Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
A máquina utiliza apenas o calor para transmitir as informações digitais para o papel l Foto:Reprodução/DigInfo
A empresa japonesa Sanwa Newtec desenvolveu uma impressora sustentável. O equipamento não utiliza tinta para fazer as impressões e as folhas especiais usadas pela tecnologia podem ser reaproveitadas até mil vezes, tornando o impacto do uso extremamente baixo, em relação aos modelos tradicionais.
A PrePeat, como foi chamada a impressora, oferece resultados semelhantes aos tradicionais, cuja impressão depende de cartuchos de tinta ou tambores de toner. No lugar destes itens a máquina utiliza apenas o calor para transmitir as informações digitais para o papel. Por causa disso, as impressões são sempre em preto e branco, no entanto, variam em sua tonalidade.
Além do benefício ambiental, com a poupança de recursos naturais e materiais, a impressora também propicia mais higiene aos ambientes de trabalho, pois evita acidentes com tintas e o pó liberado pelos equipamentos que utilizam toner.
Por ser uma impressora especial, é de se esperar que as folhas utilizadas também sejam incomuns. De fato são. Segundo a empresa, as folhas não são feitas de celulose, que é o material mais comum, e sim de uma película de PET. Assim, a PrePeat utiliza um sistema de calor controlado que é capaz de escurecer ou clarear o papel. Para manter os detalhes da impressão, o cabeçote funciona como uma agulha térmica.
A impressora ainda não está à venda no Brasil, mas a empresa a está comercializando por 500 mil yenes, o equivalente a pouco mais de R$10.200. O papel especial também é um pouco caro, com cada pacote de mil folhas custando seis mil reais. No entanto, o valor é justificado pela vida útil do material, que pode ser reaproveitado para as impressões por até mil vezes.
Fonte: CicloVivo
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