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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de dez de 2009

Estudante cria bicicleta “contorcionista”


Existem diversas formas de tornar a mobilidade urbana mais sustentável. Uma dessas maneiras é facilitando o acesso de bicicletas a outros meios de transporte, como metros e ônibus, bem como simplificando seu armazenamento e transporte. Foi pensando nisso que o estudante do Royal College of Art, Dominic Hargreaves, criou a “Contorcionista” – uma bicicleta articulada que pode ser dobrada e levada para qualquer lugar.

Além do design arrojado e da praticidade de poder “torcer” a bicicleta e carregá-la de um canto a outro, a criação tem uma vantagem em relação às outras bikes dobráveis – uma roda de 26 polegadas, considerada grande para os padrões desse tipo de bicicleta e, consequentemente, mais confortáveis e fáceis de pedalar.


Em poucos minutos é possível “dobrar” todo o equipamento graças às suas articulações estrategicamente planejadas. Depois, é só montá-la novamente e sair pedalando. Não é preciso fazer força nem utilizar equipamentos específicos.

Com apenas 24 anos, o estudante não sabe se a criação deixará de ser um protótipo nem quando ela poderá estar à venda. Mas garante que o preço de uma “Contorcionista” não passará de £400, cerca de R$2.8400. “Não há nenhum motivo para não ser esse valor. Não existe nada nessa bike que não possa ser produzido em larga escala”, conclui Hargreaves.

22 de dez de 2009

Edifício SUstentável em Londres

Bahrain World Trade Center

Sob a pressão de outros edifícios mais sustentáveis surgindo em todo o mundo, como o recentemente apresentado Bahrain World Trade Center, em Londres Gherkin Tower, projetada por Norman Foster, recentemente começou a testar um painel inovador de fachada de vegetação que promete mudar a face do projeto de construção para sempre. Este novo produto “Parede Verde” , conhecido como painel Core Hydraulic Integrated Arboury, promete trazer os benefícios de telhados verdes a toda a superfície externa do arranha-céu.
 
O painel funciona através da obtenção da humidade do ar e canalização através das propriedades dessa especializada membrana que permite prover água suficiente para permitir o crescimento das plantas. É esperado que as plantas, principalmente uma mistura de liquens e gramíneas, cresçam fora do painel e do envelope da fachada. Desnecessário dizer que os benefícios dos painéis são muitos: sombreamento, aumento da iluminação natural interna, isolamento térmico, redução do consumo de água, geração de energia para todo o edifício, a reciclagem de materiais, redução de toxicidade nos espaços interiores, a aceitação do Tratado de Quioto pela países que ainda têm de assinar a paz no mundo, e um aumento da propriedade de renda.
IVG Asticus, os donos da torre, estão animados com sua propriedade. "Espera-se que a Torre utilize menos da metade da energia consumida pelos ar condicionados em torres de escritórios."

13 de dez de 2009

Certificação Aqua será estendida a prédios residenciais

A Fundação Vanzolini informou que lançará o referencial técnico do Processo Aqua (Alta Qualidade Ambiental) para empreendimentos residenciais até o final de dezembro de 2009.

> Fundação Vanzolini apresenta certificação ambiental Aqua
> Setor de materiais de construção abre espaço para a sustentabi
Após lançar referenciais técnicos para prédios comerciais, a Fundação Vanzolini agora apresenta os referenciais para habitações residenciais, mercado que ainda não foi explorado pela certificação norteamericana Leed.
Para que um empreendimento seja certificado, devem ser observados 14 itens de Qualidade Ambiental do Edifício (QAE), que são baseados em critérios de desempenho. A certificação também exige uma auditoria presencial independente.
O certificado internacional é emitido em cada uma das três fases do empreendimento (programa, concepção e realização) e considera desde a redução do impacto dos canteiros da obra até o conforto térmico e acústico do imóvel, passando pela gestão de água e energia.
“O comprador sabe que terá uma habitação mais saudável e confortável, com valorização patrimonial, além de menores custos no consumo de água, energia e conservação", disse Manuel Carlos Reis Martins, coordenador do processo Aqua.
O referencial habitacional leva em conta conceitos convencionais de construções verdes, como o reaproveitamento de água, a automação visando a redução do consumo de energia, a utilização de energia solar e a adoção de produtos e materiais recicláveis, e inclui particularidades para edifícios habitacionais, como especificações sobre as dimensões mínimas da cozinha, o uso de equipamentos eletrônicos com selo Procel e coleta seletiva de resíduos.
O referencial estará disponível a partir de dezembro de 2009.
A Fundação Vanzolini desenvolveu a certificação Aqua baseada nas pesquisas do Centre Scientifique et Technique du Bâtiment (CSTB), adaptando os conceitos propostos pelos franceses à realidade do Brasil.


São Paulo sanciona lei que prevê redução de 20% do CO2 até 2020


Governador de SP, José Serra, ao assinar a nova política contra as mudanças climáticas/
Foto: Divulgação/Alesp

Estado mais industrializado do país e também maior poluidor, São Paulo passa a contar agora com a Política Estadual de Mudanças Climáticas, instrumento que institui uma lei para reduzir em 20% as emissões de gases causadores de efeito estufa (em nível estadual) até 2020 - a sanção do decreto foi assinada pelo governador José Serra na segunda-feira, 9 de novembro.

