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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

23 de out de 2012

Aeroporto de Congonhas instala sistema de energia solar

Foram instalados noves painéis solares, no início de outubro, que geram 255 kWh por mês em energia.

O aeroporto de Congonhas tornou-se mais sustentável ao optar pela instalação de energia renovável em toda sua estrutura. O sistema é um exemplo de geração de energia limpa na cidade de São Paulo.

Sendo o quarto aeroporto mais movimentado do país, sua iniciativa deve incentivar os demais a também implementarem sistemas mais eficientes. Com a captação de energia solar, será reduzido o consumo de energia das redes tradicionais o que significa economia para os investidores e menos impacto ambiental.

Foram instalados noves painéis solares, no início de outubro, que geram 255 kWh por mês em energia. A quantidade é suficiente para abastecer o terminal de passageiros de aviação geral, o prédio de bombeiros, a oficina de manutenção da Infraero, dois pátios gerais, guaritas e câmeras de vigilância.

O sistema recebe a energia solar e a transforma em corrente contínua, que é convertida em corrente alternada e é injetada na rede elétrica. O projeto faz parte de uma estratégia da Infraero para incentivar todos os grandes aeroportos do Brasil a terem seu próprio plano sustentável. Desde janeiro deste ano, por exemplo, o Campo de Marte gera energia solar. Os módulos geram 250 quilowatts-hora (kWh) por mês.

No Campo de Marte os painéis foram fornecidos pela Solar Energy da Bosh. "A medida é um passo para a Infraero trabalhar com a diversificação das matrizes energéticas em suas operações", afirma Suzana Silvéria, superintendente do aeroporto. Com informações do Terra.

Fonte: CicloVivo

Designer espanhola cria bicicleta que se adapta às necessidades das crianças

A bicicleta acompanha o aprendizado dos pequenos, proporcionando estabilidade, 
equilíbrio e orientando-os quanto à melhor maneira de pedalar. | Imagem: Divulgação


Criada em Barcelona, a B’Kid é uma bike que acompanha o aprendizado dos pequenos, proporcionando estabilidade, equilíbrio e orientando-os quanto à melhor maneira de pedalar.

Um dos 20 projetos finalistas da segunda edição do MID (Mercado de Ideias e Design de Barcelona), a Balance Bike (ou B’Kid), foi criada pela designer Noelia Vallano, e vem chamando a atenção dos pais que estão antenados nas últimas tendências do mundo das bikes.

A criação é indicada para aqueles que estão entre os dois e os seis anos de idade, pois ensina as crianças a pedalarem durante três estágios: o primeiro é o triciclo, para os pequenos que ainda não têm controle e nem estabilidade sobre a bicicleta. “Com as três rodas, a criança sente-se mais segura”, diz Noelia.

A segunda fase é o balanço, essencial para que os meninos e as meninas desenvolvam o equilíbrio. Nesta etapa, o adulto sustenta a criança e a bicicleta com uma alça, movimentando-a para produzir o movimento.

Finalmente, quando a criança obtiver a estabilidade e o equilíbrio necessários, a B`Kid ganha a forma de uma bike infantil convencional. “Há dois anos, meu sobrinho nasceu. A partir daí, comecei a pensar em um produto flexível e adaptado às necessidades das crianças”, explica Noelia a um portal de notícias catalão.

Além de incentivar as pedaladas desde cedo, a B’Kid elimina a necessidade de comprar mais de uma bicicleta para os pequenos. Por ser elaborada a partir de materiais locais, reduz emissões de carbono e custos significativos de transporte e importação durante os processos de fabricação da bike.

Porém, apenas o protótipo da B’Kid já foi desenvolvido. Entretanto, a expectativa é que, em um ano, no máximo, a bicicleta adaptada para crianças entre no mercado. Com informações do BTV Notícies.

Fonte: CicloVivo

Resíduos de bioenergia podem produzir até aditivos para carros


A produção do biocombustível passou de 404 mil metros cúbicos para 2,7 milhões de metros cúbicos em 2011.

Estudos em desenvolvimento por empresas do Brasil e do Canadá apontam que, além de combustíveis, a geração de bioenergia também pode produzir embalagens plásticas, materiais elétricos e aditivos para carros.

A reciclagem dos resíduos utilizados na geração do combustível pode dar vida a diversos produtos – é o que diz uma pesquisa realizada por corporações brasileiras e canadenses, que investigam os métodos de reaproveitamento do material proveniente das usinas de bioenergia.

