A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Dentro da “ Campanha de Conscientização ” das comunidades, o projeto “ Peoples’ Universities Center ” ( Centro das Universidades dos Povos ), promove a apresentação da série “ Vamos Conhecer e Melhorar o Meio Ambiente ”, concedendo conhecimentos e considerações sobre “A POLUIÇÃO POR LIXOS e RESÍDUOS SÓLIDOS” que, em nossa ( in )civilização são luxuosos monumentos ao disperdício. Dentro da “ Campanha de Conscientização ” das comunidades, o projeto “ Peoples’ Universities Center ” ( Centro das Universidades dos Povos ), promove a apresentação da série “ Vamos Conhecer e Melhorar o Meio Ambiente ”, concedendo conhecimentos e considerações sobre “A POLUIÇÃO POR LIXOS e RESÍDUOS SÓLIDOS” que, em nossa ( in)civilização são luxuosos monumentos ao disperdício. Sabemos que em todas as cidades, de pequeno, médio e grande porte, onde ocorrem grupamentos humanos, ocorrem toneladas de lixos e resíduos, que são produzidos, incessantemente, todos os dias. Assim temos: 1) Que o crescente aumento populacional e industrial corresponde a uma maior produção e quantidade de lixos. 2) Que na escala de recomendações, os aterros sanitários são mais indicados do que o simples acúmulo de lixo em terrenos baldios. Mas não é a forma ideal. (...ainda mais sobre solos férteis! ) 3) Não há espaços suficientes no Planeta Terra para depositar todas as sobras que são produzidas, em especial, os preocupantes resíduos e lixos radioativos. 4) O reaproveitamento, classificação e reciclagem do lixo são tecnicamente viáveis. É prática comum 5) O sistema de garrafas de vidros - passíveis de devolução e reutilização - tornam os produtos mais baratos e geram menos resíduos. 6) Racionalize o uso de embalagens e sacolas de papel e de plásticos. 7) Evite comprar produtos com pré-embalagens de plástico e/ ou isopor. Legumes, frutas, lacticínios e carnes são mais saudáveis quando frescas e desembaladas. É melhor você ver o que está comprando. ( Exceção: embalagem a vácuo ) 8) Reduza o uso de plásticos que possam ser descartados ao Meio Ambiente, pois não são biodegradáveis. Use papel encerado e papel aluminizado. 9) No lanche escolar ou pessoal, use embalagens laváveis. 10) Reinvente novas utilidades para recipientes de vidro e plásticos. Guardar material de costura, pregos, parafusos ou criar brinquedos engenhosos para crianças. 11) Prefira usar toalhas e guardanapos de pano, - lavável – ao invés de papel. 12) Não seja fabricante de lixo. Discipline seu ambiente de trabalho ou lar. Tudo tem lugar certo... até o lixo. 13) Exija das autoridades municipais e estaduais um maior número de lixeiras públicas (em ruas, praças, parques e jardins ), bem como disciplinar “Normas de Controle”. Aplicar leis com severas punições aos infratores do Código de Posturas. 14) Exercite seu espírito comunitário. Faça assinaturas de jornais e revistas de forma conjunta, - cooperativamente – com seus amigos, parentes e vizinhos. As vantagens são de custos, de volume de papel circulante. 15) Aproveite as sobras de papel para fazer “blocos de anotações”, ou para as crianças desenharem. 16) Colete o “Lixo Orgânico” ( restos de verduras, cascas de frutas ) para agrupa-los em montes no jardim, pois vão se decompor em “adubo orgânico” natural. 17) Em acampamentos, ( ...nada se deixa, a não ser pegadas; nada se tira a não ser fotos! ) preserve o Meio Ambiente como se fosse sua casa. 18) Não permita que os terrenos baldios sejam transformados em lixões e depósitos de utensílios velhos. ( ... como sofás, colchões que são belas moradas para ratos! ) 19) Mobilize as “Associações Comunitárias” em defesa da “Ecologia” Humana e Ambiental. Encaminhe às autoridades competentes as denúncias de transgressões ambientais. Por Dr. Gilnei Fróes - (Escritor técnico-científico, Ecólogo, Médico-veterinário) Em 1990 – Premio de Jornalismo da Brigada Militar do Estado do RGS (com artigo: “TAIM: paralelo 33° ...ameaçado” (Diário da Manhã – Pelotas / RS); Indicação ao “The Rolex Awards 1990 (Genebra); e ao “The Global 500 Awards” (ONU / Kenya) Autor de livros: como “Dossiê da Amazônia”. 1° Premio do “I Latino Ambiental Awards”. Presidente do “ Instituto Bering Fróes Eco Global ” . Autor de projetos ambientais internacionais. Fonte: Ibfecoglobal | |||
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