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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

31 de ago de 2011

Sustentabilidade: Como Aplicá-la em Casa?


O conceito de sustentabilidade está muito mais presente entre nós nos últimos anos do que desde a sua criação. As mudanças em nosso clima e a aceleração da degradação das fontes de recursos naturais cada vez mais aceleradas; trouxeram as portas de nossas casas o chamamento individual de cada ser humano para a sua responsabilidade com a salvação de nosso planeta e com a conservação da vida, como a conhecemos, na face de nossa linda bola azul.
Isso se torna mais e mais evidente conforme as notícias de problemas provocados pelas alterações climáticas e pelo efeito estufa se multiplicam nos noticiários e, muitas vezes, quando os sentimos em nossa própria carne. Os milhares (ou milhões) de vítimas de furacões, tornados, maremotos, secas, enchentes e outros desastres de magnitude nunca vista; clamam por nossa ajuda e por socorro para aplacar sua dor e sofrimento.
Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? Como tornar algo trivial e corriqueiro um conceito tão “etéreo” para muitos seres humanos que têm pouca (ou nenhuma) instrução e são absolutamente dotados dos mais variados problemas e carências que se pode imaginar. Como levar a quem nada tem a importância de se conservar algo para as gerações futuras?
Talvez; aplicar a sustentabilidade em casa seja algo intangível demais para essas pessoas. Mas, com paciência e explicando pelo lado mais interessante para elas: o econômico; seremos capaz de fomentar o seu desejo, a sua colaboração e seu total empenho na formação de uma cultura de sustentabilidade doméstica muito mais rapidamente.
Basta que essas pessoas entendam que podem retirar do que normalmente abandonavam na natureza para se degradar por dezenas ou milhares de anos; algum tipo de lucro e de potencial econômico que possa melhorar suas vidas agora. Entender as sutilezas de garantir a sobrevida das futuras gerações pode ser extremamente difícil para alguém que acorda faminto e vai dormir desesperançado e com mais fome ainda. Portanto, aplicar a sustentabilidade em casa pode ser também uma nova forma de lucrar. Aqui e agora.
Sem dúvida, conseguir esse entendimento será vencer o desafio da aplicação da sustentabilidade em casa e da criação de uma cultura doméstica sustentável. Construir e instalar coletores de água de chuva e armazená-la para aproveitamento em limpeza e descargas sanitárias; aplicar a reciclagem aos resíduos orgânicos que normalmente iriam para o lixo e o oferecimento do produto final como adubo em residências ou casa de material para jardinagem. Reciclar os plásticos, latas e outros resíduos sólidos que iriam para o lixão ou parar nos rios e cursos d’água. Economizar nos gastos com energia elétrica e outros combustíveis.
Tudo isso poderá, em curtíssimo prazo, representar um ganho extra de dinheiro e elevar o padrão de vida dessas famílias pelo menos um pouquinho. Com isso, o dilema de como aplicar a sustentabilidade em casa será vencido e mais e mais lares se apresentarão para adotar as “boas práticas” e ganhar um lucro no processo.

Melhoria da qualidade do ar interior

Com o intuito de melhorar a qualidade da atmosfera interior da edificação, de forma a criar um ambiente mais saudável e menos emissor de poluentes foram escolhidos materiais que trazem em sua fórmula um porcentual mínimo de compostos voláteis, (substâncias nocivas a saúde e ao meio ambiente) sendo:
Banana Plac

Adesivos e Vedantes

Todos os adesivos e vedantes utilizados  não emitem Compostos Orgânicos Voláteis (COVs). Estes compostos são normalmente percebidos pelo cheiro e são prejudiciais á saúde, sendo os principais responsáveis pela contaminação ambiental interna.
Destaque para cola para revestimento usada para assentar ecopastilha em placa de reciclado de tubo de pasta de dente. Foram usados também vedacalha, prego líquido, cola espelho e “silicone”, todos livres de COV´s.

Selante e Impermeabilizante

Produto flexível, não derivado de petróleo é produzido à base de elastômero sintético, descartado por indústrias vidreiras. É atóxico, reflete os raios solares evitando o aquecimento da superfície e é resistente a ação UV.

