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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

29 de dez de 2012

Aprenda a fazer caixas de som para celular com latinhas de Pringles


Transformar latinhas de Pringles em caixas de som para celular é fácile  barato. | Foto: Mashable
As latinhas de Pringles são sempre muito úteis, mesmo após todas as batatas terem sido devoradas. O CicloVivo dá a dica de como transformar esta embalagem em uma caixinha de som para celular, e o RaisisdoSer segue divulgando. A sugestão foi publicada no site norte-americano Mashable.

Este artesanato é simples, útil e barato. A economia é ainda maior se for considerado o valor de um amplificador comum para celular, que custa em média R$ 90. Além disso, a invenção é bastante eficiente e eleva tanto o volume da música, como a qualidade do som.

Materiais necessários:

- Estilete;

- Canetão;

- Dois prendedores de papel;

- Papel higiênico;

- Tinta spray;

- Fita crepe.

Como fazer:

O primeiro passo consiste em marcar o buraco em que o celular será encaixado. Para isso, meça a grossura e a largura do aparelho, para deixar o corte bem justo. É preciso atentar à saída de som do celular, para que ela fique dentro da latinha, conforme mostrado na galeria de imagens.

A marcação deve estar a, aproximadamente, dois dedos acima do fundo da lata. Com a medida feita, basta cortar com cuidado. Os dois grampos serão fixados com fita crepe nas laterais, para apoiar a latinha e impedir que ela role enquanto o celular estiver tocando.

Neste passo o amplificador já está praticamente pronto, no entanto é legal dar um acabamento e deixá-lo mais atraente. Para isso, pinte toda a lata com tinta spray. Após secar, preencha o espaço interno com um pouco de papel higiênico, 14 centímetros são suficientes para abafar e melhorar a qualidade do som executado e é só colocar a música para tocar. Com informações do Mashable.

Via: CicloVivo

Arquitetos belgas projetam condomínio sustentável


Os muros baixos e uma divisória simples fazem com que praticamente não existam fronteiras entre as residências e a área comum. | Foto: Divulgação
O escritório belga de arquitetura Buro II & Archi+I é o responsável pela criação de um condomínio sustentável, construído na Bélgica. As casas são construídas de maneira ambientalmente correta e com baixo consumo energético.

O complexo tem as casas dividias em dois lotes. Em um deles, localizado em Beheerstraat, estão 43 residências, enquanto as outras 32 estão em Dendermondestraat, dispostas linearmente de maneira clássica.

Os muros baixos e uma divisória simples fazem com que praticamente não existam fronteiras entre as residências e a área comum. O pátio possui bancos e vegetações que tornam o ambiente atrativo e elevam o tom de comunidade entre os moradores.

Todas as casas seguem o mesmo padrão de construção, com fachadas iguais e dispostas em oito blocos. Existe uma preocupação grande em reduzir o impacto do projeto e também de seu uso. Por isso, os arquitetos utilizaram sistemas fotovoltaicos para a produção de energia limpa e técnicas de recuperação da água da chuva.

A estrutura foi feita com materiais ambientalmente corretos e cuidadosamente escolhidos. Além disso, todas as casas possuem sistema de isolamento térmico e ventilação otimizados, para reduzir o desperdício de energia.Com informações do ArchDaily.

Via: CicloVivo

Pallets velhos são transformados em moradias para refugiados



Um grupo de quatro ou cinco pessoas é capaz de construir um destes abrigos em uma semana, utilizando apenas ferramentas manuais. | Foto:Divulgação
As arquitetas Azin Valy e Suzan Wines, no escritório norte-americano I-Beam são as responsáveis por um projeto que cria moradias para refugiados, reaproveitando pallets usados. A ideia resolve dois problemas de uma só vez: a falta de moradia e a quantidade de materiais descartados indevidamente em aterros sanitários.

A ideia de usar os pallets como matéria-prima para a construção das casas deve-se à praticidade do material e ao baixo custo que eles representam. As residências são pequenas, com aproximadamente 20 m2. Cada uma delas pode ser construída com 80 pallets reaproveitados.

As paredes internas e externas das casas são preenchidas com uma pequena tela de isopor, para conter os ventos e a chuva. Em regiões em que o mau tempo predomina é possível usar placas de isopor mais resistentes para aumentar a proteção.

De acordo as arquitetas, um grupo de quatro ou cinco pessoas é capaz de construir um destes abrigos em uma semana, utilizando apenas ferramentas manuais. O projeto ganhou Menção Honrosa em um concurso para a concepção de alojamentos provisórios para refugiados que regressam do Kosovo.