Com a nova lei a meta é reduzir as emissões de 122 milhões de toneladas de CO2 por ano (dados de 2005) para 98 milhões de toneladas em 2020. O inventário com os dados sobre as emissões de gases de efeito estufa de São Paulo só deverá ser terminado em dezembro de 2010.

Críticas
Durante o evento de assinatura da Política Estadual de Mudanças Climáticas, o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, e o governador criticaram o governo federal, sob a alegação de que estaria faltando coragem e ousadia em relação as possíveis metas que serão levadas pela delegação brasileira a 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-15), em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).


SP pretende reduzir emissões de gases poluentes dos atuais 122 milhões de
toneladas/ano para 98 milhões até 2020/Foto: Oneeighteen
“São distintas uma meta de redução de emissões e uma de redução da tendência das emissões”, afirmou o secretário. Segundo Graziano, a meta de 20% estabelecida por São Paulo pode parecer menor do que a que está sendo cogitada pelo governo federal para o país (em 40%), mas na verdade ela “vai muito além”.


Comparações

A afirmação do secretário se baseia no fato de que o governo federal trabalha com uma queda baseada na tendência do crescimento das emissões no futuro, enquanto São Paulo considera a redução dos dados referentes a 2005. “Uma coisa é desacelerar, outra é reduzir de forma absoluta”, acrescentou Serra.
O governador paulista nega que a lei seja "eleitoreira" e também criticou setores do governo que afirmam que não é possível reduzir as emissões de carbono sem resultar em queda do desenvolvimento do país. “O que diminui a taxa de crescimento é a política do Banco Central de juros e taxa de câmbio e não a pobre da política ambiental que muitas vezes é considerada um obstáculo, um estorvo para o crescimento econômico", observou Serra.
Apesar das críticas, o governador de São Paulo deu um voto de confiança no governo em Copenhague. “Não vou ficar torcendo para que o governo federal fixe uma meta pouco ambiciosa para depois criticar. Prefiro torcer para que ele adote metas ousadas”, afirmou. “Há dois tipos de posições. O Brasil não pode ceder antes que os outros cedam ou o Brasil deve ceder e pressionar para que os outros cedam. Prefiro a segunda”, adiantou Serra.
De acordo com ele, a redução não será homogênea nos diferentes setores da economia paulista, mas deve se concentrar na área de transporte - a que mais preocupa o governo. Há previsão de multa ou taxações para quem não cumprir as metas estabelecidas. A intenção é incluir a redução da emissão de carbono nos critérios de licenciamento ambiental para projetos no estado.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, elogiou a proposta. "Acho que a ideia é muito boa. Muito produtiva. O que estamos fazendo é reduzir a taxa de crescimento. A ideia é boa, mas não pode comparar coisas que não são iguais. Nós somos um país. Não somos um estado", concluiu.




Casa sustentável de Papai Noel vira atração em parque da Av. Paulista


Imóvel de 70 m² é feito com madeira certificada.
Quarto, sala e banheiro com ofurô são abertos à visitação.

O roteiro de decoração de Natal de São Paulo ganhou mais uma atração no início da noite desta quinta-feira (10), após ser inaugurada a casa sustentável de Papai Noel, construída dentro do Parque Trianon, no coração da Avenida Paulista. As paredes e piso do imóvel são de madeira certificada, o telhado é de grama e os vidros ajudam a regular a temperatura interna. Com direito a quarto com cama de casal e até banheira de ofurô, Papai Noel, no entanto, é visto logo na frente do imóvel, ao lado de uma das árvores de Natal. A casa estará aberta ao público de segunda a sexta, das 19h às 23h; e sábado e domingo, das 14h às 23h.(Foto: Claudia Silveira/G1)

6 de dez de 2009

Peugeot lança bicicleta elétrica e reforça conceito de mobilidade sustentável



A Peugeot acaba de lança uma opção de transporte mais sustentável para os clientes da marca. Trata-se de uma bicicleta elétrica desenvolvida em parceria com a Ultra Motor, uma das principais fabricantes de veículos elétricos leves do mundo. A bike funciona com uma bateria removível de 36 V e um motor de 250 W que permite até 70 km autonomia.

O lançamento acontece dois séculos depois de Armand Peugeot criar a “Grand-Bi”, a bicicleta que inaugurou a entrada da marca francesa no mundo das rodas. De volta às origens, a montadora investe para reforçar seu conceito de mobilidade sustentável.

Prática e altamente sustentável, a bicicleta híbrida pode ser carregada em tomadas comuns e reabastecida com as pedaladas do ciclista. Graças aos três níveis de assistência e ao sensor de torque, a bike vence até os terrenos mais íngremes com facilidade, garante o fabricante.