Tubulação PPR

Toda a instalação hidráulica foi realizada com material em PPR, com a finalidade de reduzir o uso do PVC. O polipropileno (PPR) é um excelente isolante térmico, reduz a perda calórica da água transportada e retém por mais tempo a água quente no interior da tubulação, o que resulta numa economia significativa de energia. Seu sistema para instalações por Termofusão, não requer a utilização de materiais auxiliares tóxicos como colas e lixas assim a água transportada por este sistema apresenta um nível insuperável de potabilidade, visto que a matéria-prima possui absoluta atoxidade certificada.

BananaPlac

O BananaPlac é um painel laminado composto por fibras de bananeira e resinas de origem vegetal, que funciona como uma alternativa ao uso de laminados melamínicos (fórmica), compensados, aglomerados, etc. Além dos ganhos ecológicos, pois reaproveita um subproduto da cultura das bananas, ajuda no desenvolvimento social das regiões produtoras de banana.
Fonte: CRIA


30 de ago de 2011

Redução e minimização de resíduos e Produtos reciclados


A minimização ou redução de resíduos inclui qualquer prática, ambientalmente segura, de redução na fonte, reuso ou reciclagem e recuperação de materiais e/ou do conteúdo energético dos resíduos, visando reduzir a quantidade ou volume dos resíduos a serem tratados e adequadamente dispostos.
Tijolo piso drenanteTapetComposteira

Vasos e Ânforas

O Designer Domingos Tótora, elegeu o papel reciclado como matéria prima para o seu trabalho que transita entre a arte e o design. Suas peças possuem a certificação do Instituto de Qualidade Sustentável e o processo de produção é 100% manual. Na primeira etapa o papel Kraft reciclado é desmanchado, formando uma massa de celulose à qual é adicionada cola. Em seguida as peças são moldadas e após a secagem são impermeabilizadas. Para a reprodução das peças o designer conta com a ajuda de doze artesãos.

Revestimento Lepri Organic

As ecopastilhas da Lepri utilizam duas tecnologias ecologicamente corretas: esmalte confeccionado a partir das cinzas geradas nas queimas de madeira de olarias e cerâmicas e também o vidro reciclado na massa da cerâmica, este vidro é proveniente do reaproveitamento de resíduos de lâmpadas fluorescentes, (material que contém mercúrio em sua composição, que contamina o solo, os seres humanos e o meio ambiente, e que demoraria 200 anos para ser absorvido pela natureza).

TaPET Claudia Araújo

O tapPET, criado a partir do reaproveitamento de garrafas plásticas recicladas é confeccionado 100% com fio PET em tear manual. A proposta de Claudia Araújo é reaproveitar inovando no design, sem perder de vista a utilização e manutenção do produto. Os trabalhos são feitos à mão por um grupo de tecelãs no sul de Minas Gerais.

Almofadas e Minifuton Locomotiva

Almofadas confeccionadas com o tecido  Locomotiva Eco Juta,  composto de 60% algodão e 40% juta e desenvolvido a partir da fibra da juta, cujo plantio não utiliza fertilizantes ou defensivos.
Minifuton é confeccionado com a Lona Locomotiva EcoReciclado, produzida com fios de algodão reciclado e fios de garrafas PET recicladas. O fio reciclado é obtido a partir do processo de reaproveitamento de retalhos de confecções, neste processo o fio não passa por um novo tingimento, o que implica em economia direta de água.

Projeto Fazenda Três Pontes- CBFT/Brasilinvest

A Fazenda Três Pontes, em Sousas,  dará lugar a um empreendimento imobiliário que demonstra respeito ao ambiente desde seu planejamento. Nas terras onde antigamente se produzia eucaliptos será realizada a destoca, que consiste na retirada, após o corte das árvores, dos tocos e raízes enterradas, possibilitando uma nova utilização do solo.
A prática usual é direcionar o material lenhoso retirado para aterros, olarias ou abandono para apodrecimento, gerando assim emissões de CO² na atmosfera.
Visando diminuir este impacto no ambiente, o projeto “Radica das Três Pontes” está pesquisando o uso deste material para movelaria e artesanato. Esta iniciativa busca fixar o CO² evitando sua emissão na atmosfera, contribuindo assim com a redução do efeito estufa.