Com o apoio da FAPESP e da ISTPCanada, a empresa brasileira Plasmarco e a canadense Casco, estão realizando uma série de pesquisas sobre a reciclagem dos resíduos da produção de biodiesel. O projeto visa o aproveitamento total do glicerol bruto, uma das principais substâncias da geração de bioenergia, que pode ser transformada em materiais elétricos e em embalagens descartáveis.

O projeto ainda está em fase de desenvolvimento, mas alguns resultados já foram apresentados durante o primeiro simpósio da FAPESP Week 2012, realizada no dia 17 de outubro, em Toronto. Ao longo do evento, Carlos Correa, representante da Plasmacro, explicou que o uso do biodiesel aumentou exponencialmente entre 2007 e 2011. Segundo Correa, a produção do biocombustível passou de 404 mil metros cúbicos para 2,7 milhões de metros cúbicos em 2011 – resultando no aumento das reservas de glicerol, substância com alto potencial de reciclagem, utilizada na produção dos novos materiais.

O projeto também espera ampliar o uso da substância na produção de materiais termoplásticos, como o PVC: os resíduos da geração de biodiesel poderão fazer com que mais de 59 milhões de toneladas métricas de material termoplástico sejam produzidas até 2020.

Embora os estudos visem o crescimento mundial da fabricação de PVC, as sobras da geração de bioenergia poderão ser utilizadas para desenvolver outros materiais, desde embalagens descartáveis até aditivos anticongelantes para radiadores de automóveis. Com informações da Agência FAPESP.
Fonte: CicloVivo

13 de out de 2012

Masdar City: bem-vindo à cidade do futuro




Enquanto para muitos o uso de tecnologias limpas é algo reservado somente para o futuro, uma cidade construída em meio ao deserto nos Emirados Árabes Unidos prova o contrário. O monumento tecnológico conhecido como Masdar City mostra que, com um pouco de boa vontade (e muito dinheiro), é possível construir ambientes gigantescos que consomem uma quantidade muito pequena de energia.

O projeto, que pode ser considerado um verdadeiro experimento social com centenas de cobaias humanas, foi desenhado pelo arquiteto britânico Norman Foster. Entre os recursos disponíveis aos residentes estão carros elétricos que se movimentam sem o auxílio de motoristas, ruas resfriadas por uma gigantesca torre eólica e até mesmo uma “polícia verde” responsável por gerenciar o gasto de energia dos moradores.
A cidade do futuro

A partir da primeira etapa de concepção de Masdar, iniciada em 2006, foram necessários três anos para que o projeto se tornasse uma realidade. Com investimento calculado de US$ 1,4 bilhão, a cidade atualmente conta com seis prédios, uma rua principal, 101 apartamentos pequenos, uma imensa livraria eletrônica e, no centro de tudo, o Masdar Institute (Instituto Masdar).


(Fonte da imagem: Masdar)O instituto, que se trata de uma ramificação do Massachusetts Institute of Technology (MIT), possui 167 estudantes e 43 professores com origens distintas, a maioria estrangeira. Entre os serviços disponíveis no campus está um banco, um restaurante japonês, cantina e até mesmo uma loja de comida orgânica.

No subterrâneo estão disponíveis 10 veículos elétricos que operam de forma totalmente automática, dispensando qualquer motorista. Com eles, estudantes e funcionários podem realizar o trajeto de 800 metros que separam a entrada de Masdar e o instituto.
Tecnologias limpas

Um dos destaques da cidade, tanto no aspecto tecnológico quanto visual, é a torre eólica de 45 metros que informa aos cidadãos a quantidade de energia consumida na cidade, também responsável por gerar eletricidade a partir dos ventos fortes característicos da região.

(Fonte da imagem: Masdar)Painéis solares estrategicamente localizados são responsáveis pela produção de grande parte da energia consumida. Para complementar, também é usado gás natural como forma de garantir o isolamento térmico de alguns dos edifícios da cidade.

Porém, as tecnologias limpas não param por aí. Entre os projetos que estão sendo desenvolvidos está uma usina de dessalinização da água movida a partir de energia solar. Além de projetos que usam espelhos como forma de concentrar os raios de sol para aquecer grandes quantidades de água, tendo como resultado a produção de eletricidade.
Polícia verde

O compromisso de Masdar com o baixo de consumo de energia é tanto que a cidade chegou a desenvolver uma força policial especializada no assunto. Toda vez que um estudante usa uma máquina, abre a geladeira ou deixa uma lâmpada acessa, envia dados a uma central inteligente responsável por controlar o consumo de energia durante todo o dia.


