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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de mar de 2014

Artista constrói casa que se transforma em cinema ao ar livre


A partir de resíduos de uma obra abandonada, o artista Matthew Mazzotta desenvolveu um projeto criativo. Trata-se da “Open House”, casa construída no estado do Alabama (EUA), que mescla residência e teatro.


O imóvel à primeira vista parece uma simples casa, entretanto, como por um passe de mágica, ela pode ser desdobrada, transformando-se assim em um teatro de cinco fileiras de assentos, que comportam até 100 pessoas.





Mazzotta foi convidado pela organização sem fins lucrativos “Coleman Center for the Arts” a fim de criar uma obra de arte para os moradores da cidade Iorque, no Alabama. Em sua primeira visita ao local, ele então reuniu a população local na rua pedindo que cada um levasse algo de sua sala de estar. A intenção era provocar um debate de ideias sobre o que poderia ser feito, assim o artista chegou a um projeto de reutilizar materiais para construir uma nova estrutura.


Dessa forma, a edificação contou com materiais recuperados de uma antiga construção, a união dos moradores e a criatividade de Mazzotta, que realizou o projeto pensando em como devolver à população o espaço público almejado. Do ponto de vista artístico, a obra questiona justamente a falta de áreas de lazer em York.



  Crédito das imagens: Coleman Arts

Para que o projeto fosse colocado em prática, até mesmo o corpo de bombeiros colocau a mão na massa. Eles foram responsáveis por queimar os resíduos que não davam para ser aproveitados e limparam o terreno. Em sete meses, a casa-teatro estava pronta, com dobradiças, paredes e telhados dobráveis. O espaço também é usado para shows, reuniões, projetos de arte, entre outras formas de entretenimento.
Fonte: CicloVivo

Arquitetos utilizam paredes de plástico para reformar casa do século 19


Os arquitetos italianos Alessandro Armando e Manfredo de Robilant completaram uma reforma radical em uma antiga casa localizada em Massachusetts, EUA. A residência datada do século 19 ganhou paredes de plástico translúcidas e grandes janelas.

  Foto: Divulgação

O design tradicional ganhou um ar futurístico e tornou-se altamente eficiente em termos de energia. As paredes de plástico permitem um maior aproveitamento do calor e da luz natural. O mesmo acontece com as grandes janelas instaladas por toda a residência.

   Foto: Divulgação

O uso das paredes transparentes não significa que não exista privacidade dentro do prédio. Assim como acontece na maior parte das residências norte-americanas, a casa possui paredes internas em madeira e gesso, dessa forma, a parte de dentro é bastante semelhante a qualquer outra. Ela também conta com sistema de calefação, para que seja possível enfrentar os inversos rigorosos do norte dos Estados Unidos.

  Foto: Divulgação

No telhado os arquitetos utilizaram uma manta térmica prateada que reflete a luz solar excessiva, promovendo maior conforto térmico interno durante os dias quentes. O projeto e reforma levou três anos para ser concluído e os arquitetos mantiveram ao máximo as formas originais.

Fonte: CicloVivo

25 de mar de 2014

Fábrica faz sucesso com telhas de embalagem longa vida



Embalagens longa vida já foram vilãs do meio ambiente. Hoje não são mais. A empresa Eco-Lógica do Distrito Federal comprova essa realidade. Ela é especializada na fabricação de telhas e placas feitas com os componentes dessas embalagens, cuja principal fornecedora no país é a Tetra Pak.


A tecnologia que separa seus componentes - papel, plástico (polietileno) e alumínio - foi desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)da Universidade de São Paulo (USP) e já está sendo aplicada em outros países. Ela permite à multinacional destinar corretamente seus resíduos. “Sempre gostei de reciclagem. Todos deviam se preocupar e contribuir para a reciclagem e reaproveitamento de tudo que for possível”, afirma Ivanildo Rezende, diretor da Eco-Lógica.

A fábrica foi fundada há um ano e meio e está localizada em Vicente Pires, uma das regiões administrativas da capital federal. No momento, o empreendimento ocupa área de 450 m² e conta com equipe de quatro funcionários. A história da fábrica começou no dia em que Ivanildo conheceu duas telhas feitas com embalagens longa vida e as colocou à venda.
A Eco-Lógica começou vendendo 20 telhas por semana. Hoje a fábrica comercializa 50 telhas/dia.

