A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Goste ou não, as crianças estão se tornando mais dependentes de energia do que as gerações passadas. Um estudo de 2005 revelou que as crianças gastam uma média de 6,5 horas por dia no uso de videogames, TV e outros tipos de entretenimento que usam diretamente a energia elétrica. E essa média deve ter crescido muito desde então…
Porém, não faltam novas tecnologias que ajudam a ensinar as crianças a ter mais consciência. Este porquinho (Power-Hog) ajuda as crianças de forma lúdica a saber quando elas passaram dos limites. Ele serve como um filtro de linha. Todos os aparelhos devem ser ligados nele e apenas ele vai ligado à tomada. A cada certo tempo, o porquinho avisa que o tempo determinado para a brincadeira está se esgotando e é preciso inserir uma moeda para ganhar mais alguns minutos. Um modo simples de fazer as crianças darem valor ao dinheiro e ao planeta! =)
Interessante, não?
Você tem filho pequeno em casa? Quanto tempo ele gasta com TV, video-game e computador?
Fonte: Energia Eficiente

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