Ela ainda possui freios de disco dianteiros e traseiros, luzes automáticas e independentes e suspensão – o que garante maior segurança ao usuário. Por enquanto, a bike da fabricante será comercializada apenas na Europa por 2.290 euros, cerca de R$ 7.725.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/peugeot-lanca-bicicleta-eletrica-e-reforca

30 de nov de 2009

Palestra com Sergio Besserman Vianna, Economista e Ecologista, conselheiro da WWF-BR, Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável e Governança Metropolitana - RJ

Próxima Terça-feira 8 de dezembro - 19:00h - Escola de Artes Visuais do Parque Lage - Salão Nobre - R. Jardim Botânico, 414 - Ingresso - 1 lata de leite em pó a ser doada a ONG RENASCER.


25 de nov de 2009

Casa sustentável brasileira disputa prêmio na Europa


Uma casa em que o sol é a única fonte de energia para todas as atividades cotidianas dos moradores é o resultado de uma parceria entre seis universidades brasileiras. A casa, cuja construção deve começar ainda neste mês, em São Paulo, está entre os 19 projetos selecionados para a Solar Decathlon Europe, competição internacional entre universidades que acontecerá em junho de 2010, na Espanha.

O uso da energia solar e, também, a flexibilidade da construção contribuem para tornar sustentável o projeto das universidades brasileiras, batizado como Casa Solar Flex. Além de estar equipada para converter a luz do sol em energia e calor, a casa é projetada em módulos que permitem diferentes montagens a partir de uma mesma estrutura, adaptando a construção às condições ambientais locais.



A equipe brasileira responsável pelo projeto, chamada Consórcio Brasil, é formada por estudantes e professores de seis universidades do país (USP, UFSC, UFRGS, Unicamp, UFRJ e UFMG). Adnei Melges de Andrade, pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da equipe, conta que a ideia de unir as seis instituições de ensino surgiu quando o vice-reitor de relações internacionais da Universidad Politécnica de Madrid (UPM), José Manuel Páez Borrallo, apresentou aos brasileiros a competição Solar Decathlon Europe. “A intenção do professor Páez era a de que uma universidade brasileira se candidatasse. Considerando a complexidade do projeto e o custo financeiro elevado, decidimos de pronto trabalhar em consórcio”, justifica Andrade.