(Fonte da imagem: Masdar)Caso detecte alguma anormalidade, um dos operadores do sistema pode interromper durante tempo indeterminado os privilégios de algum apartamento. Além disso, sensores inteligentes desligam automaticamente chuveiros após alguns minutos de uso, assim como geladeiras, fogões e luzes que ficam ligados durante muito tempo.

A forma como a Polícia verde atua pode parecer autoritária, mas seus métodos resultam em prédios que consomem 50% a menos de energia do que construções tradicionais. Também há um menor consumo de água e produção reduzida de lixo, além da produção de carbono ser praticamente nula – cortesia das fontes de produção limpas utilizadas.

Segundo os administradores da cidade, as reclamações dos estudantes são frequentes, especialmente no que diz respeito à temperatura do ar condicionado. Porém, há um consenso geral de que certas concessões precisam ser feitas para respeitar as metas determinadas e tornar o projeto viável.
Desenvolvimento constante

A segunda fase da construção de Masdar City, com fim programado ainda para 2011, vai adicionar 222 novos apartamentos, além de novas ruas e lojas à cidade. Em 2013, deve ser finalizada a construção da nova sede da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), com custo aproximado de US$ 800 milhões.

A expectativa é que, até 2015, cerca de 7 mil pessoas habitem as construções futuristas do local. Além disso, a expectativa é que cerca de 12 mil pessoas façam o trajeto diário do local até a cidade mais próxima, Abu Dhabi.
Conceitos readaptados

Apesar do plano original de finalizar a construção da cidade em 2016, a recessão econômica global fez com que a equipe responsável tivesse que rever seus planos. A falta de incentivos ao mercado de tecnologias limpas também teve resultados negativos, o que obrigou o projeto a rever seu tamanho e alcance.


(Fonte da imagem: Masdar)A expectativa é que a construção de Masdar City só esteja finalizada em algum momento entre 2021 e 2025. Neste ponto, a população da cidade não deve exceder as 40 mil pessoas ao todo – valor bem diferente dos planos originais, que previam 50 mil residentes fixos e 40 mil temporários.

Além disso, as mudanças na economia global fizeram com que o desenvolvimento de outra cidade semelhante fosse totalmente abandonado. Da mesma forma, planos para a construção de uma usina de força baseada no uso de hidrogênio e de um novo projeto baseado em energia solar tiveram que ser totalmente descartados.

Os objetivos do projeto permanecem os mesmos, porém os obstáculos enfrentados fizeram com que alguns planos tivessem que ser revistos. Segundo Dale Rollins, ex-executivo da Shell responsável pela operação geral do projeto, mais do que representar um obstáculo, as mudanças tecnológicas e econômicas servem como incentivo para obter resultados ainda melhores e com gastos menores do que o planejado.

Fonte: Tecmundo 

9 de out de 2012

Casa sustentável brasileira é apresentada em competição internacional



As obras apresentadas devem levar em consideração o conforto, a capacidade de geração de energia e a qualidade da obra em geral. | Foto: Ekó House/Divulgação
 
O projeto de casa sustentável de estudantes brasileiros está participando do evento Solar Decatlhon, que acontece a cada dois anos e tem como objetivo apresentar novas soluções energéticas para residências.

As obras apresentadas devem levar em consideração o conforto, a capacidade de geração de energia e a qualidade da obra em geral. Neste ano, os projetos são expostos na Espanha.

Chamado de Solar Decathlon Europe, o evento é uma competição internacional entre universidades que promove a investigação para o desenvolvimento de casas eficientes. O objetivo das equipes participantes é projetar e construir residências que consomem o mínimo de recursos naturais possíveis e produzem o mínimo de resíduos.

O projeto brasileiro batizado de Ekó House foi desenvolvido por estudantes de universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Campinas e do estado do Rio Grande do Norte.

Para chegar ao modelo final, os estudantes analisaram diversos fatores, incluindo as condições climáticas e a melhor maneira de aproveitar os recursos naturais para benefício da habitação.

A energia da Ekó House é fornecida através de painéis fotovoltaicos, que tornam a casa autossuficiente energeticamente e ainda reduzem os impactos ambientais gerados pela produção elétrica. O projeto também apresenta sistemas que auxiliam o gerenciamento dos detritos. O banheiro seco é um dos exemplos. A tecnologia é responsável pela compostagem eficiente dos resíduos.