“O nosso objetivo também foi o de desenvolver uma solução para moradias permanentes, para servirem não só aos refugiados em zonas de risco, mas também como uma solução modular, pré-fabricada para habitação a preços acessíveis e que podem melhorar a vida das pessoas em qualquer lugar”, informaram as arquitetas ao site Daily Mail.

Elas exaltam as características sustentáveis dos pallets, como o baixo preço, o pouco impacto ambiental, a vasta disponibilidade e a facilidade no transporte, que o torna acessível em qualquer local. Com informações do Daily Mail.

Via: CicloVivo

Sueco desenvolve plataforma flutuante abastecida por energia solar



Especializado em projetos de obras sustentáveis, o escritório Kenjo construiu, na Suécia, uma plataforma flutuante movida a energia solar. A cabine possui placas fotovoltaicas no telhado e um sistema de acesso à água potável.

Tudo começou num seriado de arquitetura veiculado em um canal sueco: os irmãos Sandell, participantes do programa, decidiram aumentar o tamanho da casa em que vivem, localizada às margens de um lago em Muskö, na Suécia. O objetivo da dupla era aproveitar ao máximo a interação do lar com a natureza, além de aumentar o espaço da residência.

O projeto, elaborado pelo escritório de arquitetura Kenjo, ganhou destaque por explorar recursos simples e sustentáveis: a estrutura tem uma cabine posicionada sobre uma plataforma, que se desloca pelo lago, utilizando, como combustível, a energia produzida pelos painéis fotovoltaicos instalados em seu telhado. Além disso, os raios de sol também abastecem a iluminação e o sistema de som da casa flutuante.

Não apenas o circuito elétrico da plataforma flutuante é sustentável, como também os materiais utilizados na construção da estrutura. Para erguer as paredes da casa da família Sandell, os arquitetos apostaram em uma madeira extraída de uma árvore local, que, segundo eles, é um recurso renovável. A cabine flutuante também conta com janelas de energia eficiente, responsáveis pelo aproveitamento máximo da luz solar no espaço interno da estrutura.

O interior da cabine desenvolvida pelos arquitetos é baseado em uma sala de estar, com móveis simples e iluminação em LED. Na parte externa da plataforma, foram instaladas cadeiras, almofadas e vasos de plantas, além de uma escada para os mais corajosos, que se aventurarem a dar um mergulho no gelado lago sueco.Com informações do InHabitat.

Via:  CicloVivo

Arquitetos espanhóis projetam casa com contêineres e pallets no Chile



A fusão de uma empresa chilena e dois arquitetos espanhóis resultou em um interessante imóvel ecológico construído com 85% do material reaproveitado. Entre os itens utilizados estão contêineres e pallets de madeira.

Chamada de Casa Manifesto, a residência possui 70% de autonomia em geração de energia devido ao uso de placas solares e de um sistema de isolamento térmico de celulose reciclada, feita a partir de jornal.

Também pensando na economia de energia, as paredes foram revestidas com pallets de madeira, permitindo que sejam abertas. Desta forma, há mais aproveitamento da luz do sol durante o dia e ainda facilita circulação de ar no ambiente.

A casa foi construída com uma estrutura modular de três contêineres marítimos de metal. Também foram utilizadas vigas de demolição, madeira sustentável e pintura de baixo impacto.

A Casa Manifesto possui 160 m2 e está localizada no topo de uma colina, em Curacaví, região metropolitana de Santiago, no Chile. Os responsáveis pela obra são os arquitetos Jaime Gaztelu e Mauricio Galeano e a empresa chilena, especialista em construção sustentável, Infiniski.

A companhia afirma em seu site que as construções ecológicas custam 20% a menos do que uma casa tradicional. Além disso, são edificadas rapidamente, sem perder a qualidade. A Casa Manifesto possui uma sala de jantar, um quarto e uma suíte, cozinha, varanda na parte baixa e uma sacada envidraçada com uma bela paisagem para o vale. Com informações da Revista Vida Simples.