É a primeira vez que uma equipe da América do Sul participa de um Solar Decathlon, competição organizada pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos desde 2002. No ano que vem, o evento ocorrerá na Europa também pela primeira vez, fruto de um acordo entre os governos da Espanha e dos Estados Unidos. Na competição entre universidades de todo o mundo, ganha o prêmio a equipe que apresentar a melhor casa auto-suficiente energeticamente, utilizando como única fonte a energia solar.
No projeto da equipe brasileira, a energia irradiada do sol é aproveitada de duas formas, como explica o arquiteto Miguel Pacheco, aluno de doutorado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e integrante do Consórcio Brasil. Por um lado, painéis solares - chamados painéis fotovoltaicos - transformam essa energia na eletricidade usada na casa. Por outro, coletores solares convertem a energia captada do sol em calor, que é usado para aquecimento da água doméstica utilizada, por exemplo, para banhos e na cozinha.
Além dos painéis em toda a superfície de cobertura da casa, foram projetadas placas solares móveis na fachada, como informa Yuri Kokubun, aluno de arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e integrante da equipe. De acordo com o estudante, a estratégia foi adotada para otimizar o ganho de energia solar, considerando que a trajetória do sol é mais curta durante o inverno. As placas podem movimentar-se em função da diferença de insolação ao longo do ano ou do dia. Kokubun explica que, no caso de Madri, onde será a competição, elas podem ficar na fachada leste pela manhã e na sul à tarde, acompanhando o sol. Fora da competição (onde haverá uma rede interligada de energia), a auto-suficiência da Casa Solar Flex será garantida por baterias que acumulam toda a energia excedente gerada ao longo do dia. Nos períodos em que a geração for menor que o consumo, a casa utilizará essa energia acumulada. Se a energia solar é renovável e os sistemas precisam de pouca manutenção, por que as residências auto-suficientes não são adotadas em larga escala? Para Andrade, da USP, a perspectiva é que essas casas, com painéis fotovoltaicos, sejam de conhecimento da sociedade, já que o crescimento da população mundial levará a um maior consumo de energia, causando problemas de abastecimento. “Na medida em que os custos de sistemas fotovoltaicos baixem (e têm baixado), e na medida em que eletrodomésticos mais eficientes sejam utilizados e que haja consciência sobre o uso racional da energia elétrica, as casas auto-suficientes poderão ser viáveis em grande escala”, avalia o pesquisador. “Numa sociedade que se preocupa com o ambiente, já começam a surgir incentivos e leis para estimular o uso da energia solar”, completa.
O aproveitamento da energia que o sol irradia para a Terra tem amplo potencial de uso, na opinião de Pacheco, da UFSC. Ele lembra que o Brasil, por ser um pais tropical e equatorial, tem boas condições geográficas para esse aproveitamento. O arquiteto ressalta que o preço da geração fotovoltaica de energia elétrica diminuiu nos últimos anos, ao mesmo tempo em que cresceu a eficiência desses sistemas. “Para que a adoção em larga escala se torne viável, é necessário seguir o que está sendo feito no Japão, Estados Unidos e União Europeia: política de incentivo à instalação de sistemas fotovoltaicos e permissão para as residências venderem energia em excesso para a rede elétrica”, defende Pacheco, cuja pesquisa de doutorado tem como tema os chamados Edifícios de Energia Zero que, além de gerarem energia, repõem para a rede elétrica toda a eletricidade que importaram dela no período de um ano.
O projeto da equipe brasileira levou em conta também a chamada arquitetura bioclimática que, segundo Pacheco, usa o clima a seu favor para reduzir ao máximo a necessidade de sistemas artificiais de aquecimento e resfriamento. “Isso garante maior conforto ambiental, redução do consumo de energia e poluição e tem vantagens econômicas”, defende o arquiteto.
A casa possui uma estrutura comum - que contém instalações como geradores de energia, ar condicionado, eletrodomésticos e banheiro - à qual são acoplados módulos que permitem montagens diferenciadas. É possível construir modelos diversos de residência que, por exemplo, favoreçam a maior ou menor exposição solar e a escolha de paredes, coberturas e pisos para climas mais frios ou mais quentes, para que a casa se adapte às necessidades ambientais locais. Para exemplificar a flexibilidade do projeto, Pacheco contrapõe Curitiba e Amazônia. No primeiro caso, áreas grandes de janelas onde o sol incide no inverno frio esquentariam a casa, tornando-a confortável. E o projeto garantiria que, durante o verão, as janelas ficassem sombreadas, evitando aquecimento em excesso pela incidência direta do sol. Já na Amazônia, com calor e umidade o ano todo, as janelas seriam sempre sombreadas.
A decisão de projetar a casa em peças modulares levou em conta, também, a competição na Europa, como explica Kokubun, da UFRGS. A Casa Solar Flex será contruída na USP e depois levada para Madri. “Pensamos em uma casa que fosse transportável e de fácil montagem”, justifica o estudante. Ele conta que a situação influenciou, também, a definição do principal público alvo do projeto: o turista.
José Kós, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos coordenadores do projeto, explica que a decisão sobre o público-alvo visa atingir um número grande de famílias, que passariam alguns dias nessa casa e poderiam buscar várias das tecnologias do projeto quando fossem construir suas próximas residências, com o objetivo de gerar menor impacto no meio ambiente. Para Kós, o mais importante é que o sistema informe aos usuários o que acontece na casa: a energia que ela produz e a quantidade consumida por cada equipamento, condições climáticas externas, condições de conforto na casa, temperatura da água armazenada e previsões climáticas, por exemplo. “Com isso, os usuários poderão tomar decisões sustentáveis e avaliar o impacto das mudanças de seus hábitos”, argumenta. Kós esclarece que o objetivo do projeto da Casa Solar Flex não é que ele seja viável em grande escala em curto prazo, mas que algumas soluções já poderiam ser adotadas em muitas residências brasileiras.
Kokubun, da UFRGS, conta que a premissa da sustentabilidade esteve presente em cada pensamento do projeto da equipe brasileira. “Isso pode ser visto em cada detalhe que projetamos para a Casa Solar Flex. Vai desde a escolha dos materiais mais adequados, como a madeira de reflorestamento, até os equipamentos utilizados, com menor consumo energético”, descreve o estudante.
A construção de moradias no país ainda é muito pouco sustentável, na opinião de Kós, da UFRJ. “Não é só o mercado da construção que precisa ser alterado. É imprescindível que os hábitos dos moradores sejam modificados e que, além disso, eles pressionem o mercado, buscando casas mais sustentáveis”, defende. Ele acredita no potencial do desenvolvimento de soluções sustentáveis para residências brasileiras. “Se considerarmos a grande quantidade de moradias construídas anualmente no país, e ainda assim, o elevado déficit habitacional brasileiro, além da energia despendida, os materiais utilizados, os dejetos produzidos e o impacto social de todas as pessoas envolvidas no processo de construção e uso de uma residência, podemos concluir que esta é uma das áreas com maior impacto positivo na direção de uma sociedade mais sustentável”, completa.
Fonte: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3¬icia=583


23 de nov de 2009

Alimentando uma casa com energia solar

Agora que temos nosso módulo FV, o que fazemos com ele? O que você teria que fazer para trazer energia para sua casa através da energia solar? Embora não seja tão simples como colocar alguns módulos no telhado, também não é tão difícil assim.

