Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
Divulgação
A onda que vem transformando a bicicleta em opção viável ao caos no trânsito também abre oportunidades para empresas que, além do lucro, buscam contribuir para tornar as cidades um lugar melhor.
O designer e artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil, criou um quadro de bicicleta a partir do lixo. Batizado de MuzziCycles, o produto é feito a partir de garrafas PET recicláveis.
Para a fabricação de um quadro, são necessárias entre 120 e 200 garrafas PET. O produto chega ao varejo brasileiro neste mês de novembro.
“Não vendemos bicicleta, vendemos um conceito que tem a ver com a realidade do nosso planeta. O projeto tem cunho social e ecológico e busca transformar o problema do lixo em um produto contemporâneo, poupando recursos minerais e evitando a emissão de carbono”, resume o inventor, que também criou a Molamania, aquelas molas coloridas que fizeram sucesso entre as crianças nas décadas de 1980 e 1990.
Muzzi dedicou mais de dez anos para desenvolver a bicicleta até chegar à versão final, para ser produzida em escala industrial em sua empresa, em São Paulo.
“Não sei dizer ao certo o quanto investi até hoje porque nunca fiz as contas. Mas deve passar de R$ 3 milhões”, diz. Muzzi, que também é piloto de aviões, vendeu a própria aeronave para investir no projeto – apenas o equipamento que molda o quadro custou R$ 1 milhão.
Além das garrafas PET, Muzzi também espera usar outros materiais à base de resinas plásticas, como para-choques de carros, embalagens de xampu e outros produtos que acabam indo parar nos aterros como lixo.
“Estou negociando com grandes empresas na perspectiva de receber o material reciclável e, em contrapartida, doar as bicicletas para quem não tem acesso”, conta o artista.
A Muzzi Cycles tem um ano de garantia, proteção UV, não enferrujam, não são soldadas e a sua coloração é feita por meio de pigmentos que são injetados já no processo de molde, ou seja, não precisam ser pintadas.
Divulgação
A meta da Muzzi Cycles é fabricar anualmente 132 mil unidades, o que representa 15,8 milhões de garrafas recicladas, com economia de quase 1 milhão de litros de petróleo, num processo que evita a emissão de 2,7 mil toneladas de gás carbônico.
Em visita ao Brasil, o presidente uruguaio José Mujica se mostrou interessado pela iniciativa e levou um quadro da bicicleta ao seu país. Além disso, uma organização mexicana pensa em incorporar o projeto em uma região carente e com problemas de transporte. Reino Unido e Alemanha também se mostraram animados com a ideia.
Para o público geral, cada quadro será vendido pelo site
www.muzzicycles.com.br
por R$ 250, mas o preço pode cair pela metade se o interessado levar suas próprias garrafas. O produto tem patente mundial e garantia de um ano.
Para concretizar a compra entre em contato através do email
Saiba mais
Veja a matéria do jornal Bom Dia Brasil sobre a Muzzi Cycles:
Comentários
Postar um comentário