Na época, ele comprava e revendia sobras de desmanches de casas e demolições em geral. Ele sabia o quanto as telhas de cerâmica e amianto eram problemáticas, pois se danificavam facilmente, não eram reaproveitadas e iam parar em lixões e aterros. “Quando conheci as telhas Tetra Pak, me apaixonei”, declara o empresário.

O empresário viajou para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais atrás de equipamento que pudesse separar e reciclar as embalagens longa vida. “São necessárias 1,5 mil caixas longa vida para se fazer uma telha”, informa. “Elas são excelentes para substituir as telhas de amianto, condenadas e proibidas em vários países”, comenta.

Ivanildo conta que inicialmente a Tetra Pak não o autorizou a produzir as telhas. “Achei que era só montar a fábrica”, revela. Depois de algum tempo e trâmites, foi aceito e a multinacional o treinou e disponibilizou consultor, que o orientou na montagem do empreendimento. Atualmente existem 30 fábricas como a Eco-Lógica em todo o país, que juntas produzem cerca de 100 mil telhas/mês.

A Tetra Pak fornece a matéria-prima a todas elas, que chega de São Paulo (SP) , custando R$ 250/tonelada. O equipamento chamado Hidrapulper separa o alumínio do polietileno. Nem sempre o frete dos caminhões, que transporta as embalagens longa vida até as fábricas, é cobrado, explica o empresário.


Clientela e benefícios

A clientela das telhas feitas com embalagens longa vida não para de crescer no DF. Inicialmente era composta por home centers, lojas e consumidores de baixa renda. Hoje, projetos arquitetônicos elaborados, que não expõem os telhados, dão preferência ao produto. “ As nossas telhas têm durabilidade de 30 anos, segundo a ABNT, e promovem conforto térmico, reduzindo 50% do calor. Sem falar que ela é antirruído, resistente à chuva de granizo e antichama”, ressalta.

Outra vantagem, que ele faz questão de destacar, é o fato das telhas recicladas não serem descartadas em aterros. “Nossa telha vira telha de novo. Ela vem da reciclagem e pode voltar a ser reciclada muitas vezes”, enfatiza. Ivanildo conta que investiu R$ 500 mil, por meio de empréstimos pessoais. Ele diz que não conseguiu crédito nas instituições financeiras públicas.

Tecnologia nacional

A tecnologia responsável pela segregação dos materiais das embalagens longa vida (20% de plástico, 5% de alumínio e 75% de papel) e fabricação de telhas é 100% brasileira e foi desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP). Ela é conhecida como tecnologia de plasma. “Esta tecnologia está sendo exportada para outros países”, informa Ivanildo.
A Tetra Pak está presente em 170 países. A telha de embalagens longa vida mede 2,20m X 90 cm e tem ondulação como as telhas de amianto. Uma custa R$ 35 e sua colocação é rápida e mais barata do que as convencionais de cerâmica e amianto, pois são leves, exigem menos estrutura e não se quebram, segundo o empresário.

A Eco-Lógica começou vendendo 20 telhas por semana. Hoje a fábrica comercializa 50 telhas/dia. A empresa está dobrando o turno dos funcionários e vai adquirir mais equipamentos para aumentar a produção. A meta é chegar a produzir 100 telhas/dia, nos próximos meses. Ivanildo faz cursos e recebe consultorias do Sebrae DF. Ele afirma que está muito satisfeito com empreendimento e que aprende muito com os técnicos da instituição. “Nossa meta é crescer no segmento de reciclagem, contribuindo sempre com o meio ambiente”, enfatiza. 

Canadenses projetam vila de casas na árvore


O escritório canadense de arquitetura Ferrow Partnership planejou um modelo de casa na árvore que não compromete o desenvolvimento e crescimento da espécie. Os arquitetos se inspiraram na forma de uma semente para o projeto que será uma vila turística.

Construir uma casa na árvore exige bastante da engenharia. Construir um conjunto com esse tipo de casa exige muito mais, principalmente se o intuito é ter um projeto sustentável.

Para que fosse possível manter a árvore intacta, os canadenses usaram a mesma lógica de um guarda-chuva. Assim sendo, cabos estruturais de alta resistência abraçarão árvore e serão os responsáveis por manter a estrutura fixa ao tronco, sem que seja necessário pregar uma madeira sequer à árvore.


