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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de mai de 2013

Holandeses constroem escola sustentável em comunidade do Mali



A comunidade de Balaguina, uma aldeia rural localizada em Dogon, no Mali, ganhou um centro educacional construído de maneira sustentável. O projeto é dos arquitetos holandeses Joop e Jurrian van Stigt e foi encomendado pela FoundationDogon Education.

A primeira preocupação considerada pelos arquitetos era sobre o local exato em que a escola seria construída. Por isso, eles se dispuseram a ouvir as comunidades e encontraram um ponto que serviria de acesso também para as pessoas que moram em aldeias vizinhas.

A construção precisava seguir alguns princípios básicos, como a utilização de materiais e recursos locais, para que ela fosse econômica e sustentável. Além disso, era preciso integrá-la à comunidade, utilizando métodos tradicionais de construção. Em consequência disso, a escola acabou sendo edificada com tijolos de barro, feitos na própria região.

Essa matéria-prima substituiu diversos itens usados em construções tradicionais. As telhas, por exemplo, foram trocadas pelos tijolos. A opção elevou o conforto térmico e descartou a necessidade de utilizar métodos artificiais para manter a temperatura interna sempre amena, mesmo que fora da escola esteja 40ºC. Para garantir que os tijolos resistam às chuvas, eles tiveram um pouco de cimento acrescentado à massa. A fundação foi feita em concreto e a estrutura finalizada com esquadrias de aço, feitas artesanalmente.

O projeto ainda teve um papel educacional, aplicado através da participação dos alunos na construção, assim eles aprenderam as técnicas e foram capacitados para replicá-la em outras construções.

A escola é dividida em blocos. Dois deles são compostos por salas de aula e banheiros, enquanto no outro bloco estão as moradias dos professores. O complexo ainda possui uma área livre, usada para aulas e lazer. Ela serve como referência e refúgio para os moradores de Balaguina e das aldeias vizinhas. Com informações do Plataforma Arquitectura.

Fonte: CicloVivo

Mineirão é inaugurado com usina fotovoltaica



O segundo estádio para a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 a ser entregue, o Mineirão agora tem uma usina solar. A cerimônia de inauguração aconteceu na última semana e foi promovida pelo Governo de Minas e pela Companhia Energética de Minas Gerais, Cemig.

A usina do Mineirão tem uma potência instalada de 1,42 MWp, com cerca de seis mil módulos fotovoltaicos, sendo que toda a energia gerada será injetada na rede de distribuição da Cemig. Já a implantação da Usina Solar Fotovoltaica (USF) Mineirinho, que terá uma potência de 1,1 MWp, está em processo de elaboração de edital. Os empreendimentos fazem parte do Projeto Minas Solar 2014 da Cemig. Com essa potência, a usina será capaz de atender, aproximadamente, 900 residências de médio porte.

Para que a eletricidade chegue à rede de transmissão, haverá uma subestação de alimentação situada dentro do estádio. De toda a energia produzida, 10% serão utilizados pela Cemig e o restante abastecerá o próprio complexo. A previsão é de que a tecnologia já funcione durante a Copa das Confederações.

Modelo alemão

A iniciativa de se instalar uma central geradora de energia a partir dos raios do sol no Mineirão e no Mineirinho foi inspirada nos estádios de Freiburg, considerada a capital solar da Alemanha, e de Berna, na Suíça, e nos estádios solares construídos para a Eurocopa 2008.

No Mineirão, a usina começou a ser montada em dezembro do ano passado, com os trabalhos de preparação e impermeabilização da cobertura para a montagem das estruturas metálicas de suporte das placas fotovoltaicas. A usina contribuirá para que o Mineirão seja reconhecido como uma edificação sustentável e obtenha a certificação de Green Building.

“A instalação da usina solar do Mineirão honra um calendário de ações sustentáveis implementadas na obra de modernização do estádio desde as primeiras demolições até os dias de hoje. Cerca de 90% dos resíduos sólidos gerados com a obra, por exemplo, tiveram destinações socioambientais responsáveis, como a terra, o metal e o concreto. É um privilégio ter em funcionamento a primeira usina solar dos estádios da Copa de 2014”, destaca Tiago Lacerda, secretário de Estado Extraordinário da Copa (Secopa).

