A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência da captação energética. | Foto: Divulgação
O arquiteto alemão André Broessel anunciou a criação de um gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência energética, em comparação aos sistemas fotovoltaicos comuns. O projeto foi apresentado no site Designboom.
Por se tratar de uma lente no formato de uma bola gigante, a novidade tem como grande benefício o aproveitamento da luminosidade independente de como ela incide sobre a estrutura. Não é necessário que os raios sejam totalmente direcionados, pois ao passarem pela lente, ela se encarrega de direcioná-los todos na mesma direção, para serem mais bem aproveitados.
Ao redor das lentes são instalados os eixos de monitoramento e as células, que identificam o foco de luz e trabalham na captação deste potencial específico. Os testes foram feitos em sistemas diferentes. Em alguns casos, dependendo da estrutura disponível, é instalada somente uma grande lente esférica. Em outras situações podem ser aplicadas placas com 12 lentes menores.
De acordo com Broessel, que vive em Barcelona, o sistema é indicado para a aplicação em qualquer tipo de superfície. Este é outro diferencial em relação às placas fotovoltaicas comuns, que normalmente são instaladas em superfícies inclinadas, para aproveitarem melhor os raios solares.
As lentes esféricas ainda captam de forma eficiente a luz da lua e o reflexo da iluminação noturna das cidades. O projeto ainda é apenas conceitual e está em fase de testes, por isso não está disponível comercialmente. Com informações do Designboom.
Via: CicloVivo
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