Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
Um novo dispositivo criado por uma dupla de designers converte o pó do giz dos quadros negros em um novo bastão. O equipamento, desenvolvido para as salas de aula, é um híbrido entre apagador e aspirador, que, depois de limpar a lousa, armazena os resíduos de giz, e, com um pouco de água, consegue dar formato a um novo cilindro num curto período de tempo.
Batizado de Chalkeeper, o objeto foi criado por Yonggu Do e Eunha Seo, e não só estimula o reaproveitamento do resíduo, como também reduz a poluição do ar nas salas de aula, o que evita crises alérgicas e até diminui problemas respiratórios entre alunos, professores e outros funcionários. A gravura abaixo descreve o funcionamento do dispositivo:
Além de ser usado como apagador nas lousas, o dispositivo também retira os resíduos de outras superfícies – como paredes, objetos e roupas – colaborando para a limpeza das salas de aula e reduzindo o consumo de água para lavar os ambientes e as peças do vestuário.
O Chalkeeper chegou a ser chamado de “apagador mágico”, e, quando acumula uma quantidade suficiente de resíduos de sulfato de cálcio, depende apenas de um pouco de água e calor, elementos que provocam reações químicas capazes de transformar o dispositivo num tipo de fábrica portátil de giz. Desenvolvido em 2011, o produto ainda é conceitual e não tem previsão de ser comercializado.
Fonte: CicloVivo
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