Tijolo Ecológico

Bloco composto de terra, cimento e água, obtido por meio da prensagem dos materiais. Fabricado sem a queima, evitando a emissão de CO². Não necessita de massa para assentamento e permite o embutimento de tubulações elétrica e hidráulicas, evitando a quebra de paredes e desperdício de material.

Piso Drenante

O piso Megadreno é composto por cimento reciclado, fibras naturais e agregados minerais, possuindo uma capacidade drenante superior a 91%, isto confere maior flexibilidade às áreas que necessitam de permeabilidade e colabora no controle de enxurradas em áreas urbanas.

Composteira

O envio dos resíduos do dia a dia, para aterros sanitários é a medida mais prática, mas está longe de ser a melhor alternativa ambiental. A compostagem é uma das melhores soluções para atenuar ou eliminar os fatores indesejáveis resíduos orgânicos, de forma a não contaminar o meio ambiente.
Consiste na coleta do lixo orgânico, como folhas secas e cascas de ovos em recipientes aerados, que após em período médio de 30 dias, por meio de um processo biológico, se transformam em húmus para ser utilizado como adubo em jardins. Este material é rico em minerais e capaz de modificar as propriedades físicas do solo, aumentando a capacidade de retenção de água e nutrientes. Além disso, a presença de húmus no solo pode aumentar o aproveitamento dos fertilizantes minerais aplicados.
O húmus produzido pela composteira foi usado na horta orgânica.
Fonte: CRIA

Projeto Casa ecológica - Ecoloft


Com o objetivo de divulgar práticas mais sustentáveis junto aos clientes e usuários do setor da construção, o escritório Cria Arquitetura desenvolveu o projeto para o  ECOloft na Mostra Campinas Decor 2009.
O espaço de aproximadamente 100m² é uma casa ecológica conceito que incorpora design inteligente, tecnologias verdes, técnicas construtivas e materiais que diminuem significativamente o impacto ambiental causado pelas construções tradicionais e melhora a qualidade de vida cotidiana.

Veja o vídeo sobre o Ecoloft


Diretrizes do Projeto

Uma construção de casa ecológica / sustentável deve levar em conta o processo no qual o projeto é concebido, quem vai usar os ambientes, quanto tempo será sua vida útil e se, depois desse tempo, ela poderá servir para outros propósitos ou não.
No caso do ECOloft, por se tratar de uma construção ecológica que faz parte de uma Mostra de arquitetura, algumas características específicas também tiveram que ser contempladas:
  • pouco tempo para execução;
  • vida útil de apenas dois meses (duração da exposição);
  • caráter didático do espaço (casa ecológica conceito).
Todos estes aspectos levaram a uma demanda por um sistema construtivo rápido, desmontável e que gerasse poucos resíduos. Além disso, a casa ecológica deve apresentar ao visitante um questionamento quanto aos paradigmas da vida contemporânea, hábitos de consumo e o impacto causado por suas escolhas no dia a dia. Afinal uma moradia é tão sustentável, quanto a pessoa que nela habita.

Conceito do projeto

O ECOloft foi concebido como um exemplo de casa ecológica contemporânea e contempla todas as funções de uma residência  convencional em um espaço extremamente compacto e versátil.
O projeto utiliza recursos arquitetônicos para reduzir a habitação à sua essência e conseguir a máxima eficiência nos espaços mínimos. Apresenta  soluções engenhosas que permitem que a casa, por diminuta que seja, ofereça um lugar para cada uma das funções básicas: descanso, alimentação, trabalho e higiene.  
Podemos definir o espaço como simples, aberto e ortogonal; características que facilitam o aproveitamento do espaço e reduzem custos. A ausência de divisões e a escolha de móveis e elementos que se transformam ou se movimentam com facilidade, garantem a criação de um ambiente versátil e aparentemente amplo; dois elementos chave ante a escassez de metros quadrados.

