A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A evolução da consciência ecológica trouxe para o nosso dia a dia o conceito de sustentabilidade e lançou um novo olhar para a forma como impactamos o meio ambiente ao construirmos nossas casas e edifícios. A preocupação com a preservação das condições de vida do planeta e das futuras gerações é bem ampla e não poderia deixar de fora a construção civil.

A construção sustentável é um produto da moderna sociedade tecnológica e visa causar o menor impacto tanto na construção como na manutenção dos empreendimentos utilizando-se de recursos naturais locais de forma integrada ao meio ambiente em que está inserida , buscando soluções para problemas criados por ela própria, como os resíduos de descarte de entulho, promovendo a saúde, o conforto e a integração com seus habitantes.
Ao iniciar uma construção, antes de mais nada, é preciso considerar o melhor aproveitamento da topografia natural do terreno e dos recursos naturais como a luz solar. Que evitará o uso excessivo de iluminação artificial.
A escolha dos materiais deve estar orientada para a preservação e recuperação do meio ambiente sendo inadequados o uso de produtos como PVC e alumínio entre outros. Mas os resíduos sólidos das indústrias, são bem vindos como substitutos da areia e brita.
Agora se você pensa que os custos tornam inviáveis este tipo de projeto, saiba que eles são semelhantes aos de uma construção convencional, porém favorecidos por materiais mais baratos e eficazes o que, a longo prazo, ajudará a reduzir os gastos com manutenção.
Ok , mas se você não pretende construir, então, não precisa se preocupar, certo? Nada disso. É preciso que cada um faça a sua parte, mesmo que pareça pouco. Atitudes como reciclar o lixo, utilizar produtos inteligentes para reduzir o consumo deágua, aquecimento a gás nos chuveiros ou uso de energiasolar, uso de tintas a base de água, captação e reúso da água da chuva, uso de medidores individuais e de lâmpadas de baixo consumo, assim como uso de madeira certificada ou de origem legal e paisagismo funcional que ajuda na manutenção do equilíbrio da temperatura e umidade do ambiente são algumas das soluções que podemos adotar, levando-se em conta, é claro, o lugar onde vivemos. Porém se construir não é o caso, aproveite a hora de reformar para ver se algumas melhorias, dentro do conceito de sustentabilidade, são possíveis.
Agora se você não vai nem construir e nem reformar procure dar uma olhada em volta e ver se há algo que você possa fazer nesta direção. Nem que seja questionar o síndico do prédio, caso more em um condomínio. Tenha em mente que a sustentabilidade na construção civil é de vital importância não só para o planeta como para a manutenção da nossa saúde, bem estar e conforto.
Fonte: Polo Serviços
Comentários
Postar um comentário