Durante a obra, cerca de 75 mil metros cúbicos de concreto foram britados e reutilizados para pavimentação de ruas de municípios vizinhos, 250 mil m³ de terra foram aproveitadas em recuperação de áreas degradadas em cavas de mineradoras na Região Metropolitana e em outras obras do estado. Mais de 50 mil cadeiras foram doadas para ginásios e estádios do interior do estado e toda a sucata metálica foi destinada a usinas de reciclagem. Dezoito mil metros quadrados de grama foram replantados no Plug Minas, no bairro Horto, com economia de R$ 130 mil para o estado. Além disso, foram implantados lava-rodas para limpeza dos caminhões na saída da obra para evitar sujeira no entorno do estádio, mas com um sistema ecoeficiente, com reaproveitamento da água por meio de caixas de decantação e bombas, com economia média de 18 mil litros de água por dia.
Fonte: Ciclo Vivo

25 de mai de 2013

Construções e Reformas Particulares Sustentáveis

 

AUTOR:Ministério do Meio Ambiente

Para quem está pensando em construir ou reformar, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) disponibiliza uma cartilha que traz orientações sobre como fazer moradias sustentáveis que gerem economia e durabilidade. O objetivo é difundir práticas de obras sustentáveis aos consumidores, permitindo a otimização dos recursos financeiros e naturais investidos. Faço o download na figura ao lado.

Fonte: Portal EcoD


Empresa vende embalagem de cogumelos que vira adubo e alimento depois de usada


Uma embalagem natural e biodegradável, produzida com cogumelos e resíduos agrícolas, foi desenvolvida por estudantes do Instituto Politécnico Rensselaer, em parceria com a empresa Ecovative Design, em Nova Iorque. O material ganhou o nome de Mycobond, e pode ser usado posteriormente como adubo orgânico e até servir de alimento para os humanos. Além disso, durante a produção da embalagem, as emissões de gás carbônico são dez vezes menores do que na fabricação das embalagens convencionais.

Vendidas sob encomenda no site da empresa, as embalagens Mycobond são elaboradas com os fungos mycelium, que ficam isolados por uma semana, em local escuro com temperatura ambiente. Nestas condições, os cogumelos crescem dentro de uma estrutura de plástico, que determina o formato da embalagem. Quando fica pronta, a peça é aquecida, interrompendo o processo de crescimento dos cogumelos. No total, o processo de fabricação utiliza uma quantidade de energia oito vezes inferior à necessária para produzir embalagens convencionais – e o objetivo é diminuir ainda mais este consumo de eletricidade.

Antes de ser preparada, a embalagem passa por um processo de esterilização especial, desenvolvido em parceria com a National Sciene Foundation, importante órgão norte-americano de desenvolvimento e tecnologia. O método usa vapores especiais para retirar as impurezas encontradas nos fungos.

Agora, a equipe que desenvolveu o Mycobond realiza esforços para fazer com que a esterilização seja cada vez mais sustentável – a meta é utilizar óleos naturais extraídos da canela e do orégano para eliminar os resíduos encontrados na matéria-prima. Se a prática de esterilização sustentável der certo, o uso de energia na fabricação das embalagens será 40% inferior ao padrão de produção das embalagens convencionais.

Fonte: CicloVivo

Romenos criam casa sustentável que pode ser controlada por celular


A Soleta zeroEnergy é uma pequena residência construída de maneira sustentável e para ser totalmente independente das redes de energia elétrica. Além disso, a casa é altamente tecnológica, tendo boa parte de suas funções capazes de serem controladas através de um smartphone.

O projeto é fruto do trabalho dos jovens arquitetos romenos que integram a Fundação para Invenção e Tecnologias Sustentáveis Justin Capra. Este é o primeiro protótipo apresentado pelo grupo e ele está instalado na capital romena, Bucareste.

O Soleta zeroEnergy é um espaço projetado com design simples e acessível. Por sua versatilidade, ele pode ser utilizado como uma pequena residência, escritório ou apenas como moradia de férias. Para a construção a equipe utilizou materiais naturais e de origem local, com o intuito de minimizar o impacto ambiental.

No lugar das paredes sólidas, os arquitetos utilizaram vidro isolante. Esta opção maximiza a relação entre interior e exterior e permite que os moradores permaneçam em um contato mais próximo com a natureza ao redor. Outra vantagem dessa opção é o maior aproveitamento da luminosidade e ventilação natural.

