A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Uma equipe de pesquisadores coreanos do Instituto de Pesquisa de Tecnologia Química e Universidade de Sungkyunkwan desenvolveu o modelo de célula fotovoltaica mais eficiente que existe. A criação se baseia no uso de materiais diferentes dos tradicionais.
Conforme publicado na revista científica Phys.org, a base para a nova fórmula é a mistura de perovskita, materiais com a mesma estrutura de óxido de titânio e cálcio. Essa novidade permitiu aos cientistas alcançarem uma boa potência, a partir de materiais de baixo custo e por um processo simples.
A busca por células solares mais baratas e eficientes é uma constante. Ao longo da última década os preços desses equipamentos foram reduzidos significativamente. No entanto, ainda não é barato o suficiente para que todas as pessoas tenham acesso a estruturas deste tipo para o uso residencial e, até mesmo, comercial.
Mesmo com todo o esforço científico, o melhor percentual de eficiência já atingido havia sido 3,8%, em 2009. Esse número demonstra a importância da descoberta dos coreanos, já que o modelo criado por eles alcançou eficiência de 17,9%.
A equipe atingiu este resultado misturando brometo de chumbo metilamio com formamidínio. Além de usar materiais baratos, os pesquisadores informaram que neste processo, as células podem ser produzidas em um processo de impressão, o que baratearia toda a produção.
Mesmo com resultados tão positivos, ainda existem restrições ao sistema. A primeira delas é em relação à durabilidade do material. Os componentes utilizados são solúveis em água, um problema para equipamentos que estão expostos ao sol e chuva constantemente. Além disso, os pesquisadores ainda precisam testar a eficiência em áreas maiores, já que as experiências foram feitas em células de 0,1 centímetro quadrado.
Fonte: CicloVivo
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