Fonte: Ciclo Vivo

Escritório dinamarquês projeta hospital sustentável


O projeto começará a ser desenvolvido no ano que vem, para abrigar um complexo hospitalar e a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Aalborg. | Foto: Divulgação
O Hospital Universitário de Aalborg foi projetado por arquitetos de um escritório dinamarquês, que levaram em conta alguns princípios de sustentabilidade, como o uso da luz natural nos ambientes internos e o aproveitamento total dos espaços de convivência.

projeto vai abrigar um complexo hospitalar e a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Aalborg. Financiadas pelo governo dinamarquês, as obras terão início no ano que vem. A conclusão do empreendimento está prevista para 2020. A proposta dos arquitetos é construir uma estrutura que beneficie a todos os usuários do hospital, valorizando mais o meio ambiente, do que a formalidade dos médicos.

lexo de 330 mil metros quadrados rendeu um prêmio aos arquitetos do escritório Schmidt Hammer Lassen Architects, que desenvolveram o projeto. Para os jurados do Indigo Consortium, que elegeram a criação, o principal atrativo do hospital sustentável é a humanização do espaço, que permite várias maneiras de integração entre as pessoas. A Ata do Júri informou que “a união dos arquitetos conseguiu criar um hospital funcional e acolhedor, em relação à escala humana, tanto nos espaços internos, como nos espaços externos”. 

As vias de circulação do hospital foram projetadas para promover a integração entre os usuários. Nos ambientes externos, as ruas e os pátios são arborizados, e, quando se encontram, formam diversos espaços que podem ser ocupados pelas pessoas. 

Já nos ambientes internos, em que ficarão acomodados os pacientes e seus familiares, foram adotadas estratégias para reforçar a paisagem do lado de fora, a fim de proporcionar maior interação com as características ambientais da região e permitir que a estrutura interna receba mais luminosidade natural, reduzindo, assim, o consumo de energia. Todos os ambientes do complexo serão interligados por uma rua principal, que priorizará o acesso os atendimentos de emergência.

Fonte: Ciclo Vivo


15 de dez de 2012

Passarela de vidro sobre o Grand Canyon

A Skywalk é uma enorme plataforma de vidro construída a beira de um precipício no vale Grand Canyon
Grand Canyon Skywalk

Em 1996, David Jin, um empresário e promotor turístico de Las Vegas, apresentou formalmente a idéia da Skywalk aos Hualapai, tribo que domina quatro mil quilômetros quadrados ao longo do rio Colorado. Eles têm um governo autônomo e vivem da exploração turística da área. O design original da Skywalk era de uma plataforma retangular que se estenderia em linha reta ao longo da borda do cânion, mas a idéia evoluiu, chegando a essa maravilha da arquitetura e engenharia. A primeira passarela de vidro em braço de suporte. Estando a 1200 metros acima do rio Colorado, a passarela comporta 120 visitantes por vez. O chão de vidro em formato de U permite aos turistas olharem diretamente para o precipício, como se estivessem flutuando. Os menos corajosos caminham pelas laterais, sem pisar nos vidros.

Detalhe da proteção usada

Sua estrutura possui 41 peças de vidro temperado laminado produzidos pelo Grupo Saint Gobain. Caso as peças fiquem riscadas, perdendo a transparência, há a possibilidade de serem substituídas. Mas para evitar desgastes os turistas são obrigados a calçarem uma espécie de pantufa que serve de proteção para o vidro. A passarela é capaz de suportar ventos com mais de 160km/h, de 8 direções diferentes, assim como terremotos de oito graus na escala Richter. Foram necessárias mais de 400 toneladas de aço para a construção da Grand Canyon Skywalk. Para se ter idéia, a ponte pode comportar o peso de 71 aviões Boeing 747 totalmente carregados (cerca de 30 mil toneladas) . O funcionamento da Skywalk é gerenciado pelo Grand Canyon Skywalk Development, LLC. e, depois de todas as despesas operacionais, os lucros são divididos entre David Jin e os Hualapai. A expectativa em torno da Skywalk é que contribua, à longo prazo, para o benefício da tribo. A plataforma já se tornou uma atração famosa, colocando a Nação Hualapai em evidência.

Grand Canyon Skywalk


Grand Canyon Skywalk

Estrutura do piso de vidro do Grand Canyon Skywalk


Fonte: Vidrado

11 de dez de 2012

Designer israelense cria casinhas de papelão para crianças



Pensado para crianças de três a seis anos que moram em pequenas casas ou apartamentos e não têm espaço para brincar.  | Foto: Design Boom
 
A designer israelense Liya Mairson projetou um “parquinho” divertido e ecológico para crianças. Feito de papelão, o cenário muda constantemente através de várias combinações que podem ser feitas com as peças dobráveis.

O projeto da designer foi intitulado “My Space”. A intenção é oferecer um espaço de brincadeiras para as crianças. Com o material reutilizável foram criados os elementos no estilo “pop-up”, ou seja, as dobraduras se sobressaem dando uma dimensão de mais realidade em cada folha de papelão. 

