A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
É o caso da Sharifi-ha House, uma casa com cômodos giratórios que funcionam com o comando de um botão. O conceito inovador foi desenvolvido pelo escritório iraniano de arquitetura Nextoffice.
Os cômodos (cozinha, quarto, banheiro e sala), distribuídos em três andares, que podem ser movidos com uma operação simples são um maravilhoso exemplo de uso inteligente do espaço, uma vez que essa arquitetura acaba proporcionando mais espaço disponível e muito mais entrada de luz solar no interior da casa.
A técnica usada não tem segredos: é a mesma de cenários de teatro e palcos giratórios de exibições de carros e empregados por indústrias de aço e naval.
No verão, a casa dispõe de um volume aberto e mais transparente, com amplos terraços, enquanto no inverno, esse espaço é reduzido e com aberturas mínimas para a área externa. O sistema adaptável permite aos habitantes personalizá-lo com base em suas necessidades.
Fonte: Catraca Livre










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