Segundo o site do projeto, os efluentes provenientes do chuveiro, lavatório e da máquina de lavar roupas serão tratados através de um sistema natural. Assim, a água poderá ser utilizada novamente, reduzindo significativamente os gastos.

Os visitantes na Espanha têm acesso livre para visitar os stands e ver os projetos montados, além de terem a oportunidade de participar de diversas atividades sobre energia renovável. O objetivo principal é “sensibilizar o público para utilização de energias renováveis ​​e, em particular, as possibilidades da energia solar em casas”.

O Solar Decatlhon teve início no último dia 14 e segue até o próximo dia 30. Com informações do Espaço Decorado.

Via: CicloVivo

RJ apresenta hostel construído com materiais sustentáveis



No projeto foram usados móveis de madeira de demolição, revestimento de bambu e azulejos com sobras de sacos plásticos. | Foto: Morar mais nacional/Divulgação
 
Os visitantes que passarem pelo Espaço Sebrae na mostra Morar Mais por Menos, no Rio de Janeiro, conhecerão o Hostel do Porto - 2014, um albergue ecossustentável construído com contêineres.

A combinação das caixas usadas para transportar cargas permitiu a criação de dois quartos – com um beliche e uma mesa de apoio em cada um, banheiro e recepção. Móveis de madeira de demolição, revestimento de bambu e azulejos com sobras de sacos plásticos são exemplos de materiais sustentáveis utilizados no projeto. Na decoração, referências à Copa do Mundo da FIFA 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 misturados com ícones da cidade como o Corcovado e o calçadão de Copacabana.

Com preço bem mais em conta do que a construção em alvenaria – entre 27 a 37% mais barato – , a estrutura modular permite flexibilidade de montagem e transporte. No hostel, também são encontradas referências a projetos desenvolvidos pelo Sebrae no Rio de Janeiro para a inclusão produtiva de empreendedores por meio de soluções inovadoras aplicadas na região portuária.

“A proposta é mostrar uma alternativa sustentável e inovadora capaz de atender a demandas pontuais como a dos grandes eventos esportivos que acontecerão no país. O projeto também é muito criativo, e por isso combina com a cidade", assinala o gerente de Desenvolvimento Industrial do Sebrae no Rio de Janeiro, Renato Regazzi.

A Mostra Morar Mais por Menos acontece até 4 de novembro na Avenida Epitácio Pessoa, 4.866 – Lagoa. Horário de Funcionamento: Terça a Sábado: 12h às 22h. Aos domingos, das 12h às 21h. Mais informações no site oficial do evento.

Regina Mamede, da Agência Sebrae.      Via: Ciclo Vivo

Jovens cientistas norte-americanos criam microgerador de energia solar



A Fábrica Solar de Bolso é uma máquina portátil e acessível, capaz de criar painéis solares sem usar materiais muito específicos. | Foto: Divulgação/Science Friday
 
Dois jovens cientistas desenvolveram um sistema portátil de geração fotovoltaica. Os painéis solares podem ser fabricados por cidadãos comuns, e cabem no bolso da maioria das pessoas – tanto o tamanho, como os preços, são acessíveis à população.

Por diversos motivos, a energia fotovoltaica foi considerada durante muito tempo como uma alternativa inviável para suprir as demandas da população: primeiro, porque os equipamentos de geração não são baratos; depois, porque a incidência de raios solares varia de acordo com a localização geográfica e com as condições climáticas.

Porém, na semana passada, dois cientistas norte-americanos desenvolveram um novo sistema de geração de energia solar: a Fábrica Solar de Bolso (DIY Solar Pocket Factory Machine), ou microsolar, é uma máquina portátil e acessível, capaz de criar painéis solares sem usar materiais muito específicos. Os responsáveis pela invenção são os pesquisadores Alex Hornstein e Shawn Frayne, que desenvolveram o projeto com fundos arrecadados por meio de um site de financiamento coletivo.

O aparelho funciona como uma impressora 3D que capta os raios do sol, transformando-os em energia. Os cientistas acreditam que o projeto deverá ser finalizado até abril do ano que vem. Um modelo desenvolvido pelos pesquisadores é capaz de produzir um painel fotovoltaico a cada 15 segundos, totalizando um milhão de dispositivos fabricados por ano.

Ao longo do período de experiências, os cientistas chegaram à conclusão de que os painéis solares convencionais que estão sendo comercializados atualmente não apresentam uma boa relação custo x benefício, pois estes equipamentos geralmente são caros, frágeis e de qualidade duvidosa.

