As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Jardim suspenso é alternativa para criar mais áreas verdes nas cidades/Foto: Muesca61
Como diz o velho ditado, é a partir da necessidade que surgem as oportunidades. Pois a dificuldade de ampliar os espaços verdes na Argentina está popularizando a adoção de telhados verdes e jardins suspensos.
A ideia, na realidade, é cobrir a grande superfície de cimento e concreto com plantas e gramas. Assim, além dos telhados, no país já se encontra facilmente os jardins suspensos, montados sobre uma estrutura de aço galvanizado nas paredes.
Tanto os terraços verdes quanto os jardins verticais oferecem vantagens paisagísticas e ambientais concretas. Estes atuam, por exemplo, como isolantes e reguladores térmicos, além de permitir a economia de energia, uma maior produção e renovação do ar.
Plantações no topo de um edifício/Foto: Milton Jung
Dessa forma, os jardins suspensos transformam-se em cortinas verdes que funcionam como para-sóis deslizantes, reguladores de temperatura e fornecedores de oxigênio. O novo sistema complementa os telhados verdes, que converte terraços e varandas de azulejos em cobertura vegetal.
Segundo a arquiteta argentina Alba Guanjajevic, autora do projeto, o fornecimento de folhas pequenas de um lado do outro do edifício produz uma maior fotossíntese, gerando mais oxigenação.
Segundo ela, isto irá formar um contrapeso importante para a ilha de calor urbano. Além das vantagens ambientais, esses sistemas facilitam a certificação LEED, um conjunto de recomendações para edifícios verdes.
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