Programa e layout do projeto

Dado o caráter efêmero da mostra, o volume da edificação fácil de desmontar e montar novamente, se eleva sobre uma estrutura de madeira que permite a instalação em diferentes tipos de terrenos. Aqui acasa ecológica de 25m² parcialmente elevada sobre um terreno em declive, foi resolvida com um sistema estrutural modular de madeira de manejo sustentável. O espaço de aproximadamente 100m² está dividido em 3 partes:casa (25m²), deck (16m²) e pátio (59m²).
Outros sistemas construtivos sustentáveis, como a taipa de pilão e o tijolo de solo cimento foram incorporados ao projeto reforçando o  perfil didático do espaço, que também oferece soluções para redução do consumo de água, energia  e  tratamento de efluentes.
O programa, ainda que compacto atende as necessidades de até duas pessoas. Sala, cozinha e dormitório compartilham um único espaço, enquanto a única parede interna esconde o sanitário e a lavanderia. Esta é voltada para a área externa e quando fechada garante privacidade ao deck, extensão da casa, que abriga a área de refeição e de convívio.
O acesso ao deck externo é feito através de uma porta elevadiça , que graças a suas características se adapta a diferentes necessidades, hora porta, hora pérgola para sombreamento. Já o banco  constitui um recanto privilegiado graças a pequena horta adjacente, que conta com seu próprio canteiro executado em tijolo ecológico.

Planta Casa Ecológica - Ecoloft

Layout sala de descanso

Especificações

Sistemas construtivos Sustentáveis


 TIJOLO ECOLÒGICO
Bloco composto de terra, cimento e água prensados, os tijolos de solo-cimento constituem uma alternativa mais sustentável para a construção em alvenaria. Esses elementos, após pequeno período de cura,garantem resistência à compressão simples similar à dos tijolos maciços e blocos cerâmicos.
Em relação a um tijolo convencional apresenta uma série de vantagens:

  • Fabricado sem a queima, evita a emissão de CO²;
  • Redução na duração da obra;
  • O custo final da obra pode ser reduzido cerca de 20%;
  • Podem, em geral, ser produzidos com o próprio solo local e no canteiro de obras, reduzindo ou evitando o custo de transporte;
  • A regularidade de suas formas requer argamassa de assentamento de espessura mínima e uniforme;
  • Podem dispensar o uso de revestimento, desde que protegidos da ação direta da água, sendo, portando, recomendáveis para paredes com tijolos à vista;
  • Aceita aplicação de reboco, pintura, gesso, etc, diretamente sobre o tijolo;
  • Utilizam basicamente mão-de-obra não especializada.
  • Devido aos furos internos possui propriedades termo acústicas;
  • Permite o embutimento de tubulações elétrica e hidráulicas, evitando a quebra de parades e desperdício de material.

Taipa de Pilão

Um legado do Oriente Médio, a taipa de pilão caracterizou a arquitetura de São Paulo até a segunda metade do século 19, quando caiu em desuso com a chegada dos imigrantes, adeptos da alvenaria. Recebe esta denominação por ser socada (apiloada) com o auxílio de uma mão de pilão. A forma que sustenta o material durante sua secagem é denominada de taipal, que até hoje significa componentes laterais de formas de madeira. A taipa encontrada no período colonial brasileiro é executada com terra retirada de local próximo à construção devido às dificuldades de transporte e ao volume grande de material.
Dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, essa técnica não pode ser esquecida porque utiliza um recurso abundante, de grande resistência e qualidade térmica, a terra.
Antes de iniciar a obra, verifica-se o tipo de solo. Nesta construção, a fundação de pedras recolhidas do terreno apóia a parede de 30 cm de espessura composta de uma mistura de terra, areia e cimento. A composição é despejada entre fôrmas de madeira tipo sanduíche, em camadas de 15 a 20 cm, e socada com um pilão até o recheio se reduzir a 10 cm.
A parede desenformada fica pronta imediatamente, tornando-se um bloco monolítico e auto-portante que serve de sistema estrutural dentro de uma construção, por sua alta resistência à compressão.

Madeira de Manejo Sustentável e de Reflorestamento

O ECOLOFT é fabricado na sua quase totalidade com madeira, um recurso natural renovável. 
A madeira contribui efetivamente para um ambiente mais sustentável. Tem propriedades únicas de absorção de dióxido de carbono que ajudam a diminuir o CO2 na atmosfera. De todos os materiais de construção disponíveis, a madeira é o único que tem um saldo de carbono positivo: absorve carbono da atmosfera, ao contrário de todos os outros, que o libertam. Uma árvore absorve quase uma tonelada de CO2 por cada metro cúbico de seu  crescimento. Este CO2, retido na madeira, continua afastado da atmosfera mesmo quando a madeira é transformada em produto acabado. E é ainda importante salientar que se trata de um produto passível de ser reutilizado e reciclado.
Não existe outro material utilizado na construção que necessite de tão pouca energia na sua produção: terra, água e energia solar são suficientes. Em suma, trata-se de um material de baixo valor de energia incorporada.

