Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
Não é apenas a cor amarela que destaca o edifício italiano, mas sim todas as técnicas sustentáveis aplicadas à construção. | Foto: Shiro Studio
O novo Museu Ferrari foi projetado para ser contemporâneo e sustentável. O local abriga diversos clássicos automobilísticos da marca, que contrastam com a elegância arquitetônica desenhada pelo Estúdio Shiro, situado na capital inglesa, Londres.
Não é apenas a cor amarela que destaca o edifício italiano, mas sim todas as técnicas aplicadas à construção para que ela se tornasse mais eficiente e agradável aos visitantes. O museu conta com sistema energético geotérmico e visual arrojado como o dos carros criados pela marca.
O espaço de exposição é uma ampla sala branca, que oferece a sensação de modernidade e permite o aproveitamento de toda a luz no espaço. O teto do museu é feito em materiais translúcidos, assim as claraboias elevam a intensidade da luminosidade natural a entrar no prédio.
Durante o verão, termo-sensores ativam as janelas na fachada e telhado para permitir que o ar fresco circule pelo museu, aumentando a eficiência energética, ao mesmo tempo em que reduz a energia necessária para manter o museu em funcionamento.
Mais da metade do prédio principal está construído abaixo do solo e a energia geotérmica é utilizada para aquecer e resfriar os espaços. Este é o primeiro edifício da Itália a utilizar esta técnica, que é aliada aos sistemas fotovoltaicos e ao reaproveitamento de água.
Os carros expostos no Museu Ferrari são muito antigos, mas a marca italiana já anunciou um modelo híbrido elétrico, mesmo que o presidente da companhia diga não acreditar que esta seja a alternativa para o futuro da mobilidade. Com informações do Inhabitat.
Fonte: CicloVivo
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