Uma peça se transforma em casinha com porta, sala e cozinha. As dobraduras viram também janelas, estantes e mesas. Ele foi pensado para crianças de três a seis anos que moram em pequenas casas ou apartamentos e não têm espaço para brincar. Também é uma alternativa para entreter as crianças em dias chuvosos.

O brinquedo não ocupa muito espaço nem mesmo na hora da armazenar. Quando a folha de papelão é dobrada e pode ser guardada em qualquer lugar, atrás da porta, embaixo da cama.

Liya Mairson é uma israelense, nascida em Tel Aviv, formada em engenharia e design pelo Instituto Shenkar. Além de papel, Liya trabalha com tecido, plástico, cerâmica e vidro.

O “My Space” não é produzido comercialmente, mas é uma ideia que pode servir de inspiração para montar sua própria casinha “pop-up” com papelões velhos. Através deste projeto a própria criança pode montar seu brinquedo sem a ajuda dos pais. Confira o vídeo abaixo para ver como funciona:

Com informações do Design Boom e Blog de brinquedo.

Via: CicloVivo

Cientista brasileira é reconhecida como “Green Talent” na Alemanha



Uma jovem e promissora cientista brasileira foi premiada na última quinta-feira (15) no renomado concurso de sustentabilidade “Green Talents”, promovido pelo governo Alemão.


O Ministério da Educação e Pesquisa Alemão pretende chamar a atenção junto à cientistas, empresas e políticos alemães, no seu segundo programa de patrocínio “Pesquisa em desenvolvimento sustentável”. Programas como o “Green Talents” ajudam a promover a pluralidade cultural e a criatividade que encorajam o desenvolvimento de soluções globais. “É por isso que nós tentamos intensificar as trocas globais entre jovens pesquisadores na área de meio ambiente e sustentabilidade”, explica o Secretário Estadual do Parlamento do Ministério Federal de Educação e Pesquisa Alemão (BMBF), Thomas Rachel, durante a cerimônia de premiação, em Berlim.


O ano de 2011 foi o 3º ano em que o BMBF organizou a competição internacional, o que evidencia a atividade excepcional de jovens cientistas no campo do desenvolvimento sustentável. Neste ano, 331 jovens pesquisadores, de 58 diferentes países, se inscreveram no concurso.


Um júri composto por especialistas alemães altamente qualificados selecionaram os 20 premiados deste ano. O júri procurou projetos de pesquisa com potencial para responder a desafios globais como: aquecimento global, escassez de energia e grandes contaminações do meio ambiente.


A vencedora do Brasil, Dra. Ana Paula Bortoleto, está pesquisando sobre descarte e reciclagem de resíduos. O júri premiou seu atual trabalho de pesquisa na Universidade de Sheffield, no qual ela compara programas de resíduos gestionados pela população de São Paulo com aqueles desenvolvidos na cidade de Sheffield, situada na Inglaterra.



Antes da cerimônia de premiação em Berlin, os “Green Talents” foram convidados a realizar uma jornada pela Alemanha, como parte do fórum científico de dez dias. Os “Green Talents” tiveram a oportunidade de visitar importantes instalações internacionais de pesquisa, universidades e empresas. “A semana de fóruns me proporcionou uma oportunidade singular de me familiarizar com projetos pioneiros em diversas áreas da tecnologia, e de me relacionar com especialistas alemães e jovens cientistas”, afirma Dra. Ana Paula Bortoleto, “Green Talent” do Brasil.

No total, 31cientistas brasileiros se inscreveram na competição deste ano. Agora, o Brasil já contabiliza seis “Green Talents” premiados. No próximo ano, os premiados poderão permanecer na Alemanha por vários meses para desenvolver suas pesquisas. A intenção é aprofundar o intercâmbio global no campo das pesquisas sobre sustentabilidade.

Fonte: Ciclo Vivo

Brasileiro recebe prêmio internacional por pesquisas em energia solar



Sua linha de pesquisa busca produzir células solares sensibilizadas por corantes e fotossíntese artificial. | Foto: Green Talents/Divulgação
 
O apoio às pesquisas científicas ainda é muito pequeno no Brasil. Essa é uma das questões que dão importância ao concurso "Green Talents”, que nesta edição premiou 25 jovens cientistas de todo o mundo, entre eles o químico Antônio Patrocínio, de 29 anos.

