Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
O governo da Nova Zelândia decidiu dar o exemplo aos seus cidadãos e inaugurou no início de 2010 a nova sede da Suprema Corte, totalmente erguida segundo princípios da sustentabilidade. A eficiência do projeto foi tanta que este ano a obra foi nomeada para dois prêmios internacionais: o Festival Mundial de Arquitetura e o IStructE Structural Awards.
Localizada na capital Wellington, a nova Corte foi projetada pelos arquitetos da Warren & Mahoney e erguida pelo Holmes Consulting Group e já está se tornando um ponto turístico da cidade.
Hoje, quem passa pela frente do prédio pode ver painéis de aço reciclado e madeira revestindo as paredes da corte em um desenho inspirado em plantas nativas do país, como a árvore Kauri.
Além do design marcante, o que tem garantido o sucesso da construção são os princípios de sustentabilidade aplicados durante a obra. A ventilação natural permite que a corrente de ar circule pelas novas salas de audiência, biblioteca e sala de conferência, criando um clima agradável e poupando o uso de energia com resfriamento.
Painéis solares garantem o aquecimento da água para todo o complexo, iluminação de baixo consumo e clarabóias espalhadas pelos ambientais reduzem o uso de energia, o vidro duplo garante o isolamento térmico, e a tela de bronze fornece sombreamento, controle de brilho e proteção interna contra o mau tempo.
Para completar, a madeira nativa utilizada na construção veio de fontes sustentáveis e muitos dos materiais do antigo Tribunal Superior, assim como elementos decorativos, foram reciclados ou restaurado e reintegrado ao local.
Inspirações na cultura e prêmios
Além de investir na sustentabilidade ambiental, os arquitetos pensaram na cultura local como fonte de inspiração para a construção. É possível ver referências ao patrimônio cultural neozelandês em diversos aspectos da obra, como o trançado da fachada, que foi inspirado na textura de árvores locais.
Por esse conjunto de ações, a construção recebeu prêmios importantes, como o Best Design Awards – uma espécie de Oscar da arquitetura na Nova Zelândia. O projeto também foi nomeado para dois prêmios internacionais: o IStructE Structural Awards, que será apresentado em Novembro, no Reino Unido, e o Festival Mundial de Arquitetura, que será realizado no mesmo mês, em Barcelona.
Fonte: EcoDesenvolvimento






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