A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. | Foto: Divulgação
Construída recentemente em Los Angeles, a escola pública Green Dot Animo Leadership possui uma fachada totalmente composta por painéis solares. Além de usar energia renovável em larga escala, a instituição também vai mitigar as emissões de carbono – prometendo reduzir, por ano, uma quantidade equivalente à emitida por mais de mil automóveis.
A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. Assim, o colégio não é só um exemplo de arquitetura sustentável e geração fotovoltaica, mas também serve de modelo para a construção de escolas no mundo inteiro, principalmente nas regiões que recebem altas incidências de raios solares.
Outra importante ação desenvolvida pelo colégio em nome do meio ambiente é a criação de um programa de redução de emissões de carbono, que pretende mitigar, anualmente, até 1,36 milhão de quilos da propriedade que polui o ar – o equivalente à quantia produzida por mais de mil carros ao longo de um ano.
Além de ter uma eficiente estrutura para geração de energia fotovoltaica, a construção do colégio aproveita ao máximo a ventilação natural e a luz do sol, reduzindo o uso de ar condicionado e de iluminação nos ambientes. Os funcionários podem regular a intensidade da luz que entra no colégio. Nas partes externas em que a fachada do prédio não está revestida por painéis solares, foram instaladas telas que estimulam a interação dos alunos com o ambiente que cerca a escola. Com informações do InHabitat.
Via: CicloVivo
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