A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Já foi criado na universidade um protótipo da placa solar com espinafre. | Foto: Amrutur Anilkumar / Vanderbilt University
Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, encontraram uma maneira de aumentar a eficiência da energia solar. Utilizando a proteína da fotossíntese do espinafre, eles tornaram a célula solar 2,5 vezes mais potente.
A técnica foi detalhada em um estudo publicado no periódico científico "Advanced Materials", na última terça-feira (4). O professor de química David Cliffel, um dos responsáveis pelo projeto, explica que foi realizado um experimento combinando espinafre e silício. O vegetal possui uma proteína que permite transformar luz em energia, enquanto o silício é um material usado em placas solares.
O resultado é que com essa combinação houve uma produção de corrente elétrica duas vezes e meia maior do que outras células solares e também a uma voltagem maior. "A combinação produziu corrente elétrica quase mil vezes maior do que se usássemos a proteína com outros tipos de metal", afirmou o professor Cliffel, em entrevista ao site da Universidade Vanderbilt.
Os pesquisadores estudam agora construir uma placa solar totalmente funcional com os mesmos componentes. De acordo com o projeto, o painel terá 60 centímetros e produzirá energia suficiente para acender pequenos aparatos elétricos, como lâmpadas.
Segundo a Universidade Vanderbilt, a tecnologia dos cientistas norte-americanos já foi premiada duas vezes, uma pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA e outra por uma feira nacional de design sustentável.
A pesquisa deixa claro que a ideia de utilizar proteínas da fotossíntese para produzir energia elétrica não é nova. Há pelo menos 40 anos a tecnologia foi descoberta, porém vêm se aperfeiçoando ao longo do tempo. Já foi criado na universidade um protótipo da placa solar. Com informações do G1.
Fonte: CicloVivo
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