Primeiro de tudo, nem todo telhado tem a orientação ou o ângulo de inclinação adequado para tirar proveito da energia solar. Sistemas FV sem rastreamento no Hemisfério Norte devem apontar em direção ao sul (esta é a orientação). Eles devem ficar inclinados em um ângulo igual à latitude da área para absorver a máxima quantidade de energia o ano todo. Uma orientação e/ou inclinação diferente poderia ser usada se você quisesse maximizar a produção de energia para a manhã ou tarde e/ou, ainda, para o verão ou inverno. É claro que os módulos nunca devem receber sombra de árvores ou de prédios vizinhos, não importa a hora do dia ou a época do ano. Em um módulo FV, mesmo se apenas uma das 36 células estiver na sombra, a produção de energia será reduzida por mais da metade.
Se você tem uma casa com um telhado sem sombra e direcionado para o sul, você deve decidir que tipo de sistema você precisa. Isso é complicado porque sua produção de eletricidade depende do clima, o que nunca é completamente previsível, e sua demanda de eletricidade também pode variar. Estes obstáculos são bem fáceis de superar. Os dados metereológicos dão uma média mensal de níveis de raios solares para áreas geográficas diferentes. Eles levam em consideração as chuvas e os dias nublados, bem como a altura, umidade e outros fatores subentendidos. Você deve planejar para o pior mês para ter eletricidade o suficiente para o ano inteiro. Com esses dados, e sabendo sua demanda doméstica média (suas contas de serviços públicos informam a quantidade de energia que você gasta em cada mês), existem métodos simples para determinar exatamente quantos módulos você vai precisar. Você também vai precisar saber a voltagem do sistema, que você pode controlar decidindo quantos módulos deve cabear em série.
Você já deve ter percebido quantos problemas vamos ter que resolver. Primeiro, o que fazer quando o sol não sair? Certamente, ninguém iria querer ter apenas eletricidade durante o dia e apenas em dias claros. Precisamos armazenar energia, baterias. Infelizmente, as baterias aumentam muito o custo e a manutenção do sistema PV. Porém, atualmente é uma necessidade se você quiser ser completamente independente. Uma forma de contornar o problema é associar sua casa a uma rede de serviços públicos, comprando energia quando necessário e vendê-la quando produzir demais. Desta forma, o serviço público atua praticamente como um sistema de armazenamento infinito. O serviço público tem que concordar e, na maioria dos casos, comprarão a energia de você a um valor bem menor do que o preço de venda deles. Você também vai precisar de um equipamento especial para ter certeza de que a energia que está vendendo para o serviço público está sincronizado com o deles, isto é, se compartilha as mesmas formas de ondas e freqüência. A segurança também é um problema. O serviço público tem que assegurar que, se houver interrupção de energia em seu bairro, seu sistema PV não fornecerá eletricidade para as linhas que eles acham que estão inutilizadas. Isto é chamado de isolamento.
Se você decidir usar baterias, tenha em mente que elas precisarão de manutenção e substituição depois de alguns anos. A duração dos módulos PV deve ser de 20 anos ou mais, mas as baterias não têm um tempo de vida útil tão longo assim. As baterias nos sistemas PV também podem ser muito perigosos por causa da energia que elas armazenam e dos eletrólitos acidíferos que elas contêm, então você vai precisar de um lugar muito bem ventilado e não metálico para elas.
Embora muitos tipos diferentes de baterias sejam usados, a única característica que todas elas devem ter em comum é serem baterias de ciclo profundo. Diferentemente da bateria de seu carro, que é uma bateria de ciclo-baixo, as baterias de ciclo profundo podem descarregar mais a energia armazenada enquanto mantiverem uma longa vida. Para dar a partida no carro, as baterias descarregam uma grande corrente num período muito curto e, imediatamente, recarregam enquanto você dirige. As baterias PV geralmente tem que descarregar uma corrente menor em um período maior (como durante a noite toda), enquanto é carregada durante o dia.
As baterias de ciclo-profundo mais usadas são as baterias de chumbo (ambas seladas e ventiladas) e as baterias de níquel-cádmio. As baterias de níquel-cádmio são mais caras, mas duram mais e podem ser descarregadas mais por completo sem causar danos. Mesmo as baterias de chumbo de ciclo profundo não podem ser descarregadas 100% sem reduzir seriamente o tempo de vida e, geralmente, os sistemas PV são projetados para descarregar as baterias de chumbo não mais de 40 ou 50%.
O uso das baterias também requer a instalação de outro componente chamado controlador de carga. Elas duram muito mais se tomar cuidado para que não sejam sobrecarregadas ou descarregadas demais. É isso que o controlador de carga faz. Uma vez que as baterias estejam totalmente carregadas, o controlador não deixa que a corrente dos módulos PV continuem fluindo para eles. Também, uma vez que as baterias tenham sido descarregadas até certo nível, controladas pela medição de voltagem, muitos controladores de carga não permitirão que mais corrente seja drenada das baterias até que elas tenham sido recarregadas. O uso do controlador de carga é essencial para a vida longa da bateria.
Outro problema é que a eletricidade gerada por seus módulos PV (e extraída das baterias se você optar por usá-las) é uma corrente direta, enquanto que a eletricidade fornecida pela empresa de energia (e o tipo que todo aparelho em sua casa usa) é a corrente alternada. Você vai precisar de um inversor, um aparelho que converte a DC (corrente direta) para a CA (corrente alternada). A maioria dos grandes inversores também permitirão que controle automaticamente como seu sistema funciona. Alguns módulos PV, chamados de módulos CA, na verdade, já têm um inversor embutido em cada um, eliminando a necessidade de uma grande central inversora e simplificando os problemas de instalação elétrica.

