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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

2 de ago de 2014

Torre que transforma umidade do ar em água potável tem versão melhorada


Água potável é um bem que ainda não está acessível a todas as pessoas no mundo. Pensando em uma solução prática para este problema, o arquiteto italiano Arturo Vittori criou a WarkaWater, uma torre que capta o vapor de água atmosférico e o transforma em água própria para o consumo. A ideia deu tão certo, que ele já desenvolveu uma versão melhorada do modelo.

O sistema não consiste em alta tecnologia. Pelo contrário, ele é tão simples que pode ser replicado em qualquer lugar. O melhor é que, além de ser eficiente, o WarkaWater, nas duas versões, é bonito, assemelhando-se a uma grande escultura.

O projeto foi pensado para ajudar comunidades que sofrem com a falta de água na Etiópia. Apesar de ainda não terem sido instalados no continente africano, os arquitetos já providenciaram a construção de um protótipo do WarkaWater2 no Instituto Italiano de Cultura e pretendem levá-lo para a Etiópia já em 2015.

Imagem: Divulgação

A base da torre é modular, feita em bambu ou talos de juncus. Internamente elas são forradas com uma malha plástica, semelhante aos sacos usados no transporte de frutas e legumes. As fibras de nylon e polipropileno ajudam a captar as gotículas do orvalho e quando a água escorre, fica armazenada em uma bacia, instalada na parte inferior da torre.

Imagem: Divulgação

O site do projeto explica que toda a estrutura pesa, em média, 90 quilos, divididos em cinco módulos. Para facilitar a sua instalação em locais de difícil acesso, não é necessário utilizar andaimes ou equipamentos elétricos. A estimativa é de que o WarkaWater2 seja capaz de coletar cem litros de água por dia, provenientes da chuva, orvalho e neblina.


A principal diferença entre a versão atual e o primeiro modelo criado não está em sua estética, mas sim na instalação de uma “coroa” de espelhos na parte superior, que promete manter as aves longe da estrutura. A medida visa reduzir as chances de contaminação da água. 


Clique aqui para ver todos os detalhes do primeiro WarkaWater.

Fonte: CicloVivo