adicionais de eficiência para poder comercializar em breve esta tecnologia", disse o responsável pelo centro sul-coreano de pesquisa e desenvolvimento para a captura de carbono, Park Sang-do, em declarações à agência "Yonhap".Com informações da Exame.
Via: CicloVivo
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