Placas Ecotop

Vedação de áreas molhadas feita com painéis produzidos a partir de materiais 100% reciclados. São compostos por 25% de alumínio e 75% de plástico provenientes de tubos de creme dental, material de difícil degradação na natureza, e seus processos de fabricação não geram nenhum tipo de efluentes ou poluentes atmosféricos. Possuem alta resistência, grande durabilidade e geram isolamento termo acústico.   
Tijolo ecológicoTaipaMadeira de manejoEcoplacaKit Telhado verdeTelhado verde
Fonte: CRIA 

Estudo diz que variações climáticas aumentam risco de guerras civis



Um estudo publicado na revista “Nature” afirma que variações do clima, como El Niño e La Niña, influenciam diretamente os conflitos que acontecem na região. Onde mais chove, segundo o estudo, mais existe a possibilidade de guerra civil.
O estudo diz que os países com mais tempestades, os tropicais atingidos pelo El Niño, tem duas vezes mais chances de um conflito interno do que os mais úmidos e menos quentes – que são atingidos pelo La Niña.
“O estudo mostra inegavelmente que, mesmo no nosso mundo moderno, as variações climáticas têm impacto sobre a propensão das pessoas à violência”, diz Mark Cane, pesquisador do clima do Observatório da Terra Lamont-Doherty, da Universidade de Columbia, Nova York.
Mas calma, não é só por estar mais molhado que os guerrilheiros se irritam mais: Solomom Hsiang, o principal pesquisador do estudo, diz que o El Niño é um fator invisível. Por conta dele as colheitas são perdidas e as comunidades ficam famintas e mais debilitadas, com alto risco de contrair doenças. Fora o desemprego que pode aumentar junto com desigualdades. Tudo isso pode virar discórdia e desentendimento e isso gera a guerra civil.
Fonte: Folha | Imagem: Flickr/Vale0182                             Via: Eco4planet

Quadros de papelão


Com um pouco de cola (não tóxica), um estilete e muitas caixas de papelão para reciclar o que seria possível fazer? Para o artista de Cleveland, Mark Langan, a resposta é fácil: Quadros!
Você pode ver mais trabalhos deste artista americano conferindo no site oficial, basta clicar aqui.
Fonte: Coletivo Verde | Imagens: Mark Langan           Via: Eco4planet

27 de ago de 2011

Engenhoca de estudante cria “Kers” para bicicletas


KERS, a sigla para “Sistema de Recuperação de Energia Cinética”, famoso pelo seu recente uso na Fórmula 1, já começou a pintar em diversos carros elétricos, mas não é só em carros que ele ajuda a economizar energia. Nas bicicletas, onde você queima sua própria energia, isso vem bem a calhar.
Maxwell von Stein, estudante da Cooper Union (em Nova York, EUA), fez uma bela bugiganga sustentável em sua bike: Com um volante de motor (flywheel) reciclado de um Porsche ele desenvolveu um sistema de recuperação de energia da pedalada.
Conforme o ciclista pedala é possível carregar o volante e, quando for preciso utilizar uma força extra, é só colocar o “boost” que converte a velocidade do volante em torque para acelerar mais – ou para subir aquela ladeira num dia de sol.
Segundo o criador, o resultado é uma economia de 10% de energia vinda dos pedais durante uma volta com velocidade média entre 20 e 25 km/h. Graças ao projeto o jovem Maxwell já ganhou um prêmio de engenharia mecânica. Parabéns e que essa novidade chegue até as bikes comerciais.
Fonte: Jalopnik            Via: Eco4planet

22 de ago de 2011

Veja a maior caverna do mundo


Ela já foi esconderijo durante guerras, ninguém sabe onde fica o seu fim e tem até uma “floresta” lá dentro: Conheça a caverna Hang Son Doong pelas fotos de Carsten Peter.
Hang Son Doong é, na verdade, uma galeria com mais de 150 cavernas a 500 quilômetros da capital do Vietnã, Hanoi. Só foi descoberta pela Associação Britânica de Pesquisa de Cavernas em 2009, mas os nativos já passaram algum tempo lá para fugir dos bombardeios americanos durante a Guerra do Vietnã.
O lugar já tem 4,5 quilômetros conhecidos e locais com até 140 metros de altura(!) mas ninguém conseguiu ir até seu fim. Peter, que já tem 35 anos dedicados à exploração de cavernas, diz: “essa é certamente uma das (cavernas) mais únicas e incomuns que eu já vi”. Eu concordo, e você pode se deslumbrar com essas fotos do explorador.

