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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

27 de fev de 2011

Arquitetas da Comunidade

O programa Minha Morada foi implantado na área do complexo Oziel/Monte Cristo/Gleba B a partir da realização de um Curso de Pedreiros, patrocinado pelo Instituto Votorantim,  o curso ajudou a desenvolver vínculos locais e a envolver a associação que passou a contar com a colaboração de um agente de desenvolvimento local e hoje divulga os serviços através de uma embaixatriz.
   
 A região no qual o "Minha Morada" atua tem aproximadamente 12 mil moradores, distribuídos em 3.500 unidades habitacionais. A renda da população varia entre um e cinco salários mínimos. A área, em processo de regularização fundiária, apresenta intensa dinâmica de construção, a maioria sem nenhum assessoramento.


O projeto-piloto do Programa minha Morada na área do Complexo Oziel/monte Cristo/Gleba B, iniciou o atendimento a um grupo de famílias pensando em metodologia de atuação para que as experiências possam ser replicadas em outras regiões do país. A fim de agilizar o deslocamento dos profissionais, elaboração dos projetos, o acompanhamento das obras, as visitas técnicas e reuniões com os moradores são realizadas em um mesmo dia, racionalizando os custos dos serviços.

A iniciativa visa não só qualificar a constução de casas auto-geridas, mas também trazer mais qualidade de vida à população. "É visível como um cômodo sem janela interfere na auto-estima das pessoas, sem falar na insalubridade" diz Joice (uma das fundadoras do Arquitetas da Comunidade).

Fonte: Clubedareforma
Leia Mais: Arquitetasdacomunidade

Iniciativa em Itapecerica da Serra

HABITAR BRASIL/BID - Projeto de Recuperação Ambiental e Remanejamento de Ocupações Irregulares da Cerro Largo - Jardim Branca Flor
A prefeitura de Itapecerica da Serra em parceria com o programa Habitar Brasil/Bid do governo federal viabilizou o assentamento de familías em área de proteção aos mananciais imprópria para uso habitacional por meio da combinação da oferta de soluções habitacionais seguras, saudáveis e socialmente acessíveis para remanejamento das mesmas com a recuperação ambiental desta área e com a participação da população beneficiária em todas as etapas do projeto.





O projeto realizado na maior favela da cidade, cujo processo de ocupação iniciou em 1958, beneficia as famílias da ocupação irregular Cerro Largo e do loteamento regular Branca Flor. No total foram beneficiadas 5.352 pessoas que viviam em condições precárias e hoje tem muito mais qualidade de vida.
Cada família beneficiada recebeu um lote, com uma casa embrião de 31,87 m2, uma cartilha de orientações para reformas e quatro opções de ampliação. A cartilha visou estabelecer um padrão entre as unidades habitacionais para manter as condições básicas de saúde e qualidade de moradia, além de preservar o ambiente entorno ao Rio Embu Mirim.   
Durante a execução foram adotadas algumas ações estratégicas a fim de instruir e capacitar os moradores na construção das casas e assim gerar emprego, qualificar os profissionais por meio do núcleo profissionalizante e apoiar a inserção ao mercado de trabalho. Após a conclusão do projeto para fazer qualquer intervenção os moradores foram orientados a procurar a prefeitura de Itapecerica da Serra que disponibiliza um arquiteto que presta assistência técnica. 
Com a ajuda da população que participou de todo processo, desde a pesquisa inicial a iniciativa mudou a realidade da região. Todas as moradias contam com água encanada e esgoto, energia elétrica, iluminação pública, pavimentação e drenagem, áreas de lazer, EMEI, unidade básica de saúde, centro de vivência, Espaço cultural, Núcleo profissionalizante, uma pista de skate e um belo parque.
Objetivos
 Eliminar/ mitigar o impacto negativo da ocupação sobre o meio ambiente e os mananciais, que não pode ser mantido.
 Eliminar o risco de enchentes a que estão submetidas às famílias.
 Resolver as Condições insalubres das moradias.
 Preservar os laços sociais, históricos e de vizinhança.
 Ser apropriada à condição social e de renda da população.
Ações Estratégicas
Viabilização de solução habitacional adequada;
Recuperação ambiental da área ocupada às margens do Rio Embu-Mirim;
Fortalecimento da cidadania e participação popular da população envolvida;
Mobilização e participação popular;
Educação sanitária e ambiental;
Geração de emprego e renda.

O Habitar- Brasil/BID
Criado pelo Governo Federal em parceira com o Banco Interamericano de Desenvolvimento financia Estado e municípios, com o objetivo de capacitar os administradores locais a resolverem os problemas habitacionais da população com renda de zero a três salários mínimos. Assegura recursos financeiros para implementar projetos integrados, que atendam todas as necessidades básicas dessas famílias, transformando lugares de favelas em bairros residenciais normais.

