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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

16 de ago de 2013

Construindo com Tijolo Ecológico

O desafio da construção civil é aliar qualidade de vida a moradias sustentáveis, otimizando processos construtivos e diminuindo custos. O desenvolvimento de materiais ambientalmente corretos vem de encontro com esta proposta.

Produzido através da mistura de um tipo de solo, cimento e água, o tijolo ecológico é uma das novidades do setor da construção civil que, emconcordância com os projetos sustentáveis, traz mais agilidade e resistência à obra.

Divulgação



Pode ser utilizado em casas, prédios, áreas externas e outros



Com um desenho inovador e faces regulares e lisas, o tijolo possui pequenos encaixes e furos centralizados, que permite que os sistemas hidráulico e elétrico sejam embutido evitando quebras.

"Chamamos de ecológico, pois o tijolo não utiliza queima em seu processo de produção e ainda por utilizar em alguns casos, em sua composição, Resíduo de Construção e Demolição (RCD) classe A", explica o proprietário daempresa de Curitiba DuraEco, Robson Calvo, que vai usar os tijolos ecológicos na construção de casas em Mandaguaçu. Ele estuda a possibilidade de abrir uma filial da fábrica em Ourizona, a cerca de 30 quilômetros de distância de Maringá.

Por possuir características que contribuem para o isolamento acústico, resistência e impermeabilidade, o material pode ser utilizado em qualquer tipo de construção.

"O tijolo ecológico pode ser usado em edificações habitacionais de até seis andares, estruturas industriais, áreas externas, pisos, muros, entre outros", garante Calvo.


Vantagens

Com relação ao tijolo de alvenaria convencional, além de utilizar pouca argamassa de assentamento, o material apresenta outras vantagens: dispensa o uso de revestimento, não consome combustível na fabricação, tem maior resistência ao atrito, não há necessidade de reboco, permite o assentamento direto ao acabamentos e não requer viga para o apoio da laje.

“Trata-se de uma obra limpa e rápida, que gera poucos resíduos a custos mais baixo”, acrescenta.

Depois de finalizada (a obra), o produto possibilita que a construção tenha pouca variação interna de temperatura.

Para Maringá e região essa é uma característica muito importante, pois a casa fica muito mais agradável e fresca. Estudos mostram que a diferença de temperatura, com relação às casas convencionais de alvenaria, é de aproximadamente cinco graus a menos.


Assentamento

Como são encaixados uns nos outros, o assentamento é bem simples e não precisa de mão de obra especializada. “Os tijolos são fixados com cola de PVA e, em seguida, rejuntados. O processo é simples, prático e rápido”. A DuraEco, empresa que revende os tijolos, disponibiliza técnicos para treinar os profissionais que queiram trabalhar ou conhecer o produto.


Preço

Em comparação ao produto de alvenaria, o tijolo ecológico é um pouco mais caro, mas tem melhor custo-benefício. “O milheiro custa em torno de R$ 650, um pouco mais caro que o tijolo de barro; porém, com o uso dos tijolos ecológicos, o custo final da obra pode ficar até 30% mais barato”, finaliza ele.


VANTAGENS DO PRODUTO


Divulgação


Os tijolos possuem faces regulares e furos

que se encaixamAs formas regulares, planas e lisas requerem pouca argamassa de assentamento, facilitando o cálculo da obra. Não necessita de cortes. Dependendo do projeto, dispensa o uso de revestimentos. Utiliza Resíduo deConstrução e Demolição(RCD), em sua composição, e dispensa a queima durante a fabricação. Mais resistente e impermeável e tem maior isolamento acústico. Devido ao encaixe, as paredes mantêm o nivelamento e não há necessidade de reboco. Permite o assentamento de diversos acabamentos. Em comparação com a construção convencional, utiliza-se apenas 60% de ferro e 10% de concreto. O custo da mão de obra é menos da metade da construção convencional. Custo reduzido na fundação da obra, devido ao peso das paredes que são menores. Por ser um modelo construtivo, dispensa a utilização de pregos, arames e madeiras. Obra limpa, com menor quantidade de entulho e perda de material, principalmente concreto e massa de assentamento. Não requer mão de obra especializada.


Fonte: O Diário