Por estar localizado em uma Reserva da Biosfera da Unesco, os arquitetos também precisam se preocupar com os impactos gerados no ambiente ao redor durante a construção e na fase de uso. A estrutura, apelidada de Projeto Samara, será levantada durante o inverno, período em que pertubará menos os animais selvagens da floresta de Ontário, no Canadá, e contará com sistemas de compostagem, tratamento e reuso de água.


As casas na árvore serão construídas a partir de três placas de madeira pré-fabricadas, feitas com material certificado. A vila instalada no parque será como um oásis em que os turistas poderão ter o conforto de um quarto, mesmo estando imerso na natureza.

Fonte:  CicloVivo

24 de mar de 2014

Selo Leed deverá certificar residências sustentáveis no Brasil

GBC Brasil trabalha para certificar as residências brasileiras com o selo Leed

A construção civil é responsável por um alto consumo de recursos naturais e utiliza energia em larga escala, de acordo com números do Conselho Internacional da Construção. Mais de 50% dos resíduos sólidos gerados por atividades humanas são oriundos do setor, por exemplo.

Todavia, o conceito de construção sustentável amadurece e se consolida cada vez mais dentro da cadeia produtiva do setor. O Brasil é atualmente o quarto país do mundo quando o assunto são as certificações do selo Leed, concedido pelo Green Building Council (GBC), atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Mas o ranking deve mudar ainda em 2014.

Em entrevista exclusiva ao EcoD, o diretor do GBC Brasil, Felipe Faria, comentou alguns dos principais desafios da construção sustentável no país. Entre outros pontos, ele adiantou que o órgão também trabalha para também avaliar as residências. Na última semana, ele entregou o selo Leed Gold à fábrica da GM em Joinville (SC), a primeira da América do Sul a conquistar o certificado. 

EcoD: O que lhe faz projetar que o Brasil chegará este ano ao terceiro lugar do mundo em construções sustentáveis?

Felipe Faria: Temos um cenário de padronização dos conceitos de construção sustentável, uma busca de certificação pelos prédios comerciais de alto padrão, um crescimento do interesse de plantas industriais, então nós vemos um momento positivo que começa a se alinhar com políticas públicas de incentivo nas esferas federal, estadual e municipal. São incentivos financeiros, administrativos ou fiscais. De 2007 para cá nós observamos também um aumento da capacitação profissional. Todos esses fatores resultam na redução de custo do processo de certificação, uma melhor compreensão das tecnologias voltadas a esse segmento.

Felipe Faria, diretor do GBC Brasil, adiantou que o país deve assumir a 
terceira posição no ranking de construções sustentáveis neste ano
Foto: Divulgação

O empresariado já compreende que trata-se de um investimento, em vez de apenas "mais um custo"?

Sim. Há o vencimento da principal barreira no que diz respeito a promoção da sustentabilidade, que é a falta de informação - às vezes o stakeholder da construção civil achava que era muito mais caro do que realmente é, bem como achava que o impacto ambiental de sua obra era bem menor do que realmente é.

E quais são esses impactos?

No Brasil, os impactos ambientais diretos e indiretos da construção civil resultam no consumo de 21% de toda água potável, 44% de toda eletricidade, geração de 65% de resíduos, emissões de cerca de 20% dos gases de efeito estufa, só para citar alguns exemplos. Mas hoje, com muita facilidade, conseguimos reduzir tais impactos.
Já há uma quebra da visão imediatista do setor, deixando claro que a opção mais vantajosa quando se pensa numa edificação é a sustentabilidade.

Qualquer discussão acerca do combate às mudanças climáticas tem foco na construção sustentável. A construção sustentável permite também o retorno econômico para diversos stakeholders (investidores, administradores da obra e usuários). Já há uma quebra da visão imediatista do setor, deixando claro que a opção mais vantajosa quando se pensa numa edificação é a sustentabilidade.

O que é mais fácil: aplicar medidas sustentáveis antes da execução da obra ou depois?

O ideal é que os critérios ambientais que vão integrar a construção já estejam previstos desde o projeto. Essa fase de estudos de conceituação é extremamente importante. Por exemplo: vamos otimizar a entrada de iluminação natural no prédio. Mas também é possível realizar a certificação em prédios já existentes. Hoje no Brasil temos diversos projetos de retrofit nos quais se consegue grande redução de consumo tanto de energia quanto de água em prédios obsoletos do ponto de vista operacional - com retorno econômico de nove meses a dois anos. É muito mais fácil, barato e rápido investir em eficiência energética, que no aumento de produção de energia.