Fonte: Clubedareforma                                  
O Projeto: Cidades

22 de fev de 2011

Surfistas criam prancha feita com 90% de materiais renováveis



Vídeo de apresentação da prancha no concurso, em inglês.
A utilização de materiais que não fazem mal ao planeta pode ser encontrada em vários objetos, inclusive em pranchas de surf. A marca alemã Kun_Tiqi fabrica as pranchas a partir de madeira de balsa cultivada de maneira sustentável em uma fazenda do Equador.
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Ela é laminada com uma resina com com 98% de linhaça / Foto: Divulgação
De acordo com o site, 90% da prancha é feita de matéria prima natural e renovável. Depois de adquirir a forma devida, ele é laminado com uma resina feita com 98% de linhaça e sem ingredientes tóxicos.
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A marca Kun_Tiqi produz as suas pranchas de maneira sustentável / Foto: Divulgação
A vantagem de usar esse tipo de madeira é que ela cresce muito rápido (dez metros em menos de quatro anos), é fácil de ser reciclada e não produz toxinas. Ela é cultivada por Don Zandoval e as família, que planta as árvores de acordo com as leis locais e um sistema sustentável de cultivo (como o Comércio Justo).
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As pranchas são mais resistentes, flexíveis e duráveis / Foto: Divulgação
Já que o processo de fabricação é todo feito a mão, as pranchas levam, em média, seis vezes mais tempo para ficarem prontas do que as produzidas de forma convencional. Esse é um dos fatores que fazem as pranchas serem mais flexíveis, estáveis e terem maior durabilidade.
Os “surfistas que se importam”, como diz o slogan da marca, ainda apontam outra vantagem do uso da madeira: no final da vida útil, o artigo é utilizado como composto e fertilizante de solo.
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Don Zandoval e sua família cultivam a madeira balsa de maneira sustentável / Foto:Divulgação

Bicicleta japonesa pode produzir água para consumo

Yoshikazu Tsuno/AFP

Em uma feira de tecnologia sustentável no Japão, que aconteceu na cidade de Kawasaki, foi apresentado um purificador de água para ser carregado na bicicleta.
Ao se pedalar, a Cycloclean gera energia que faz com que o sistema de purificação funcione. O equipamento pode gerar cerca de cinco litros em um minuto.
A bicicleta é um dos meios de transporte mais utilizado pelos japoneses, mas a fabricante da Cycloclean, a Nippon Basic, pretende fazer uma produção em massa no país vizinho, Bangladesh, para que água limpa possa socorrer vilarejos remotos e áreas que sofreram desastres naturais.
O foco da empresa criadora da Cycloclean, a Nippon Basic, são os consumidores de Banggladesh para que possam se locomover e ao mesmo tempo limpar a água de vilarejos remotos e áreas que sofrem com desastres naturais.
Será que vai demorar a chegar em nosso país?