                                
                      Esquema geral de um sistema FV residencial com armazenamento de bateria
Adicione ao “hardware” de montagem instalação elétrica, caixas de junção, equipamento de aterramento, proteção de sobrecarga, dispositivos de segurança para desconectar sistemas usando CC e CA e outros acessórios, assim, você terá seu sistema. As normas elétricas devem ser seguidas, e é altamente recomendado que a instalação seja feita por um eletricista licenciado e que tenha experiência com sistemas FV. Uma vez instalado, o sistema FV requer pouca manutenção (especialmente se nenhuma bateria for usada) e fornecerá eletricidade limpa e clara por 20 anos ou mais.

Se os fotovoltaicos são uma fonte tão boa de energia grátis, então, por que o mundo todo não usa energia solar? Algumas pessoas têm um conceito errado da energia solar. Enquanto a energia da luz solar é grátis, a eletricidade gerada pelos sistemas FV não é. Como você pode perceber, para se ter um sistema doméstico FV, muito equipamento é necessário. Atualmente, um sistema FV instalado vai custar em torno de US$9 por Watt. Para dar uma idéia de quanto custa um sistema doméstico, vamos considerar a Casa Solar (em inglês) - uma residência modelo em Raleigh, Carolina do Norte, com um sistema PV montado pelo Centro Solar local para demonstrar a tecnologia. É uma casa razoavelmente pequena e estima-se que seu sistema PV de 3,6 kW cobre cerca da metade da eletricidade necessária total (este sistema não usa baterias, é conectado à rede). Ainda assim, a 9 dólares por Watt, este sistema instalado custaria cerca de 32 mil dólares.
Esta é a razão pela qual o FV é geralmente usado em áreas remotas, longe das fontes convencionais de eletricidade. Hoje, ele não pode competir com os serviços públicos. De qualquer modo, os custos estão reduzindo à medida que a pesquisa está sendo feita. Os pesquisadores estão confiantes que o FV um dia terá um custo eficaz nas áreas urbanas bem como em áreas remotas. Parte do problema é que a fabricação precisa ser feita em larga escala para reduzir os custos o máximo possível. Entretanto, o tipo de demanda para o FV não existirá até que os preços caiam a níveis competitivos. É uma situação sem saída. Mesmo assim, a demanda e a eficiência do módulo estão constantemente aumentando, os preços caindo, e o mundo está se conscientizando cada vez mais dos problemas ambientais associados às fontes convencionais de energia, fazendo dos fotovoltaicos uma tecnologia com um futuro brilhante.
Fonte: http://ambiente.hsw.uol.com.br/celulas-solares2.htm

Plástico biodegradável é feito de milho


Professor do MIT abre fábrica de bioplástico – material que é degradado na natureza e pode ser produzido a partir do milho.

De acordo com Anthony Sinksey, do Massachusetts Institute of Technology, mais de 113 milhões de toneladas de plástico são produzidos no mundo por ano. O problema não está somente na fabricação, mas na poluição gerada com o descarte do material
Muito do plástico produzido vai parar nos oceanos, onde ele nunca se decompõe: só é quebrado em minúsculas partículas.

Como resultado de um trabalho de mais de 25 anos, no mês que vem o professor Sinksey e seu antigo aluno Oliver Peoples irão abrir a fábrica Metabolix, que usa tecnologia patenteada do MIT para fazer plástico de milho. A fábrica pretende produzir anualmente 50 mil toneladas de bioplástico, que será degradado no solo ou oceano.
Isso é apenas 1% do que somente os Estados Unidos produzem, mas espera-se que a indústria tenha potencial de crescimento. Segundo os cientistas, o mercado global de polímeros biodegradáveis gira em torno de 259 mil toneladas por ano, e deve dobrar até 2012.
O projeto teve início quando Peoples começou a seqüenciar o gene da bactéria R. eutropha no laboratório de Sinskey. Esse gene codifica uma enzima que permite à bactéria produzir polihidroxialcanoato (PHA) — uma forma natural de poliéster. Ela precisa apenas de luz do sol, água e uma fonte de carbono para sintetizar o material que utiliza para armazenar carbono e energia.
A ideia, a partir dessa descoberta, era aumentar a capacidade de produção da bactéria para que ela pudesse ser usada para fins comerciais. Em 1994 eles fundaram a Metabolix e utilizam desde então as patentes do gene sintetizador de PHA, tentando viabilizar a produção em larga escala.
No processo de engenharia metabólica desenvolvido por eles, diferentes genes de diferentes bactérias são incorporados na espécie E. coli, criando uma raça que produz PHA em níveis muito maiores que em bactérias naturais.
A nova fábrica em Clinton, Iowa, usa milho como ponto de partida para as bactérias, mas ela também pode funcionar com outros materiais, como celulose, óleo vegetal e cana de açúcar.
O uso de materiais agrícolas ajuda a reduzir a quantidade de petróleo utilizada para fazer plásticos tradicionais. Atualmente, segundo os pesquisadores, são necessários dois milhões de barris de petróleo por dia para fabricar plásticos.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plastico-biodegradavel-e-feito-de-milho-17112009-13.shl?2

21 de nov de 2009

Dicas Eco-Friendly

Dica 1:

Foi lançado em junho e chegou ao Brasil através da operadora TIM, o Samsung E1107 Solar.

