As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Onde você estará em 2016? Talvez vendo seu filho nascer, ou comandando uma empresa gigantesca, ou simplesmente terminando a faculdade. Você também pode virar artista, mendigo, maluco, ou as três coisas de uma vez. Tudo é imprevisível, mas uma coisa nós sabemos: você estará aposentando de vez as lâmpadas incandescentes de sua casa – se você ainda morar no Brasil, ou tiver uma casa para morar e tal.
A medida, publicada no Diário Oficial da União, visa diminuir o consumo de energia pelas clássicas e quentes lâmpadas amarelas. Com o surgimento de opções mais econômicas – e por enquanto mais caras – no mercado, a lâmpada incandescente ainda representa 80% da iluminação das casas brasileiras. Com a substituição total por lâmpadas fluorescentes, a estimativa é que o país economize 10 terawatts por hora até 2030. Viu, vale a pena.
Ainda sobre as amarelinhas, se até 2016 nenhuma solução econômica surja, as lâmpadas incandescentes serão completamente banidas do mercado brasileiro. Prevejo o fim das casas amareladas – toda e qualquer casa do Brasil terá um clima de hospital. [UOL/Gizmodo]
Fonte: Eco4planet
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