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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

8 de dez de 2012

Norte-americano cria lâmpada de plástico flexível mais sustentável que o LED



Feita de plástico maleável, a lâmpada não quebra e pode ser moldada em diversos formatos. | Foto: Divulgação
 
David Carroll, professor de física na Universidade de Wake Forrest, nos EUA, criou uma nova lâmpada de plástico flexível. A tecnologia, batizada de FIPEL, é mais econômica e mais duradoura que o LED, e não utiliza mercúrio e nem resíduos cáusticos.

A nova fonte de iluminação promete ser mais eficiente que o LED. Além de emitir uma luminosidade mais intensa do que os produtos atualmente disponíveis no mercado, a FIPEL é uma lâmpada produzida apenas com plástico, que não quebra, como as convencionais, e nem derrete, como os LEDs. Além disso, por ser flexível, o material é capaz de ser moldado em diversas formas, permitindo diferentes usos na decoração de ambientes.

Embora a FIPEL seja mais brilhante do que o LED, a luminosidade é menos artificial e não agride os olhos, ao contrário das outras lâmpadas. Isso acontece porque o material tenta reproduzir a luz solar natural, a qual os olhos já estão acostumados. No entanto, é possível alterar as cores do plástico, conferindo mais um recurso decorativo.

A eficiência da FIPEL fica por conta das três camadas plásticas que formam a lâmpada. Compostas por nanopartículas, as partes ficam aquecidas quando a corrente elétrica passa por elas. Outra vantagem desta fonte de luz é a sua composição, que não contém mercúrio e nem substâncias cáusticas, que contaminam o meio ambiente e podem causar danos à saúde das pessoas.

Carroll e sua equipe ainda afirmam que cada exemplar pode durar mais de dez anos com a mesma intensidade de quando foi comprada. A intenção dos criadores é fazer com que a mesma luz tenha aplicações diferentes, seja nas residências, na iluminação pública, em cenários teatrais, em bares ou casas noturnas.

A universidade ainda não firmou todos os acordos comerciais, entretanto, é possível que os primeiros exemplares cheguem ao mercado no ano que vem. Carroll ainda afirma que a FIPEL tem baixos custos de produção. Com informações do TreeHugger.

Fonte: Ciclo Vivo