A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Acaba com os problemas de estragar os saltos dos sapatos das mulheres, entre muitas outras vantagens como demonstrado abaixo.
Um problema corriqueiro, enfrentado tanto pelas administrações públicas como pelos moradores das médias e grandes cidades é a conservação das calçadas. O piso, geralmente feito de concreto, não resiste à raiz das arvores e, no final, quem perde essa luta é a planta, que acaba sendo cortada, prejudicando a qualidade de vida da comunidade.
Nos últimos anos, a saída tem sido substituir as árvores por espécies de menor porte, numa tentativa de evitar que as raízes danifiquem o passeio. O problema é que são justamente as grandes árvores que oferecem melhor conforto térmico, algo fundamental em regiões tropicais como a Baixada Santista.
Nos Estados Unidos, por outro lado, encontrou-se uma solução engenhosa e sustentável. Lá a empresa Rubbersidewalk desenvolveu placas para calçadas feitas com borracha de pneus reciclados.
Além de reaproveitar um insumo abundante (pneus), a calçada de borracha torna o pavimento mais aderente, reduz as vibrações (ruídos) e é confortável ao caminhar.
Além disso, o processo de encaixe entre uma placa e outra deixa pequenos espaços por onde a água pode escoar para o solo, permitindo que a planta ‘respire’ e se desenvolva, além de evitar a completa impermeabilização dos centros urbanos.
Ainda assim, caso a raiz cresça e levante a placa, é só retirá-la ou até mesmo cortá-la, o que permite, inclusive, cortar parte das raízes sem matar a árvore. Depois, é só recolar a placa.
Nos últimos anos, além do piso feito com borracha de pneus, a Rubbersidewalk também criou placas feitas com diferentes tipos de plásticos. Tudo devidamente reciclado.
Um problema corriqueiro, enfrentado tanto pelas administrações públicas como pelos moradores das médias e grandes cidades é a conservação das calçadas. O piso, geralmente feito de concreto, não resiste à raiz das arvores e, no final, quem perde essa luta é a planta, que acaba sendo cortada, prejudicando a qualidade de vida da comunidade.
Nos Estados Unidos, por outro lado, encontrou-se uma solução engenhosa e sustentável. Lá a empresa Rubbersidewalk desenvolveu placas para calçadas feitas com borracha de pneus reciclados.
Além de reaproveitar um insumo abundante (pneus), a calçada de borracha torna o pavimento mais aderente, reduz as vibrações (ruídos) e é confortável ao caminhar.
Além disso, o processo de encaixe entre uma placa e outra deixa pequenos espaços por onde a água pode escoar para o solo, permitindo que a planta ‘respire’ e se desenvolva, além de evitar a completa impermeabilização dos centros urbanos.
Ainda assim, caso a raiz cresça e levante a placa, é só retirá-la ou até mesmo cortá-la, o que permite, inclusive, cortar parte das raízes sem matar a árvore. Depois, é só recolar a placa.
Nos últimos anos, além do piso feito com borracha de pneus, a Rubbersidewalk também criou placas feitas com diferentes tipos de plásticos. Tudo devidamente reciclado.

Comentários
Postar um comentário