Além de prédios comerciais e industriais, o Leed também certificará casas no Brasil?

Nós verificamos uma oportunidade de iniciar a disseminação desses conceitos numa esfera residencial, que hoje tem o maior volume construtivo do país. Na parte de residências, nosso comitê técnico, que tem mais de 200 profissionais, trabalhou há cerca de dois anos em um referencial técnico para casas. Fizemos um pré-lançamento dele em 2012, em nossa conferência internacional, quando abrimos para a inscrição de projetos-pilotos. Recebemos 25 inscrições, mas por conta do número limitado de nossa equipe escolhemos apenas nove projetos, que estarão finalizados em maio de 2014.

Esperamos fazer o lançamento oficial desse documento técnico em nossa conferência nacional, marcada para a primeira semana de agosto. Existe a possibilidade de criarmos um processo próprio de certificação de casas, mas independentemente disso teremos um documento feito pelos principais profissionais do mercado, testado como projeto-piloto, que servirá como referência para a construção de residências. 

De todos os critérios que o selo Leed leva em conta, qual é o mais difícil de ser aplicado nas construções?

Seguramente, são as metas de eficiência energética. É preciso seguir a norma técnica (o que não é fácil). Vou te dar um exemplo. A fábrica da GM em Joinville conseguiu reduzir o consumo de energia em 13,8% em comparação aos sistemas e equipamentos da norma norte-americana Ashrae, que é a mais respeitada do setor.

Fonte: EcoD

Tecnologia promete acabar com os fios de eletricidade em casa


Imagine não ser obrigado a ficar parado junto à tomada esperando o celular carregar enquanto conversa com alguém, ou ter a liberdade de levar seu abajur a qualquer canto da casa sem se preocupar com a tomada. É o propõe a startup WiTricity, criadora de uma tecnologia capaz de garantir esse tipo de facilidade.

O produto em questão desenvolve um campo magnético no ambiente, espalhando a eletricidade que está ligada a uma fonte ressonadora: uma bobina de fio elétrico.

Quando outra bobina é colocada próxima àquela, cria-se o campo magnético e os aparelhos eletrônicos que entrarem nesse espaço passam a ser alimentados. Não há riscos às pessoas porque o campo é o mesmo utilizado por roteadores Wi-Fi.

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Seria possível usar a tecnologia em celulares, laptops, tablets, controles de televisão (e na própria TV) e uma série de outras coisas comuns, como lâmpadas. Para isso, basta anexar uma bobina às baterias.

Outra possibilidade está no carros, que podem ser carregados dessa forma. Indo mais longe, dá para construir uma estrada cheia de ressonadores e assim os carros elétricos sequer precisariam de baterias, pois seriam alimentados conforme trafegam.

Fontes: CNN e WGBH     Via: Olhar Digital

22 de mar de 2014

Cartilha do Sebrae dá 18 dicas de eficiência energética

Trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes ajuda a economizar energia

Dicas para reduzir o desperdício e produzir mais com menos:

Quanto mais controlados, simples e rápidos forem os processos, mais lucrativa e ecológica será a sua empresa!
Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que são mais econômicas;
Apague as lâmpadas dos ambientes desocupados;
Evite o sol direto nos ambientes e nos aparelhos de ar condicionado, assim você gasta menos;
Aproveite ao máximo a iluminação natural e evite ligar as lâmpadas durante o dia;
Instale os aparelhos de ar condicionado na parte superior dos ambientes;
Limpe sempre o filtro para diminuir o consumo e melhorar a qualidade do ar que você respira;
Quando o ar condicionado estiver ligado, deixe as portas e janelas fechadas;
Pinte as paredes e tetos com cores claras, assim você precisará de menos luz para iluminar bem os ambientes;
Desligue os aparelhos assim que os ambientes forem desocupados;
Regule a temperatura de acordo com o alimento que for armazenado;
Providencie regularmente a limpeza para evitar o acúmulo de gelo;
Tente arrumar os produtos dentro da geladeira de modo que não impeça a circulação do ar dentro dela. Evite vidros ou plásticos para forrar as prateleiras;
Prefira sempre o uso de ventilação natural e ventiladores. É mais econômico e saudável;
Prefira geladeiras que consomem menos energia - Selo Procel, letra A;
Verifique sempre o estado de conservação das borrachas de vedação;
Evite armazenar grandes quantidades de produtos ainda quentes;
Evite a abertura e fechamento da porta da geladeira constantemente;
Instale a geladeira em local ventilado, protegido do calor dos raios solares.

