A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Uma pequena indústria de Guarulhos, na Grande São Paulo, lucra com a produção de tintas recicladas. Elas são fabricadas com sobras de tintas, produtos vencidos ou sem especificações - a substância é poluente e não pode ser descartada de qualquer maneira.
Em 1985, Cláudio Furusava abriu a empresa Vida Nova Tintas para reciclar esse material. Hoje é o filho, Cristian Furusava, quem cuida do negócio.
O material é separado por cor, brilho, tempo de secagem e aderência. A tinta reciclada custa 60% menos do que a tradicional. Cristian contou com o apoio do Sebrae para definir as estratégias de ação da empresa, por meio de um Plano de Negócios, que orienta os objetivos do empreendedor de como lidar com os riscos do mercado, com concorrentes e o público-alvo.
A fábrica produz cerca de cem toneladas de tinta reciclada por mês e o faturamento fica entre R$ 150 e R$ 200 mil. A expectativa é o negócio cresça 15% em 2013. Os clientes são empresas como uma fábrica de andaimes e de formas para construção civil, que consome 300 litros de tinta por mês e paga cerca de R$ 40 mil por ano. Se usasse a tinta convencional, no entanto, o valor gasto seria mais do que o dobro.
Cláudio e Cristian Furusava estiveram no Pequenas Empresas Grandes Negócios no dia 30 de junho, às 7h30, na TV Globo.
As informações são da Agência Sebrae.
Fonte: Ciclo Vivo
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