A casa possui apenas 48 metros quadrados, mas ainda conta com um loft de nove metros quadrados e um terraço com outros 22 m². Toda a edificação é equipada com sensores que monitoram a qualidade do ambiente interna, são considerados: temperatura, umidade e CO2. Além disso, o sistema tecnológico é capaz de abrir e fechar as grelhas e o sistema de ventilação com apenas um comando feito pelo celular.

Além dos sistemas de recuperação energética, a Soleta zeroEnergy possui coletores solares que aquecem a água e fornecem 30% da energia necessária para o consumo interno. Um fogão a lenha de alta eficiência e baixo CO2 também é utilizado como fonte de calor. Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

Poloneses transformam antigo reservatório em centro de esportes radicais


Um antigo reservatório abandonado na Polônia está prestes a se tornar um complexo de esportes radicais. O projeto de revitalização é do escritório de arquitetura Moko e inclui a reutilização de contêineres para complementarem a construção.

A ideia é transformar os dois silos que atualmente estão fora de uso em um tanque para a prática do mergulho e um centro de aprendizagem de paraquedismo. De acordo com os arquitetos responsáveis pelo trabalho, será possível transformar um dos reservatórios em uma “caverna submersa” com 25 metros de profundidade.

O outro silo servirá como um tubo gigante em que é possível treinar paraquedismo com segurança. Nele o ar fluirá em alta velocidade, para que seja possível preparar bem os atletas que utilizam o espaço.

Além dos dois silos, a estrutura contará com o uso de contêineres escalonados. Eles serão instalados junto às torres e formarão um prédio multifuncional. Logo no térreo o complexo contará com espaços para exposições, sala de leitura, café e salas para workshops. No primeiro andar estarão as lojas de esportes, enquanto o segundo e terceiro pisos serão preenchidos com os escritórios e departamento administrativo.

Como o objetivo da construção é oferecer conforto aos atletas e visitantes, o quarto nível funcionará como um albergue para os paraquedistas, que treinarão em salas dispostas no quinto andar. Para os mergulhadores, a estrutura é a mesma nos dois andares acima. O prédio ainda contará com terraço e no nono andar será construído um bar com vista panorâmica para a cidade.

Fonte: CicloVivo

Prédio residencial de SP é o primeiro a ter selo AQUA na fase Realização



A Even, construtora e incorporadora, acaba de anunciar o primeiro prédio residencial do Brasil a receber a certificação de cuidado ambiental AQUA na fase de realização. O empreendimento está localizado na região sul de São Paulo e oferece benefícios em longo prazo aos moradores.

O selo destinado à construção civil reconhece a adoção de práticas sustentáveis e prevê três etapas: Programa, que analisa o planejamento funcional e ambiental do edifício; Concepção, em que deve ser comprovado o Perfil de Qualidade Ambiental na elaboração do projeto executivo; e Realização, que atesta o atendimento a todas as categorias da certificação na execução da obra.

“O True já foi o primeiro residencial de São Paulo a obter a certificação na fase Programa e o primeiro do Brasil, na fase Concepção. Agora repete o pioneirismo, no país, na conquista do selo na fase Realização, comprovando o ineditismo nas questões relacionadas à sustentabilidade”, afirma Silvio Gava, diretor-executivo técnico e de sustentabilidade da Even.

Para os clientes, os benefícios da certificação se traduzem em diversos aspectos, como:

Economia com água – segundo estudos a redução pode chegar a 27%, graças à adoção de soluções como redutores de vazão nas torneiras, reuso de água etc

Economia de energia – nas áreas comuns pode superar os 30% em função da adoção de iluminação automática ativada por sensores, a escolha de lâmpadas eficientes e a arquitetura privilegia a iluminação natural.

Facilidade na reciclagem dos resíduos – o empreendimento prevê um espaço no apartamento e no condomínio para armazenamento dos materiais a serem encaminhados à reciclagem.

Conforto térmico – o projeto contemplou a orientação do edifício, o posicionamento das janelas e o melhor aproveitamento da ventilação natural.

Conforto acústico – o empreendimento foi executado de forma a reduzir a interferência sonora entre os cômodos de cada apartamento.

De acordo com Gava, foi um grande desafio para a companhia, mas também um aprendizado enorme. Em agosto do ano passado, a companhia assumiu o compromisso de projetar todos os empreendimentos residenciais da cidade de São Paulo para que recebam a certificação AQUA, nas três etapas. “O True foi o primeiro a obter a certificação nas três fases, mas estamos trabalhando para repetir esse resultado em muitos outros empreendimentos”, afirma. 