O aparelho tem bateria com carregamento solar, que possui autonomia para até 10 minutos de conversa com uma hora de carga solar, rádio FM, viva-voz e alerta vibratório.

Dica 2:

Uma das formas de pensar sustentavelmente é buscar informações sobre a quantidade de energia consumida em casa.

Como conseguir essa informação? Passe a usar a calculadora criada por Furnas Centrais Elétricas que está disponível em www.furnas.com.br/simulador_consumo.asp. Com ela você pode saber quanto gasta com cada aparelho em casa e controlar o seu consumo.

Dica 3:

Como muitos já sabem, 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas por ano no planeta e o destino costuma ser um aterro sanitário. Pensando nisso, organizações como a Fundação Pensamento Digital e o Comitê para Democratização da Informática (CDI) oferecem a opção do descarte consciente, assim os computadores e seus acessórios podem ter como destino a reciclagem. Para isso existem postos de coleta que podem ser localizados acessando http://www.pensamentodigital.org.br/  e http://www.cdi.org.br/

15 de nov de 2009

TIJOLOS ECOLÓGICOS LAPIN


Residência construída cm tijolo ecológico

01. Porquê os Tijolos LAPIN são chamados de Ecológicos?
Porque não passam pelo processo de queima, como acontece com os tijolos convencionais, evitando assim a derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível.

02. Os Tijolos Ecológicos LAPIN são também conhecidos como Tijolos Modulares. O que é isso?
Nos Tijolos Modulares o princípio de montagem é feito por módulos, possuindo medidas e formatos padrões, permitindo assim a precisão na aplicação e distribuição dos mesmos.

03. Porquê é mais barato construir com os Tijolos Ecológicos LAPIN, mesmo eles sendo mais caros que os tijolos convencionais?
A aplicação dos Tijolos LAPIN consorciada com outros técnicas construtivas (como o radier israelense, por exemplo) irá requerer uma estrutura mais otimizada para a descarga dos pesos de obra, reduzindo assim o custo de fundações para que possa ser realizada a montagem. Além disso, dada a uniformidade dos tijolos, os mesmos não irão requerer coberturas como emboço, reboco, chapisco etc., reduzindo o custo de acabamento da alvenaria. O tempo de edificação neste sistema também é muito reduzido, representado assim uma significativa redução de custos em mão de obra.

04. Porquê utilizando-se os Tijolos Ecológicos LAPIN alcança-se até 50% de economia na fase estrutural da obra?
Pela redução no custos de mão de obra nesta fase e pela eliminação de elementos estruturais tais como sapatas, baldrames, colunas, vigas e cintas em concretos armado.

05. Porquê construindo com os Tijolos Ecológicos LAPIN a casa dos seus sonhos pode ficar pronta em 45 dias, dependendo do seu projeto em 15 dias?
Devido principalmente à redução de tempo dispendida na fase estrutural e à velocidade de montagem dos tijolos (por serem encaixados). Além disso, a nossa técnica construtiva não requer massa de assentamento e garante a qualidade das fachadas externas pós-montagem, eliminando quase totalmente a perda de tempo de retrabalho e correções. Outro fator importante é que as instalações serão realizadas dentro dos furos já existentes nos tijolos fazendo com que já durante a montagem todas as instalações elétricas e hidráulicas sejam feitas simultaneamente.


Residência construída com tijolo ecológico

06. Porquê a qualidade dos Tijolos Ecológicos LAPIN destaca-se em relação à qualidade apresentada pelos concorrentes existentes no mercado?
Porquê a LAPIN mantém rigoroso controle de matéria prima, do processo de fabricação e da qualidade do produto final, atestada através de ensaios realizados no Instituto de Cerâmica Vermelha de 3 Rios (FIRJAN).

07. É necessário mão de obra especializada para construir com os Tijolos Ecológicos LAPIN?
Não. Contudo, são necessários conhecimentos básicos de construção. Durante a montagem, o montador deverá ter em mente a idéia de que cada tijolo aplicado será parte do acabamento total da alvenaria, fazendo-se necessária a limpeza e a organização de obra.

08. Existem restrições em relação ao tipo de solo para construir utilizando-se os Tijolos Ecológicos LAPIN?
Sim, mas são as mesmas restrições impostas à qualquer outra técnica construtiva. O excesso de umidade (alagados, charques , etc.) torna-se prejudicial à qualquer tipo de alvenaria. Recomendamos uma sondagem do solo e avaliação por técnico responsável para início da edificação.