SEBRAE-MG - Eficiência Energética
A cartilha você pode baixar pelo site: http://www.sebrae.com.br/
Via: EcoD

Colômbia finaliza o segundo maior jardim vertical do mundo


A cidade de Medelín, na Colômbia, detém o segundo maior jardim vertical do mundo. A estrutura está instalada em um prédio residencial e conta com 92 metros de altura.

O jardim foi apelidado de “Green Medellin” e é fruto do trabalho em parceria da Groncol e da Paisajismo Urbano. Cada uma das empresas foi responsável por uma parte específica do projeto. A Groncol fez o desenho e construiu a parede viva, enquanto toda a escolha das espécies e sistema de hidroponia ficou por conta da Paisajismo Urbano, conforme informado pelo Inhabitat.

Para construir um jardim vertical deste porte é necessário atentar a diversos fatores. Por isso, os paisagistas responsáveis pelo projeto utilizaram plantas nativas e diversas, mas todas elas altamente resistentes, principalmente por consequência dos ventos.


Os jardins verticais não são somente bonitos, eles podem trazer diversos benefícios à construção. Em termos ambientais, ele absorve parte da água da chuva e captam gás carbono. Além disso, as paredes vivas podem reduzir em até 20% os gastos com energia proveniente do uso de ar-condicionado e valorizar o preço de mercado do edifício, de acordo com a Groncol.


Os moradores do prédio serão privilegiados. Além de todos os benefícios que uma parede verde pode oferecer, eles ainda poderão admirar o jardim vertical do conforto de suas sacadas.
Fonte:  CicloVivo

20 de mar de 2014

Em dois dias, fotógrafo e arquiteto constroem residência na floresta


Utilizando peças pré-fabricadas sob medida e prontas para montagem, dois profissionais levantaram uma casa sustentável em tempo recorde. A construção rendeu até uma indicação para um prêmio de arquitetura húngaro.

      Archanddesign

                         Styleofdesign


A pequena residência foi construída na floresta de Pilis, onde há montanhas com belas paisagens – popular destino de férias na Hungria. De acordo com o Atitude Sustentável, o fotógrafo Zsolt Batar e o arquiteto Bence Turany, da T2. a Architects, afirmam que o projeto é o resultado de conversas que tiveram sobre arte, arquitetura e design.


Com 210 metros quadrados, a residência possui dois pavimentos. O espaço inferior inclui salas de estar, jantar e cozinha. Já no ambiente superior estão localizados dois quartos e banheiro. A parte externa mescla o estilo rústico e moderno e a área interna recria um ambiente de uma casa na montanha, segundo o Catraca Livre.

Em toda a residência foram colocadas grandes janelas, que proporcionam a maior entrada de luz natural e permitem que incríveis paisagens da floresta possam ser avistadas em seu interior. Essa amplitude também evidencia a intenção dos criadores em mesclar arquitetura e fotografia.


As peças pré-fabricadas permitiram mais economia e redução na geração de resíduos. Para o fotógrafo, a inovação do projeto se justifica pelo trabalho em equipe e a soma de dois profissionais com visões diferentes. Inclusive, o rendeu a indicação ao prêmio Hungary’s Media Architecture Price de 2013.

Fonte:  CicloVivo

Kit jardim vertical pode ser instalado com facilidade


Começou a ser comercializado o sistema de jardim vertical da Ecotelhado, empresa especializada em infraestrutura verde. O produto, que já estava no mercado para paisagistas e profissionais do setor, agora já é disponível pela internet, e no mês de abril, em loja física, os consumidores poderão comprar o kit para montagem do jardim vertical.

O sistema foi desenvolvido para que qualquer pessoa possa ter e montar sozinha uma parede verde em casa.

Os jardins verticais são conhecidos por possibilitar o cultivo de plantas e hortaliças em pequenos espaços. Mas, além de embelezar varandas e sacadas, têm se revelado uma solução para inserir o verde nos centros urbanos, trazendo conforto térmico interno e a biodiversidade.

     Imagens: Divulgação/Ecotelhado

O kit, desenvolvido para que qualquer pessoa possa montar, possui cinco módulos de plástico de alta durabilidade, com 45 cm de largura, que podem ser sobrepostos em cascata a cada 10 cm de altura.

