A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O gerador diminui a conta de energia em até 6%
Achar um consenso entre todos os condôminos de um prédio pode ser uma das tarefas mais difíceis. Afinal, aqueles que vivem em edifícios ou em conjuntos residenciais normalmente ficam dependentes da aprovação de todos os condôminos para utilizar as áreas comuns. Pensando neste dilema, um designer criou um gerador individual de energia limpa.
Batizado como Greenator (ou “gerador verde”, em português), o aparelhinho é capaz de produzir energia independetemente de fontes externas. Ele possui miniturbinas eólicas e células solares em filme flexível, que são mais baratas e utilizam menos material em sua produção do que as células fotovoltaicas convencionais.
A ideia é de Jonathan Globerson, que pensou naqueles que querem ter a liberdade de usar a sua própria fonte de energia em seu apartamento. Basta instalá-lo na sacada do apartamento e aproveitar os benefícios da energia renovável.
Segundo o designer cada aparelho reduz até 6% da conta de energia e impede a emissão de cerca de 900 kg de CO2 na atmosfera. Esses números, no entanto, dependem das fontes de energia elétrica usadas no país.
Não há informações sobre a venda do produto, mas o aparelho pode servir como um ponta pé inicial para a instalação da energia limpa em condomínios ou até mesmo em casas.
Fonte: EcoDesenvolvimento


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