A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Atividade hormonal e sistema nervoso de uma pessoa podem ser alterar diretamente pela influência das forças que formam o ambiente geofísico na qual ele está localizado, provocando alterações fisiológicas que podem ser gravadas por meio da atividade cardíaca.
De acordo com locais hipertônicas que ativam o sistema nervoso simpático e lugares hipertônicas que desencadeiam o sistema nervoso parassimpático em resposta à informação prevalecente do lugar. A estadia diária em um lugar excessivamente hipertônica, ou hipotônica, especialmente no lugar onde dormimos e trabalhamos, pode desempenhar um fator determinante no desenvolvimento de estados de saúde.
Metabolismo humano obedece à atividade cardíaca com referencia ao local.
O sistema nervoso autônomo através do coração á dois comandos o simpático e parassimpático, a variação dos batimentos através de sensores biológicos apresentado graficamente reflete as influências do local.
O comando de ativação “rede neural” tem influência do ambiente e simultaneamente com efeitos geofísicos e atmosfera de campos elétricos.
Para a análise técnica geobiofísico HRV (Variabilidade da Frequência Cardíaca), encontraram para discutir as experiência do uso do VFC e sua aplicação ao conhecimento de Biologia da Construção.
A influência do lugar é vários fatores de interação e tipologia;
- solo muito reflexivo estimula o sistema simpático pela adrenalina, dificuldade de respirar, endurecer os músculos.
- correntes de água subterrâneas tem tipo de influencia parassimpático pelos homens e simpático por mulheres férteis e não fértil similar ao homem.
- Situação hormonal humana com a água subterrânea é eletromagnética e situação tectônica local e depende da tipologia das falhas geológicas. “compressiva=simpático” e “distensível=parassimpático” estimula a bioenergia dos seres vivos.
Originalmente, quando o ser humano ainda tinha todas as bases e referencias na natureza, somente os fatores naturais são relevantes na saúde e harmonia do habitat.
Partindo deste conhecimento, o arquiteto pode se dedicar ao projeto arquitetônico e atentar aos materiais a serem utilizados na construção.
Deve-se fazer uso de materiais preferencialmente naturais que não dispersem substâncias químicas (COV – Compostos Orgânicos Voláteis) no ambiente, mas também respeitem os limites mínimos de salubridade quanto à toxicidade e radioatividade dos materiais. Sabe-se que os próprios materiais de construção emanam radiações, em magnitudes que vão desde 20/50 milirads/ano da madeira, aos 50/250 milirads/ano em certos tipos de concreto.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que a dose máxima de radiação tolerada é de 500 mR/ano, valor este muito próximo quando expostos em uma residência rica em concreto. Assim, um novo conceito de Arquitetura Sustentável deve respeitar a individualidade das pessoas e dos espaços onde pretendem viver ou trabalhar, fugindo do modelo cartesiano empregado pelos arquitetos do séc. XX.
Essa arquitetura deve proporcionar uma relação mais sentimental com aqueles que a usufruem, afinal a casa não deve ser vista nunca como uma máquina, e sim como um ser vivo como nós
Fonte: Geo-eco-bioenergia





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