Patrocínio teve reconhecimento pela sua dedicação ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Há dez anos ele pesquisa o tema. O prêmio alemão analisou diferentes pesquisas relacionadas ao desenvolvimento sustentável.

"Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a conversão de energia solar", disse Patrocínio à Folha.

O pesquisador é também professor da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, e está focando seus estudos em dois aspectos: células solares sensibilizadas por corantes e dispositivos para fotossíntese artificial.

No processo atual de energia solar, uma placa de silício é responsável pela absorção da luz e pelo transporte dos elétrons gerados por esse processo, que a partir daí geram energia. O problema é que o silício precisa ser de altíssima pureza, tornando o processo muito caro.

Já com as células sensibilizadas por corantes não há necessidade dos processos caros de purificação. Elas são pesquisadas há cerca de 20 anos por diversas entidades, sendo que existem empresas estrangeiras que produzem produtos baseados nessa tecnologia.

Os cientistas tentam utilizar os mesmos conceitos aplicados nas células solares com corantes em dispositivos capazes de produzir combustíveis a partir de luz solar e compostos que sejam abundantes na Terra, como a água. Esse processo é chamado de fotossíntese artificial. Através dele seria possível converter e armazenar a alta quantidade de energia que é disponibilizada diariamente pelo sol em combustíveis como o oxigênio, o hidrogênio e o metano.

"Nosso maior desafio é mimetizar os organismos fotossintéticos sem a necessidade de reproduzir o ambiente de suas células, extremamente complexo e auto-organizado. Em uma analogia simples, queremos produzir uma folha em laboratório", explicou o químico à Folha.

Até o momento, os testes do químico estão apenas em nível laboratorial. Porém, com o reconhecimento do prêmio recebido na Alemanha, ele pôde ter contato com diferentes pesquisadores e instituições do país e isso deve ajudá-lo a realizar experimentos conjuntos e intercâmbio de alunos. Em 2013 Patrocínio fará um estágio de até três meses no país e ele poderá escolher a instituição de sua preferência. Com informações da Folha

Via: CicloVivo

Artista britânico cria “jardim de luz” movido a energia solar



Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas. | Foto: Bruno Munro/Field of Light 
 
O artista Bruce Munro tem uma grande admiração pelos efeitos de iluminação que podem ser criados. Por isso, começou a trabalhar nesta área e hoje surpreende as pessoas com suas instalações.

Seu trabalho com as luzes é tão incrível, que um de seus projetos foi aplicado no jardim do museu Holburne, localizado na cidade de Bath, na Inglaterra. Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas, que dão um realce criativo ao seu trabalho. A instalação é chamada de Field of Light e consiste em uma espécie de jardim que possui pontos de luz no lugar onde deveriam estar as flores.

As lâmpadas são sustentadas por hastes de acrílico e conectadas umas às outras por meio de cabos de fibra ótica. A técnica de Munro combina vidro, garrafas PET, fibra ótica e toda a energia utilizada para iluminar as instalações são provenientes de painéis de captação solar.

Para alguns, sua técnica lembra o filme Avatar, de James Cameron, mas não houve inspiração, uma vez que a primeira versão do projeto foi realizada em 2004 – ou seja, muito antes do longa-metragem. Desde então, seu trabalho foi levado para diversas regiões do país.

O interesse pelas luzes surgiu quando Munro ainda estava na escola, no Reino Unido. Tempos depois, ele se mudou para Sydney, na Austrália, onde se especializou em design e iluminação. De volta à Inglaterra, Munro abriu um estúdio em que trabalha com iluminação junto à sua equipe de designers. A empresa cria sistemas de iluminação arquitetônicos para residências, hotéis, restaurantes e outros espaços comerciais. Com informações da Revista PEGN e MauOscar.

Via: CicloVivo

Norte-americanos criam tecido solar com fibra óptica



A nova técnica permite a criação de tecidos de painéis solares elaborados com fibras ópticas. Foto: [luis]/Flickr
 
 
Cientistas da Universidade da Pensilvânia desenvolveram painéis solares flexíveis e portáteis, elaborados com fibra óptica. As pessoas poderão até mesmo “vestir” os painéis, que deverão ser utilizados para carregar aparelhos eletrônicos.

Uma experiência realizada pelo químico John Badding e sua equipe de pesquisadores, conseguiu integrar um conjunto de células solares no interior das fibras ópticas. A inovação tecnológica permite que sejam criados os tecidos solares – painéis fotovoltaicos, flexíveis e maleáveis que podem ser colocados em qualquer lugar.

