A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O brise-soleil, palavra francesa que significa quebra-sol é uma boa opção para barrar parte da incidência solar, além de transformar as fachadas das edificações - de dia, agregam textura e à noite transformam as edificações em verdadeiras caixas de luz.
O brise pode ser feito de diversos materiais, como madeira, concreto, alumínio, zinco e até mesmo o vidro, com lâminas fixas ou móveis. Segundo Vassilios Pantazis, gerente da Refax Fachadas e Forros, nas versões móveis, o acionamento pode ser feito por controle automático ou fotocélulas.O tamanho, o material, a posição das lâminas (horizontais ou verticais) e seu espaçamento é definido pelo ângulo de incidência dos raios solares e pela quantidade de luz que se queira barrar.
No Brasil, o primeiro projeto a utilizar o brise-soleil foi o emblemático edifício Gustavo Capanema (1936-1945), no Rio de Janeiro, projetado pelos arquitetos Lucio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge Machado Moreira.
Em São Paulo, sua utilização mais famosa se dá no Copan (1951-1966), projetado por Niemeyer.
O brise pode ser feito de diversos materiais, como madeira, concreto, alumínio, zinco e até mesmo o vidro, com lâminas fixas ou móveis. Segundo Vassilios Pantazis, gerente da Refax Fachadas e Forros, nas versões móveis, o acionamento pode ser feito por controle automático ou fotocélulas.O tamanho, o material, a posição das lâminas (horizontais ou verticais) e seu espaçamento é definido pelo ângulo de incidência dos raios solares e pela quantidade de luz que se queira barrar.
No Brasil, o primeiro projeto a utilizar o brise-soleil foi o emblemático edifício Gustavo Capanema (1936-1945), no Rio de Janeiro, projetado pelos arquitetos Lucio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge Machado Moreira.
Em São Paulo, sua utilização mais famosa se dá no Copan (1951-1966), projetado por Niemeyer.
Edifício Gustavo Capanema - brises protegem a fachada norte
Copan - brises de concreto se moldam à curvatura da edificação
Casa na praia de Juquehy, em São Sebastião, projeto de Álvaro Puntoni
Casa na praia de Juquehy, em São Sebastião, projeto de Álvaro Puntoni
Casa Schaeffer-Novelli, em São Paulo, projeto do escritório Nave Arquitetos
Casa Schaeffer-Novelli, em São Paulo, projeto do escritório Nave Arquitetos
Casa em Itu, projeto de Reinach e Mendonça
Casa em Itu, projeto de Reinach e Mendonça
Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB
Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB
Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB
Agência Loducca, em São Paulo, projeto de Triptyque
Brises verticais de madeira - execução de HC Madeiras
Brise de madeira (Wood Brise) - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Termobrise - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Metalbrise - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Brise utilizado como pergolado - Imagem de divulgação Hunter DouglasAlgumas empresas que trabalham com o material: Hunter Douglas, Refax, Zetaflex, Sul Metais e Novo Rumo Metalúrgica.
Fonte: Arquitetando oficina de projetos

Comentários
Postar um comentário