Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
A produção gaúcha que, atualmente, é de 460 MW, deve chegar a 1.418 MW, em quatro anos. | Foto:Hola como vai/Flickr
O Rio Grande do Sul está disposto a se tornar o estado brasileiro líder em produção de energia eólica. Atualmente os gaúchos ocupam a segunda posição nacional, atrás do Ceará. Mas, novos investimentos no setor poder mudar este cenário.
Recentemente, a montadora japonesa Honda, anunciou a construção de uma usina eólica no litoral norte do estado, em Xangri-lá. O projeto é de que a estrutura seja equipada com nove turbinas de três megawatts, que somarão o potencial de 27 MW. O montante seria suficiente para suprir a demanda de 35 mil pessoas.
O investimento foi feito pela empresa com o intuito de fornecer energia limpa para abastecer a fábrica da Honda em Sumaré, SP. Dessa forma, a eletricidade produzida em Xangri-lá é direcionada às redes de transmissão, enquanto a montadora utiliza a energia distribuída em sua região, equilibrando o gasto.
O Rio Grande do Sul está entre os estados brasileiros que mais cresceram e investiram em energia limpa. As condições geográficas propícias e os trabalhos de incentivo resultaram nos 15 parques eólicos já em funcionamento e cooperaram para que até 2017 esse número chegue à casa dos 40, conforme planejado.
A produção gaúcha que, atualmente, é de 460 MW, deve chegar a 1.418 MW, quando todos os parques estiverem finalizados. O montante deve ser suficiente para abastecer toda a capital Porto Alegre. Com informações do G1.
Via: CicloVivo
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