A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
São mais de 40 hortas espalhadas nos espaços públicos do município.
Com 17 mil habitantes, a pequena cidade inglesa de Todmorden colocou em prática um grande projeto de alimentação acessível e saudável. Trata-se de um sistema em que a população pode se alimentar gratuitamente por meio de hortas urbanas.
São mais de quarenta hortas espalhadas nos espaços públicos do município. Qualquer morador pode abastecer sua dispensa, e ele também é incentivado a cultivar as hortaliças. As crianças já aprendem sobre a ação na fase escolar.
O projeto, fundado há cinco anos por Maria Clara e Pam Warhurst, foi batizado de “The Incredible Edible Todmorden” (A Incrível Todmorden Comestível, em tradução livre). O trabalho gira em torno de três pontos essenciais: trabalho em conjunto, aprendizagem e apoio às empresas locais.
Toda área livre na cidade é usada para a plantação, isso porque a população acreditou na ideia e se envolveu, até mesmo policiais e bombeiros aderiram ao projeto. Além de frutas e verduras, as pessoas são incentivadas a criarem galinhas e plantarem ervas.
As plantações são cuidadas por voluntários, que se reúnem mensalmente para discutir o andamento do projeto. O grupo também ensina receitas à base de ervas. “Incredible Edible é parte de um movimento para mudar. É apenas uma parte. Mas é a nossa parte e eu estou contente em começar com isso”, afirma Pam, uma das fundadoras do projeto.
Fonte: CicloVivo
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