Alex Hornstein e Shawn Frayne são pesquisadores conceituados na área de geração de energia renovável. Hornstein está na lista dos inventores jovens da revista Forbes, e já desenvolveu tecnologias para LED e conexões USB, enquanto Frayne criou soluções para baratear os métodos de geração de energia eólica. Com informações do Inhabitat.

Via: CicloVivo

Designers franceses lançam teclado ecológico



O teclado ecológico foi desenvolvido para se conectar aos computadores, notebooks e tablets através do sistema de bluetooth. | Foto: Orée/Divulgação
 
Os teclados dos computadores fabricados com materiais plásticos podem estar com seus dias contados. A ideia é da Orée, uma empresa da França que acaba de lançar um conceito para reaproveitar a madeira, utilizando-a na confecção artesanal dos teclados.

Aliando as antigas técnicas do artesanato francês às necessidades tecnológicas e ambientais da atualidade, os criadores da Orée lançaram um teclado ecológico, produzido com madeira de nogueiras e bordos de materiais customizados.

“Nós combinamos tecnologias de ponta com as técnicas de marcenaria transmitidas de geração em geração. Cada produto da empresa é manipulado, polido, acabado e montado à mão em nossa oficina, no sul da França”, diz o fundador da empresa no site.

O teclado ecológico foi desenvolvido para se conectar aos computadores, notebooks e tablets através do sistema de bluetooth. Porém, o produto custa caro – cerca de 125 libras, cerca de R$ 409. Os designers afirmam que os equipamentos de madeira, além de serem mais duráveis do que os equipamentos de plástico, agridem menos o meio ambiente do que os dispositivos artificiais.

Sob o lema “Wood + Tech + Design” (madeira + tecnologia + design, em português), a Orée acredita que o mercado de computadores é dominado por marcas que desenvolvem produtos muito padronizados, sempre muito parecidos, e que quase nunca levam em conta a responsabilidade ecológica. A empresa é formada por apenas três designers: Christophe Dela Signota, Franck Fontana e Julien Salanave, o fundador e chefe da companhia.

Além de criar o teclado ecológico, a marca pratica diversas ações de responsabilidade social voltadas ao equilíbrio do meio ambiente, seja tomando medidas para diminuir a pegada ambiental da empresa, seja participando de programas de reflorestamento na França, ou ainda investindo em ONGs de proteção às florestas.

Fonte: CicloVivo

4 de out de 2012

Alemão projeta esfera de vidro para captação solar eficiente



Gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência da captação energética. | Foto: Divulgação
 
O arquiteto alemão André Broessel anunciou a criação de um gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência energética, em comparação aos sistemas fotovoltaicos comuns. O projeto foi apresentado no site Designboom.

Por se tratar de uma lente no formato de uma bola gigante, a novidade tem como grande benefício o aproveitamento da luminosidade independente de como ela incide sobre a estrutura. Não é necessário que os raios sejam totalmente direcionados, pois ao passarem pela lente, ela se encarrega de direcioná-los todos na mesma direção, para serem mais bem aproveitados.

Ao redor das lentes são instalados os eixos de monitoramento e as células, que identificam o foco de luz e trabalham na captação deste potencial específico. Os testes foram feitos em sistemas diferentes. Em alguns casos, dependendo da estrutura disponível, é instalada somente uma grande lente esférica. Em outras situações podem ser aplicadas placas com 12 lentes menores.

De acordo com Broessel, que vive em Barcelona, o sistema é indicado para a aplicação em qualquer tipo de superfície. Este é outro diferencial em relação às placas fotovoltaicas comuns, que normalmente são instaladas em superfícies inclinadas, para aproveitarem melhor os raios solares.

As lentes esféricas ainda captam de forma eficiente a luz da lua e o reflexo da iluminação noturna das cidades. O projeto ainda é apenas conceitual e está em fase de testes, por isso não está disponível comercialmente. Com informações do Designboom.

Via: CicloVivo

1 de out de 2012

Empresa no interior de SP investe em tratamento do lixo orgânico doméstico


Esses resíduos transformam-se em adubo, que pode ser usado para cultivar hortaliças e temperos. | Foto:Bomania/SXC
 
Com o aumento da consciência ecológica, os produtos relacionados à sustentabilidade têm ganhado mais espaço no mercado. Uma empresa de Campinas, interior de São Paulo, é um exemplo de negócio focado no tratamento correto do lixo orgânico.

O empresário José Mendonça Furtado, fundador da Novaterra Ambiental, percebeu na demanda existente por produtos e serviços que facilitassem a reciclagem uma oportunidade de empreendimento. Dentre as soluções para redução do impacto ambiental, ele oferece a composteira de 60 centímetros de comprimento e 40 de largura.