Sua instalação é muito fácil, basta parafusar duas cremalheiras metálicas a cada coluna de módulos e pode ser desmontado e transportado sem perda de plantas ou material. Além disso, o sistema não requer impermeabilização da parede, podendo ser instalado, inclusive, em gesso.

   Fotos: Divulgação/Ecotelhado

O jardim vertical da Ecotelhado deve ser preferencialmente instalado em paredes externas com bastante incidência de luz. Em apartamentos, é indicado buscar paredes internas próximas à janela ou em varandas com fechamento.

    Fotos: Divulgação/Ecotelhado

O kit utiliza argila expandida, o que facilita ainda mais a manutenção e a instalação. O tipo de vegetação varia de acordo com a temperatura, sombreamento, irradiação solar e a quantidade de vento que a parede onde será instalado recebe.

    Imagem: Divulgação/Ecotelhado

O sistema também é interessante para a pessoa fazer horta e plantar hortaliças e temperos, como salsa, tempero verde, manjerona, manjericão, cidra, boldo, entre muitas outras.

     Foto: Divulgação/Ecotelhado

O produto já está sendo comercializado online (veja aqui) no valor de R$149,90 e a partir de abril estará disponível também nas lojas da rede Leroy Merlin.

Fonte: CicloVivo

19 de mar de 2014

Arquitetura Sustentável


Segundo o Wikipedia, arquitetura sustentável:

"É um processo em permanente evolução que enfoca estratégias inovadoras e tecnologias para melhorar a qualidade de vida cotidiana. Sua abordagem envolve principalmente: diretrizes projetuais formais e espaciais; eficiência energética na construção e sua manutenção; aproveitamento de estruturas pré-existentes; especificação de materiais utilizados; e planejamento territorial envolvendo a proteção de contornos naturais".

    Greener City (Ensaio para uma cidade sustentável)

Ou seja, pra uma construção ser realmente sustentável, é necessário que se faça uma análise prévia de todos os processos e elementos que irão ser utilizados e re-utilizados em uma obra. Os principais elementos a serem considerados em um projeto sustentável são:

Água

O projeto de um edifício sustentável deve prever a redução no consumo de água e uma gestão inteligente deste recurso, através de tecnologias de reúso de água, utilização das águas pluviais e equipamentos de redução de consumo tais como torneiras e chuveiros com temporizadores ou sensores.

Energia

Um aspecto já tradicional da arquitetura sustentável é o o aquecimento solar da água.

   Placas de Aquecimento Solar

Materiais Ecológicos

São considerados materiais ecológicos aqueles produzidos com menor impacto no meio-ambiente. Entre os utilizados na construção sustentável pode-se citar: blocos de terra comprimida, o adobe, tintas sem componentes voláteis tóxicos, materiais reciclados, madeira certificada ou de curto ciclo de renovação, entre outros.
Os materiais regionais são priorizados na construção sustentável, pois reduzem o percurso de transporte e emissão de gás carbônico da queima do combustível e priorizam o desenvolvimento do comércio/indústria regional.

Resíduos

Os resíduos da construção civil têm impacto significativo no volume de resíduos das cidades. Para além do seu grande volume, quando não separados na origem tornam-se de difícil re-utilização, impossibilitando muitas vezes a sua reciclagem. A atenção dada a este pormenor é outra das suas características.
Para este último, hoje já existem soluções de reaproveitamento dos materiais na construção. Água, areia e cimento são reutilizados em novas misturas para o preparo do concreto.
Ontem mesmo, assistindo ao jornal, vi uma reportagem sobre uma universidade particular de Santa Catarina que fez pesquisas acerca de resíduos de tijolos no preparo de concreto. O resultado dessa mistura é de um aumento em 16% no desempenho do material.


Definir sustentável é fácil, mas definir o que realmente deva ser uma Arquitetura Sustentável, que implica em rever todo processo histórico e cultural de produção, o econômico e o social, continuando pelos materiais escolhidos, passando pelo conforto térmico e chegando no dilema energético que se apresenta, e mais a questão das águas, do uso e tratamento dos efluentes, chegando à um quadro bastante difícil de pintar para conseguir dizer com propriedade: aqui está uma Arquitetura Sustentável!

