A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Foto: Wikipedia Commons
O aeroporto de Congonhas tornou-se mais sustentável ao optar pela instalação de energia renovável em toda sua estrutura. O sistema é um exemplo de geração de energia limpa na cidade de São Paulo.
Sendo o quarto aeroporto mais movimentado do país, sua iniciativa deve incentivar os demais a também implementarem sistemas mais eficientes. Com a captação de energia solar, será reduzido o consumo de energia das redes tradicionais o que significa economia para os investidores e menos impacto ambiental.
Foram instalados noves painéis solares, no início de outubro, que geram 255 kWh por mês em energia. A quantidade é suficiente para abastecer o terminal de passageiros de aviação geral, o prédio de bombeiros, a oficina de manutenção da Infraero, dois pátios gerais, guaritas e câmeras de vigilância.
O sistema recebe a energia solar e a transforma em corrente contínua, que é convertida em corrente alternada e é injetada na rede elétrica. O projeto faz parte de uma estratégia da Infraero para incentivar todos os grandes aeroportos do Brasil a terem seu próprio plano sustentável. Desde janeiro deste ano, por exemplo, o Campo de Marte gera energia solar. Os módulos geram 250 quilowatts-hora (kWh) por mês.
No Campo de Marte os painéis foram fornecidos pela Solar Energy da Bosh. "A medida é um passo para a Infraero trabalhar com a diversificação das matrizes energéticas em suas operações", afirma Suzana Silvéria, superintendente do aeroporto. Com informações do Terra.
Fonte: CicloVivo
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