Através deste produto, o consumidor pode reciclar seus resíduos em casa. Por ser pequena, é possível usá-la até mesmo em apartamento. “As composteiras foram desenvolvidas com intenção de uso em zonas urbanas, onde é difícil você destinar o seu lixo orgânico para outra opção que não seja o aterro sanitário”, afirmou Furtado ao programa Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Ter uma composteira exige alguns cuidados, mas o processo é simples. Ela é montada em uma caixa de plástico com furos em todo seu entorno. Dentro da caixa são colocados papelão picado e umedecido e minhocas. Com essa preparação, já é possível despejar o lixo orgânico e, por fim, cobrir tudo isso com papel picado.

Esses resíduos transformam-se em adubo, o húmus, que pode ser usado para cultivar hortaliças e temperos. “A duração é ilimitada. As minhocas vão se procriando também e eventualmente essa caixa pode ser dividida para ser usada em outra família ou com mais volume de resíduos”, diz Furtado.

O empresário investiu R$ 20 mil no negócio. Atualmente, ele consegue vender 30 unidades por mês, sendo que cada uma custa R$ 145. Além disso, ele desenvolve projetos para a destinação correta do lixo, em especial para empresas. Ele ensina como fazer o tratamento de poda, grama, alimentos processados, entre outros alimentos, no próprio local. Desta forma, evita-se o transporte para aterros sanitários. 

“A preocupação é enorme com o meio ambiente, com a sustentabilidade, e esse tipo de produto vem possibilitar que as pessoas simplesmente possam colaborar com todo esse movimento social”, diz o empresário.

A Novaterra Ambiental trabalha com a venda de produtos e consultoria especializada de atividades educacionais. “É uma rede interdisciplinar dedicada a ampliar as possibilidades de novos negócios pautados na inovação, minimização do impacto, implantação e aprimoramento da gestão para a sustentabilidade”, afirma a empresa, em seu site. Com informações do PEGN.

Via: CicloVivo

Torre Digital: Novo ponto turístico de Brasília



Torre
Fotos: Monique Renne/CB
Inaugurada em 21 de abril, a Torre de TV Digital é o mais novo ponto turístico de Brasília. De toda a cidade é possível ver o monumento projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Do alto da Flor do Cerrado, apelido da torre, Brasília pode ser observada em uma vista panorâmica de 360 graus. Neste final de semana 2 mil pessoas passaram pelo monumento, entre brasilienses e turistas.

Por dia, mil pessoas podem subir até o mirante da construção, que fica a 110 metros do chão. A visita passa ainda por uma sala de exposição que fica a 60 metros do solo. A torre tem 120 metros de construção e 50 metros de estrutura metálica. Doze metros de antena ainda serão instalados, o que levará o monumento à uma altura total de 182 metros. Até o fim da montagem da antena e da instalação das emissoras de televisão digital, previstas para durar oito meses, a visitação é aberta somente aos fins de semana e feriados.

Moradores do DF e turistas podem subir na torre depois de pegar uma senha, em três elevadores com capacidade para 12 pessoas, que operam normalmente. As visitas duram vinte minutos e são acompanhadas por guias de turismo.

"Na visita guiada, além de falar dos aspectos técnicos e específicos da torre, o guia vai além. Ele fala da importância de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade, e ainda fala de aspectos específicos da cidade, como o Lago Paranoá, por exemplo", destaca a diretora do Centro de Atendimento ao Turista da Secretaria de Turismo do DF, Eliane de Sá Brasil. "Esse tipo de informação vai ao encontro dos esforços do governo para a valorização do patrimônio", enfatiza. Este ano, faz 25 anos que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) reconheceu a cidade como patrimônio e fez da capital do Brasil a primeira cidade moderna a ser receber este título.

Para quem vai de carro, a torre fica na DF-001. Já para os visitantes que forem de transporte coletivo, a linha 128.5 (Rodoviária do Plano Piloto – Torre Digital), que circula nos dias em que o monumento estiver aberto a visitação e parte da rodoviária em sete horários às 8h, 9h30, 11h, 12h30, 14h, 15h30 e 17h. A passagem custa R$ 2 e o ônibus para na plataforma E, box 3 da rodoviária.

A torre abre aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. As últimas senhas são distribuídas por volta de 16h30. Informações podem ser obtidas no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), no térreo do monumento. Da Agência Brasília.