Qualquer tese desenvolvida a respeito, cria sistemas exatos sobre como tratar melhor o consumo energético, os efluentes, os materiais utilizados, as relações produtivas locais envolvidas, a climatização utilizando ventos dominantes, orientações solares adequadas, latitudes-longitudes, umidades relativas do ar, radiação solar local... Mas, alguns elementos integrantes desse conjunto, pretenso sustentável, esbarram em outro conjunto não tão sustentável assim.

O que vemos hoje na mídia, sendo apregoado como sustentabilidade, não passa de um engodo, jargão de modismo para parecer que a empresa incolor é verde. A arquitetura, como forma de produção, criadora de produtos imobiliários, acaba sendo levada a mentir: criam-se mega-projetos "sustentáveis", como se mega-projetos o fossem; mostra um modo de viver igual e insustentável como antes, dentro de uma nova roupagem estética e eco-lógica-mente-correta.

Desde a construção das torres Petronas que a Malásia, e mais propriamente a sua capital, Kuala Lumpur, é referência na arquitetura mundial. Assim sendo, não surpreende ali vermos nascerem mais alguns edifícios notórios. Só que, desta vez, o seu interesse não reside na altura – bem pelo contrário! – mas sim no fato de serem bons exemplos de arquitetura bioclimática e sustentável. Oito edifícios invulgares irão prolongar a frente urbana de Putrajaya, zona situada 30 km a Sul da capital e conhecida como Precinct 4.

A Sustentabilidade deve ser uma meta. Elementos que geram sustentabilidade devem fazer parte da produção arquitetônica dentro de critérios responsáveis e éticos. A consciência de fazer sustentável deve permear os projetos da nova era, inserindo elementos notadamente sustentáveis por mais simples que sejam, desde a simples reciclagem do lixo à independência energética da unidade habitacional. A cada inserção, a cada elemento, o Planeta agradece.

A cada árvore que deixou de ser cortada para fazer um batente especial em mogno, são toneladas de oxigênio, climatização e nichos ecológicos preservados - informes sobre essa matéria estão amplamente disponibilizados na mídia - informe-se! Saiba quais as empresas que verdadeiramente estão comprometidas com isso, quais os dirigentes políticos e empresários que não trazem o verde só no discurso.

   Exemplo de Teto Verde



Bulgária ganha complexo sustentável com paredes de escalada


A cidade de Sófia, capital da Bulgária, está prestes a ganhar um centro multiuso que unirá esporte, bem-estar e sustentabilidade. Projetado para ser a sede da Walltopia, empresa búlgara que produz artigos para escalada, o local, batizado de Collider Activity Center, vai aproveitar ao máximo a luz do sol para reduzir os gastos de energia, por meio de sua arrojada estrutura, que também abrigará estufas em seu interior, diminuindo as emissões de carbono, ao mesmo tempo em que produz alimentos.

Os responsáveis pelo projeto são os arquitetos do escritório MARS, envolvidos em diversas criações sustentáveis. Ao desenhar o centro de convivência, a equipe levou em conta o conceito do pós-modernismo, construindo um edifício “dobrado”, com paredes externas irregulares que podem ser escaladas – e que, juntamente com as amplas janelas, permitem que a luz do sol seja aproveitada da forma mais eficiente possível nos ambientes internos.


Segundo informou o InHabitat, a estrutura inclinada consegue minimizar o calor na parte de dentro, reduzindo a utilização do ar condicionado, e evitar a ocorrência de sombra do lado de fora, diminuindo, também, a intensidade de iluminação nas imediações do edifício.

Além das estufas instaladas num pátio do Collider Activity Center, o projeto do prédio “escalável” agrega também escritórios e um restaurante. Do lado de fora, também está incluído um spa, piscinas e um centro esportivo, que abrigará quadras e uma academia. Fora isso, os visitantes poderão usufruir de áreas de lazer situadas dentro e fora do complexo.


Na cobertura do edifício (onde acabam as paredes externas de escalada), os visitantes poderão curtir a vista do monte Vitosha, um dos pontos turísticos mais procurados pelos aventureiros que passam pela Bulgária. A parte superior do centro multiuso também vai abrigar um bar, que terá como paisagem a visão do monte gelado.

Para a construção de sua nova sede, a Walltopia realizou um concurso com arquitetos de vários países, que apostaram na criatividade e enviaram seus projetos à empresa. O Collider Activity Center, da MARS Architects, foi o primeiro colocado na disputa.

Fonte: CicloVivo     Por Gabriel Felix