A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Parece que o Google está mesmo disposta a se torna uma empresa sustentável. Tanto que, na última semana, o responsável pelos projetos verdes do Google, Anthony Ravitz, publicou no blog oficial da multinacional um vídeo contando como são pensadas e construídas as sedes sustentáveis da empresa.
Ravitz conta que o conceito de sustentabilidade começa ainda na escolha do edifício, já que o grupo prefere reformar um prédio existente em vez de derrubar a estrutura e construir uma sede totalmente nova. As plantas também são flexíveis e os espaços podem ganhar diferentes funções, de acordo com a necessidade.
Segundo Ravitz, do conceito, passando pelo design, construção e operação, tudo é feito para que os prédios funcionem como sistemas vivos e naturais, com otimização do acesso à natureza, ao ar limpo e à luz natural.
“Quando se trata de tornar nosso escritório mais verde, nós aplicamos o mesmo foco que usamos em todos os nossos produtos: colocar o usuário em primeiro lugar. Nós queremos criar o ambiente de trabalho mais saudável possível, onde os Googlers possam prosperar e inovar.” – Anthony Ravitz
O grupo também evita utilizar produtos que contenham materiais com compostos orgânicos voláteis (COV) ou com substâncias tóxicas para a saúde humana. Até sistemas de filtragem de ar de dois estágios são utilizados para eliminar os vestígios de COV e garantir que tintas, mobiliários e carpetes não sejam danosos à saúde dos Googlers.
Para reduzir os impactos ao meio ambiente, o Google investe em sistemas de aquecimento e refrigeração mais eficientes, além de projetos de captação de energia alternativa, como a instalação de painéis solar. Já os empregados participam de um programa de “competição saudável”, batizado de Exercício Sustentável do Google, cujo objetivo é fazer com que eles desenvolvam áreas de limpeza, uso eficiente de água e estratégias inovadoras de gestão de resíduos.
A água dos chuveiros e torneiras, que já possuem sistemas de eficiência de consumo, é reutilizada em um sistema de tratamento, e depois segue para as descargas dos toaletes. Já o aquecimento é feito através de um sistema de aquecimento solar.
Fonte: Portal EcoD Via: IBahia
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