De acordo com Badding, a nova técnica pode revolucionar os métodos de microgeração de energia limpa. “Como a fibra óptica tem flexibilidade, é possível criar tecidos a partir do material. Por isso, os painéis são dobráveis e podem até mesmo ser vestidos”, anima-se o pesquisador.

Além de contribuir para a geração de energia limpa, o dispositivo representa um avanço da tecnologia das fibras ópticas e do silício, uma das matérias-primas utilizadas na indústria da informática e na produção deste tecido fotovoltaico. Através do experimento, os cientistas descobriram que não será mais necessário unir a fibra óptica com os chips dos aparelhos eletrônicos, já que o silício poderá ser agregado aos próprios fios condutores.

Até agora, é provável que o material seja utilizado apenas para recarregar dispositivos móveis. No entanto, John Badding acredita que já é possível criar tecidos fotovoltaicos de maior comprimento. “Já desenvolvemos tecidos solares bem extensos, mas, agora, podemos criar uma estrutura maior que dez metros”, completa Badding.

Futuramente, os cientistas esperam agregar circuitos eletrônicos inteiros dentro das fibras ópticas, a fim de diminuir os problemas de conexão entre as fibras e os aparelhos eletrônicos. Com informações do Phys.org.

Via: CicloVivo

8 de dez de 2012

Saiba o que deve e o que não deve ir para a composteira



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Foto: Fora do Eixo

O lixo é um problema mundial e, com o gradativo aumento da população mundial, é preciso achar soluções cada vez mais capilarizadas para ele. Separar e reciclar o que é possível e reutilizar aquilo que consumimos viraram questões básicas e fazem parte da melhor solução individual para reduzir os impactos humanos no meio ambiente. Por isso, fazer a compostagem do material orgânico é uma ótima saída para reduzir a quantidade de lixo que produzimos, afinal, trata-se de um processo natural de decomposição que conta com o auxílio de minhocas para transformar as sobras de comida em adubo de primeira qualidade.

Quem usa composteira em casa precisa ficar atento ao que ela realmente é: uma casa de minhocas que transforma lixo natural em adubo. Por isso, nem tudo que estragou na geladeira ou sobrou do suco pode ser adicionado dentro daquele ambiente.

Existem diversos modelos de composteiras à venda pela internet ou em casas especializadas. Também é possível fazer sua própria composteira, como demonstra o vídeo acima. A partir do momento que você já tiver uma delas, deve ficar atento ao que pode e o ao que não pode ser compostado.

O que DEVE ir:
Restos de alimentos, como verduras, cascas e talos (podem se converter em excelentes fontes de nitrogênio);
Resíduos frescos, como podas de grama e folhas (possuem alta concentração de nitrogênio);
Serragem (não tratada - sem verniz) e folhas secas (ajudam no equilíbrio, são ricos em carbono e evitam o aparecimento de animais indesejados e do mau cheiro);
Alimentos cozidos ou assados (podem ser usados desde que em pequenas quantidades. É preciso evitar o excesso de sal e conservantes dos alimentos processados. Esse tipo de material não pode estar úmido, por isso se deve adicionar bastante pó de serra em cima dos restos);
Estercos de boi, de porco e de galinha (apenas se tiverem sido curtidos).

Utilizando 70% de resíduos ricos em carbono e apenas 30% ricos em nitrogênio temos uma fórmula equilibrada. Uma boa solução é separar um espaço em que os resíduos frescos possam secar antes de serem usados, gerando uma boa economia, pois se não houver serragem, os resíduos secos são excelentes substitutos. Outra dica tem a ver com a borra de café. Ela é uma grande aliada, pois inibe o aparecimento das formigas e é um excelente complemento nutricional para as minhocas. Vale adicionar o filtro de papel também à sua composteira.

O que NÃO DEVE ir:
Frutas cítricas (precisam de cuidado redobrado. Tanto a polpa quanto as cascas podem alterar o PH da terra;
Alho e cebola (também causam alterações no minhocário);
Fezes de gatos e cachorros;
Carnes, gorduras e laticínios (a decomposição é muito lenta e tais alimentos atraem animais indesejáveis).

Veja o vídeo sobre composteira:

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Produzido por eCycle
A eCycle é uma marca que tem origem no interesse pelas relações de consumo 
desenvolvidas entre indivíduos e empresas, sejam fabricantes de produtos ou prestadoras de serviços, e seus efeitos sobre a sociedade e o meio ambiente.


Via: Portal EcoD