A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A empresa norte-americana Pegasus Global Holdings especializada em desenvolvimento internacional de tecnologia, anunciou planos para construir uma cidade ao longo de 20 km no deserto de Lea County, região do Novo México (Estados Unidos), que servirá para testar infraestrutura e tecnologias sustentáveis.
Com capacidade para 35 mil pessoas, a cidade chamada de Cite (Centro de Avaliação Testes e Inovações) não será habitada, mas cada casa será projetada como se fosse, incluindo sistemas cotidianos, como aparelhos eletrônicos e sanitários.
Segundo o portal ArchDaily, ela terá o porte de uma cidade americana moderna, e vai integrar ambientes urbanos e suburbanos do mundo real, juntamente com todos os elementos típicos de infraestrutura que compõem as metrópoles de hoje. Isso irá fornecer aos clientes uma oportunidade única para testar e avaliar tecnologias em condições que simulam mais aplicações da realidade.
Os pesquisadores pretendem testar tudo, desde sistemas de tráfego inteligentes para a próxima geração de redes sem fio em máquinas de lavar automáticas até auto-descarga em sanitários.
A construção está prevista para começar em 30 de junho. O custo inicial de desenvolvimento é estimado em US$ 400 milhões, mas o investimento total deverá superar os US$ 1 bilhão. O projeto pretende criar 350 postos de trabalho permanentes.
Algumas das principais aplicações previstas para serem testadas e avaliadas dentro do Cite incluem:
Sistemas Inteligentes de Transportes (ITS)
Energia Verde: Geração de Energia Alternativas de Energia (por exemplo, geotérmica, solar)
Smart Grid Technologies
Telecomunicações
Desenvolvimento de Recursos (por exemplo, Dessalinização)
Segurança
Assista o vídeo do projeto:
Fonte: Portal EcoD
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