A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Onde você estará em 2016? Talvez vendo seu filho nascer, ou comandando uma empresa gigantesca, ou simplesmente terminando a faculdade. Você também pode virar artista, mendigo, maluco, ou as três coisas de uma vez. Tudo é imprevisível, mas uma coisa nós sabemos: você estará aposentando de vez as lâmpadas incandescentes de sua casa – se você ainda morar no Brasil, ou tiver uma casa para morar e tal.
A medida, publicada no Diário Oficial da União, visa diminuir o consumo de energia pelas clássicas e quentes lâmpadas amarelas. Com o surgimento de opções mais econômicas – e por enquanto mais caras – no mercado, a lâmpada incandescente ainda representa 80% da iluminação das casas brasileiras. Com a substituição total por lâmpadas fluorescentes, a estimativa é que o país economize 10 terawatts por hora até 2030. Viu, vale a pena.
Ainda sobre as amarelinhas, se até 2016 nenhuma solução econômica surja, as lâmpadas incandescentes serão completamente banidas do mercado brasileiro. Prevejo o fim das casas amareladas – toda e qualquer casa do Brasil terá um clima de hospital. [UOL/Gizmodo]
Fonte: Eco4planet
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