Fonte: Ciclo Vivo

Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda


Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para funcionar, reduzindo gastos.

Nomeado SunWater, o sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões. Nestes locais, a maior parte da atividade agrícola é de subsistência, e a escassez da água gera vários problemas, diminuindo a produção das culturas e prejudicando a atividade pecuária – o que causa impactos diretos na renda das famílias que dependem da terra para sobreviver.

Além de eliminar o uso de combustíveis fósseis, que têm preços altos e poluem o ar com altos níveis de CO2 e gases tóxicos, o SunWater não precisa da energia disponível na rede elétrica – que nem sempre está ao alcance das populações que sobrevivem da produção agrícola. Além disso, o equipamento ajuda a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais.

Como o SunWater é movido pela energia do sol, o agricultor não terá custos de combustível e o uso do equipamento não será cobrado na conta de luz. Segundo o Inhabitat, cada exemplar do SunWater vai custar R$ 5.856, incluindo a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a própria bomba, que rega a plantação. O produto ainda passa por testes, mas já está em fase de captação de recursos. Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

Saiba como funciona um supermercado colaborativo


A capital da Inglaterra, Londres, possui um grande exemplo de empreendedorismo ecologicamente correto e inovador. Na cidade foi aberto o The People’s Supermarket (O Supermercado do Povo) em que o consumidor torna-se sócio do empreendimento.

No modelo de negócio, que teve início em 2009, as pessoas podem assumir o papel de membros do supermercado, sendo que cada uma delas, automaticamente, se torna dona. Em troca, são oferecidas horas de trabalho voluntário.

Os benefícios para os consumidores é ter descontos nas compras, que, por sinal, já apresentam um valor reduzido em relação às outras redes. O menor preço é uma das consequências do fato do quadro de funcionários fixos ser bem pequeno.

O Supermercado do Povo recentemente implantou o sistema de cartão de fidelidade em que as pessoas podem acumular pontos e, posteriormente, revertê-los em recompensas.

A ideia foi desenvolvida por Arthur Potts-Dawson, Kate Bull e David Barrie. O trio se inspirou na história de sucesso do Park Slope Food Co-operative, que é uma das maiores cooperativas de alimentos dos Estados Unidos, localizada na cidade de Nova York.

Os criadores do “Supermercado do Povo”, afirmam que a missão do negócio é “criar uma empresa comercialmente sustentável e social, que atinge o seu crescimento e as metas, enquanto opera com base no desenvolvimento comunitário. Nossa intenção é oferecer uma rede alternativa de compra de alimentos, através da ligação de uma comunidade urbana com a comunidade agrícola local”. Com informações do Ideias Verdes.

Com os preços exorbitantes praticados nos supermercados essa pode ser uma boa idéia. Algumas horas de trabalho em troca de descontos nas compras. Vale conferir!

Fonte: CicloVivo

20 de mai de 2013

Taiwaneses projetam edifício com fachada que gera energia eólica


As turbinas eólicas influenciaram a criação do Wind Tower, um prédio projetado para gerar energia limpa. O responsável pelo projeto é o escritório taiwanês de arquitetura e urbanismo Decode.

O intuito deste projeto é tornar o edifício referência mundial em uma estrutura multiuso e elegante. Além de ter todas as funções de um prédio tradicional, o conceito inclui a utilização de uma fachada flexível que funciona também como uma usina eólica.

A alternativa encontrada pelos arquitetos foi criar uma espécie de capa que encobre todo o edifício e é composta por múltiplos geradores eólicos. Assim, conforme o vento bate os geradores se movimentam e podem, até mesmo, modificar a fachada do prédio.

De acordo com o site do escritório, a eletricidade gerada a partir dessa fonte é suficiente para abastecer todo o edifício. O sistema é conectado a uma rede interna que distribui a energia conforme a necessidade.

Mesmo que as turbinas estejam em todo o redor do prédio, ele foi planejadao de maneira a permitir a entrada da luz natural e assim reduzir os gastos com iluminação.

Para completar a beleza e elegância do projeto, os taiwaneses utilizaram lâmpadas de LED espalhadas ao redor do edifício. Elas são alimentadas pela energia limpa e mudam de acordo de acordo com o clima. Esse dinamismo dá às pessoas a ideia de que a fachada está viva.

O projeto ainda é apenas um conceito e não existe previsão para que ele seja construído. 

Fonte: CicloVivo