Fonte: Folha.uol

21 de fev de 2011

ARQUITETURA COM QUALIDADE

Concurso Morar Carioca
por Luiz Fernando Janot (*)
O crescimento populacional e a valorização imobiliária nas cidades contemporâneas têm contribuído significativamente para a expansão urbana e a formação de núcleos habitacionais espalhados pelas periferias. Esse fenômeno se observa, inclusive, em algumas grandes cidades européias onde as regiões periféricas formam densos aglomerados urbanos. Do ponto de vista arquitetônico é visivelmente acentuado o contraste existente entre as edificações no núcleo central e nas periferias.
Se tomarmos como exemplo a cidade do Rio de Janeiro, esse contraste adquire maior proporção na medida em que entram em cena as favelas e os loteamentos irregulares. A maioria das habitações construídas nesses locais carece de requisitos mínimos de habitabilidade em decorrência da falta de recursos financeiros das camadas mais pobres da população. E o que dizer, então, da qualidade arquitetônica dessas moradias? Essa é uma questão relevante que precisa ser enfrentada com determinação. Um programa de melhorias habitacionais torna-se, neste momento, indispensável não apenas para elevar a qualidade de vida e a auto-estima dos moradores, mas, sobretudo, para propiciar um “upgrade” na ambiência local e na imagem da própria cidade.
Esse esforço comunitário e governamental para melhorar o padrão de qualidade das habitações não pode ficar restrito, unicamente, aos assentamentos populares. É necessário, também, que o empresariado da construção civil se empenhe na melhoria da qualidade das construções, evitando que elas interfiram negativamente na paisagem do Rio de Janeiro. Difícil não generalizar esse pensamento em relação aos empreendimentos imobiliários na Barra da Tijuca, onde consumidores e incorporadores se mostram mais preocupados com a segurança e o status social do que propriamente com a produção de uma arquitetura verdadeiramente de qualidade. Os condomínios residenciais e empresariais lá construidos, em sua grande maioria, são formados por edificações de gosto duvidoso identificadas com o “mainstream” internacional. A concepção formal desses edifícios, quase sempre, incorpora elementos cenográficos descartáveis que encontram no simulacro a sua mais perfeita tradução.
Poderíamos relacionar uma quantidade expressiva de edificações que se enquadram nessas condições. Entretanto, preferimos deixar para os leitores o exercício de identificá-las em seus trajetos cotidianos. Deve-se adotar como enfoque a arquitetura que sobressai às demais apenas pela sua extravagância e espetaculosidade. Para que se possa traçar um paralelo comparativo com prédios de expressivo valor arquitetônico, relacionamos alguns exemplos paradigmáticos de edifícios que marcaram a arquitetura carioca do início do século XX até a década de 80, quando essa fonte de referência, lamentavelmente, começou a ser desprezada.
São eles, os edifícios “Art Déco” nos bairros de Copacabana e Flamengo, destacando-se o Biarritz. Os prédios da Mesbla e do Hotel Serrador nas imediações do Passeio Público. Os edifícios-sede do Banco Boavista (hoje Bradesco) de Oscar Niemeyer e do Banco Aliança (hoje Itaú) de Lúcio Costa, ambos, na Praça Pio X. Os criativos edifícios residenciais projetados pelos irmãos Roberto no Parque Guinle, na Rua Farani e na Rua República do Peru. A sede da Fininvest na Rua da Passagem e o edifício empresarial Leonel Miranda na Rua do Ouvidor, projetados pelo arquiteto Paulo Casé. E, obviamente, o Palácio Capanema (antigo MEC), a ABI, o MAM, o Monumento dos Pracinhas, o Aeroporto Santos Dumont, a Maison de France, o Consulado Americano e o Conjunto Habitacional Pedregulho projetado por Reydi.
A verdade é que os interesses que envolvem atualmente a produção arquitetônica carioca diferem substancialmente daqueles que condicionaram os projetos citados. O modelo consumista, que vem condenando à obsolescência diversos prédios e bairros importantes do Rio, precisa ser revisto para evitar que a cidade continue sendo tratada como um bem descartável qualquer. Para reverter esse processo é imprescindível evitar a vulgarização da arquitetura que vem sobressaindo nos últimos anos.
Neste momento histórico em que se vislumbra a retomada do desenvolvimento econômico do Rio, não se pode mais submeter a cidade a certos modismos arquitetônicos caricatos que comprometem irremediavelmente a sua paisagem urbana e natural. Para se contrapor a essa tendência é necessário investir na formação acadêmica e profissional dos arquitetos e promover uma reflexão crítica sobre o amplo repertório arquitetônico e urbanístico divulgado no Brasil e no exterior. Somente a partir de uma base conceitual sólida é que poderemos convencer o empresariado e o poder público da necessidade de realizar concursos de projetos para se extrair, como resultado, uma arquitetura efetivamente de qualidade.
Publicado originalmente no Jornal O Globo, em 19/02/2011. Agradecemos ao autor pela disponibilização do texto para publicação.
(*) Luiz Fernando Janot é Arquiteto e Urbanista,Professor da FAU-UFRJ.
Fonte: Concursosdeprojeto  

Uma ótima cidade pro pior futuro possível


No futuro otimista dos filmes os carros estão voando, o teletransporte existe, o ser humano conhece várias raças alienígenas, etc. Já nos pessimistas a coisa pode ser bem assustadora: Invasão alienígena, apocalipse zumbi, meteoros, catástrofes naturais e daí em diante.
Um filme que resume bem o pessimismo é “Water World” em que o aquecimento global se agrava de tal modo que as calotas se derreterem por completo fazendo com que, aparentemente, não exista mais terra firme. O filme mostra diversas ilhotas feitas da forma mais improvisada possível e como os seres humanos (sobre)vivem nessas condições.
Se chegaremos a esse ponto não se sabe, mas no que depender do arquiteto francês Vicent Callebaut, as ilhotas serão muito mais legais e foram apelidadas de “ecópoles flutuantes“. A cidade-aquática-modelo se chama Lilypad e tem seu formato baseado numa vitória régia da Amazônia.
A ideia do arquiteto é que a cidade seja dividida em três setores: trabalho, moradia e entretenimento. A parte do centro será um lago abastecido pela chuva e com sistema de purificação. Lilypad ainda contaria com hortas que se estenderiam ao redor do lago central. E por toda a cidade existiriam jardins suspensos.
A cidade poderia produzir energia eólica, hidráulica, solar, térmica, a partir de biomassa e do movimento das ondas. Possibilidades não faltam.
Além disso, a construção utilizaria fibras de poliéster com camadas de dióxido de titânio, isso, segundo o projetista, faria com que a cidade absorvesse a poluição atmosférica quando os raios ultra-violetas entrasse em contato com a cidade.
A capacidade estimada do projeto é de 50 mil refugiados/cidadãos, mas se você tiver o sonho de encontrar terra firme, saiba que esse número deve cair para 49 mil 999, pois a vaga de navegador já é do Kevin Costner.
Fonte: Eco4planet

