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Cientistas dos EUA criam painéis solares recicláveis de compostos vegetais



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 A criação das novas células solares é um importante avanço para a geração limpa de energia, mas ainda são necessárias muitas pesquisas até a tecnologia ser comercializada. | Foto: <a href='http://www.gatech.edu/inc/hgImage.php?nid=202051' target='_blank'>Georgia Tech/Divulgação</a></p>
A criação das novas células solares é um importante avanço para a geração limpa de energia, mas ainda são necessárias muitas pesquisas até a tecnologia ser comercializada. | Foto: Georgia Tech/Divulgação
Cientistas norte-americanos desenvolveram um novo tipo de células fotovoltaicas, elaboradas com compostos orgânicos derivados das plantas. Ao contrário dos painéis de geração convencionais, o novo equipamento de captação solar pode ser facilmente reciclado após o uso.

As células solares orgânicas foram criadas por pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em parceria com a Universidade de Purdue, nos EUA. A inovação sustentável é composta por substratos de celulose de nanocristais (CNC), estruturas reutilizáveis depois de serem colocadas em um recipiente com água morna.

Para Bernard Kippelen, professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia e coordenador da pesquisa, as fontes de geração de energia limpa precisam ser elaboradas com materiais mais verdes. “Se as células orgânicas não fossem recicláveis, em vez de resolvermos um problema, criaríamos outro: uma tecnologia que produz energia renovável, mas que não pode ser reaproveitada ao final de seu uso”, preocupa-se Kippelen.

Os substratos de CNC em que as células solares são fabricadas são transparentes, o que permite a passagem de luz pelo meio. Depois, as radiações solares são absorvidas por um semicondutor, que, finalmente, produz a quantidade de eletricidade.

Embora a criação das células solares represente um avanço para a geração sustentável de energia, as pesquisas ainda precisam ser aprimoradas para que a solução torne-se viável e seja comercializada em larga escala.

Até o momento, o novo método de geração de energia apresenta eficácia de 2,7% na conversão da luz em eletricidade, bem menor que as tecnologias de geração convencionais, que têm eficiência em torno de 10%.
Fonte: InHabitat e  Nature.    Via: Ciclo Vivo

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