Fonte: G1 / Imagens: Divulgação                                                                 Via: Eco4planet

Tinta invisível limpa o ar


Prédios, prédios e mais prédios. Como fica a qualidade do ar nas grandes cidades nós já sabemos: Péssima. Qual a melhor solução, além de plantarmos mais árvores? Para a fabricante de alumínio Alcoa, a melhor solução é a EcoClean, uma tinta que promete limpar o ar.
A tinta é invisível, ou seja, ela não muda a cor dos prédios que a aplicarem e conta com uma camada de partículas de dióxido de titânio. Essa camada, aplicada sobre alumínio, cataliza a luz do sol e faz com que os elétrons da tinta agitem as moléculas de ar para que elas librem seus radicais livres. Isso tudo faz com que poluentes, como o óxido de nitrogênio, sejam quebrados.
Craig Belnap, presidente da divisão de produtos para arquitetura da Alcoa, diz que “Uma superfície de 3 mil metros quadrados pintada com o produto equivale a 80 árvores limpando o ar. Só nos EUA existem 4,2 bilhões de metros quadrados de edificações com painéis de alumínio, se uma fração desses edifícios usasse o EcoClean, seria o equivalente a plantar milhões de árvores”.
Para melhorar tudo ainda mais, a empresa está testando a tinta em carros(!) além dos dois prédios modelos, um nos EUA e outro na Europa.

Fonte: Info | Imagem: Oga Mendonça                                               Via: Eco4planet

Reciclagem sem limites: Sandália de circuitos

A criatividade do ser Humano é mesmo ilimitada.

Steven Rodrig é um artista, então essa obra é isso: Arte. Ninguém vai usar uma sandália feita de circuitos de computador velho – mas alguém queria usar algo assim?
O artista faz vários outros objetos de arte reciclada e alguns estão a venda aqui.
Sobre as sandálias, Rodrig diz:
"É verão, tempo de apresentar a Data Sandals, criada a partir de placas-mãe de PC's, fios e uma série de outros componentes eletrônicos, todos unidos para esse modelo único e detalhista de sandália."
Fonte: Nosso Mundo Sustentável / I,agem: Divulgação   Via: Eco4planet

21 de ago de 2011

Farmácia com fachada circular e painéis perfurados por escritos em Braile chama atenção na Grécia




Imagens: P. Kokkinias

O escritório grego de arquitetura KLab Architecture projetou uma farmácia diferente para Atenas, na Grécia. A fachada redonda da Farmácia Placebo foi sobreposta a um edifício octogonal já existente. O espaço entre o edifício e a nova fachada foi ocupado por plantas. Mas, o mais interessante são os desenhos que perfuram os painéis da fachada: são escritos em Braile, em alusão as embalagens farmacêuticas, que contam com esta linguagem. A perfuração também tem outro propósito: permitir a entrada de luz natural no edifício.

Os dois níveis da farmácia são ligados por uma rampa que acompanha o movimento circular da planta do edifício. O piso térreo é ocupado pela área de compras da farmácia e um laboratório farmacêutico. No piso de cima estão os escritórios auxiliares.

Com 600m2, a farmácia está organizada em um padrão radial, com os caixas principais atuando como ponto focal. As prateleiras de medicamentos, as áreas de preparação e banheiros também estão dispostosneste padrão radial. Esse padrão permite um fluxo natural e a entrada luz no centro da edificação em todos os momentos do dia.

Arquiteto principal: 
Konstantinos Labrinopoulos
Fachada - execução artística: Xara Marantidou
Design equipamentos: Enrique Ramirez, Mark Chapman, Kostis Anagnostakis

www.dezeen.com
Via: Arqbacana