Modelo de Insustentabilidade em Brasília


 Só de olhar fico cansada e indignada, pois se não existe espaço livre para o transporte público, nem para as bicicletas, e quiçá para os pedestres passarem, o caos é generalizado. 

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PTG (Linha Vermelha): expressão máxima do descaso governamental no setor de transporte
Por Uirá Lourenço – servidor público e ciclista por opção                             
Fevereiro/2011

A equivocada obra da “Linha Verde” nem fez aniversário e já está velha, ultrapassada. Não há mais espaço para tantos carros, mesmo com a ocupação do acostamento e do já extinto corredor de ônibus.
Com a milionária mega-ampliação promovida pelo governo, a Estrada Parque Taguatinga possui duas pistas locais e mais três vias expressas, além de túneis e viadutos. Não existe mais qualquer semáforo, faixa de pedestre ou outro equipamento que impeça a pressa motorizada. Nos horários de pico, apesar do alto limite de velocidade, milhares de motoristas ficam parados em longos congestionamentos cuja causa é a enorme frota circulante de carros.
Apesar das inúmeras leis distritais que preveem incentivos ao transporte não motorizado, ciclovia e calçada foram ignoradas na mega-ampliação. Nos mais de R$ 300 milhões gastos (incluindo recursos do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento), as prometidas faixas exclusivas para ônibus também não saíram do papel. 
Vale lembrar que a rodovia é uma das recordistas em acidentes e mortes. Apenas em 2010, segundo dados do Detran até outubro, ocorreram 11 acidentes com morte. Caminhar e pedalar pela EPTG são atos heroicos. 
Confira as imagens dessa absurda rodovia, talvez o pior exemplo a nível mundial. Em pleno século XXI, com todo o clamor pelas questões ambientais, e justamente na capital federal, que ostenta um ar de modernidade, eis que o rodoviarismo da década de 50 ressurge com toda a força, afugentando qualquer ser desprovido de motor.
- Link para o registro fotográfico completo:
- Links de alguns vídeos feitos na via:

EPTG: carros param e bicicletas seguem livremente

Caos na EPTG (Linha Vermelha)

Caso não consiga visualizar as imagens, segue em anexo o relato completo, em formato pdf. Segue, também, lista de leis que incentivam o transporte não motorizado no Distrito Federal.
Divulgue esse absurdo rodoviarista.

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A propaganda governamental no período de ampliação da EPTG
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Antes da conclusão das obras, as pistas locais tinham uma destinação nobre: caminhadas e pedaladas
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Ainda durante a fase de obras, constatava-se um fluxo significativo de ciclistas
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Apesar do perfil de via urbana, faltam calçadas. Curiosamente, a placa do governo informa sobre o perigo.
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Pedestres tentam atravessar em local onde o DER eliminou as faixas de pedestre, para “garantir a segurança dos pedestres”
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O jeito é atravessar na marra. Existem poucos pontos de travessia, passarelas sem cobertura.
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Alto limite de velocidade, afinal fluidez motorizada é o que importa no DF
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Alta velocidade e alto índice de acidentes
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Total desestímulo ao transporte coletivo: ônibus parados no congestionamento
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Este é um ponto de ônibus da “Linha Verde”
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Eis mais um ponto de ônibus com modelo exclusivamente desenvolvido para a “Linha Verde”
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Ônibus lotados: dura realidade do transporte coletivo
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Não bastasse a superlotação, os passageiros ainda se sujeitam a constantes quebras nos ônibus
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Mais um ônibus quebrado. Passageiros correm no meio da via para embarcar em outro ônibus
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Ciclista passa espremido no final da EPTG
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Sem espaço seguro para trafegar, ciclistas se arriscam no meio da enxurrada de carros
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Ao final das obras, sobrou ainda menos espaço aos usuários de transporte não motorizado
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O resultado da ampliação, em poucos meses
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Caos provocado pela mega-frota de carros
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A cena se repete diariamente: fila de carros parados
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Política de transporte insustentável e injusta: ampliação para motoristas trafegarem sozinhos
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Após poucos meses da mega-ampliação, comprovou-se que o círculo vicioso provocado pelo incentivo ao carro ocorre na prática.

Fonte: 
Marcelo Castro
Maringá-PR