09. Até quantos pavimentos pode-se construir utilizando-se os Tijolos Ecológicos LAPIN?
Sim, mas são as mesmas restrições impostas à qualquer outra técnica construtiva. O excesso de umidade (alagados, charques , etc.) torna-se prejudicial à qualquer tipo de alvenaria. Recomendamos uma sondagem do solo e avaliação por técnico responsável para início da edificação.

10. Quais são as formas e recursos que a LAPIN disponibiliza para assessorá-lo ao construir sua casa utilizando os Tijolos Ecológicos LAPIN?
A LAPIN oferece Orientação Técnica, Ensaios e Resultados Laboratoriais, Cartas contendo procedimentos e Manuais de Montagem, Palestras de Apresentação e, caso seja necessário, visita técnica no local da obra.






Embaixadores do clima em ação


Na semana passada, estudantes do ensino médio tiraram uma foto aérea da campanha 350 no gramado do senado brasileiro em Brasília para passar a mensagem da campanha – divulgado pela coordenadora do 350 no Brasil, Paula Collet.

Os adolescentes eleitos pelo British Council como embaixadores do clima, projeto que leva informação e ações de sustentabilidade para escolas públicas e privadas no Brasil, João Pedro Barbosa e Sofia Martins Carvalho, organizaram um grande 350 na frente do Congresso Nacional. Eles mobilizaram 200 estudantes para fazer parte desta ação, todos estavam muito animados e até pintaram a face com 350.
A mídia apareceu para cobrir o evento, apesar de não ter sido muito divulgado, os jovens fizeram questão de conversar com todos da imprensa sobre a importancia da mobilização dos jovens para assegurar seus próprios futuros.
O senador Sarney Filho, que representa há muito tempo o time que luta pelo meio ambiente, saiu do congresso e foi receber os estudantes, assinou a petição da campanha e ressaltou a importância da mobilização dos jovens.

Depois nesta semana no dia 3 de Novembro, João Pedro e seu grupo foram esperar na frente do local, onde o governo brasileiro estava reunido para discutir sua posição na COP15, encontro que definirá o futuro do Planeta. Quando a reunião acabou, João entregou ao ministro do meio ambiente, Carlos Minc, uma carta para o presidente Lula pedindo para que ele seja um líder e luta por um futuro seguro contra as mudanças climáticas e pelo 350ppm.

Mais informações acesse: www.350.org/pt

3 de nov de 2009

Uso sustentável de energia


Os prejuízos ambientais provocados por ações humanas tornaram-se uma das principais preocupações da sociedade atual. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância desse tema, a Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS) lançou, em setembro último, o projeto denominado Uso Sustentável de Energia (USE), que envolverá campanha de conscientização, capacitação de técnicos-administrativos e professores de todas as unidades acadêmicas, elaboração do Manual de economia de energia e de uma página virtual. A iniciativa inclui também uma série de projetos, como o do telhado verde, em que as tradicionais telhas para cobrir casas e edificações são substituídas por uma camada de vegetação.

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro da USE Márcio D’Avila adverte que determinar qual o melhor modelo de telhado a ser usado exige a análise de vários aspectos. “Estamos pesquisando diversas espécies de plantas”, conta. “É importante que elas resistam bem aos períodos de estiagem. As flores também são interessantes para atrair a fauna, como os insetos polinizadores (que aumentam a capacidade das plantas de se reproduzir com mais eficiência)”, diz, lembrando que o substrato (composição da terra), o nível de retenção da água da chuva e o peso que cada estrutura arquitetônica precisa suportar são outros itens a serem considerados.
Da telha para o telhado verde
Para mostrar quais os benefícios de substituir a telha comum pelo telhado verde, a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco.
Segundo D’Avila, com o telhado verde, a temperatura interna da casa permaneceu mais constante. “A cobertura vegetal evita, por exemplo, o surgimento de ilhas de calor nos centros urbanos. Em dias quentes, geralmente evitamos permanecer em locais onde a superfície é composta por materiais que retêm o calor gerado pelos raios solares, como o asfalto, o concreto, entre outros. Já o telhado verde diminui essa retenção de calor”, compara.
Redução dos gastos de energia
Um dos objetivos do USE é reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Para isso, o comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo em todos os prédios. O diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
A pesquisa, iniciada em novembro do ano passado, envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas. A previsão do comitê é que, nos próximos seis meses, as primeiras experiências com o telhado verde sejam estendidas a todos os prédios do campus.
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/155517

29 de out de 2009

Casa mais sustentável


Por Marcos Lima
QUAL A MELHOR LÂMPADA?
Elas foram vedetes na época do apagão. Com a promessa de economizar até 80% de energia, as lâmpadas fluorescentes tomaram o lugar de milhares de incandescentes. Hoje, especialistas ponderam que a substituição precisa de critérios. "Ao acender, a fluorescente consome quase 50% mais do que gasta para se manter ligada", explica Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação).
Por isso, em locais de uso intermitente, sua vida útil diminui e ela pode perder a vantagem econômica. "A incandescente, nessas condições, é mais adequada. Use um sensor de presença ou um dimmer a fim de reduzir o consumo", ensina o designer Guinter Parschalk, especialista em iluminação. "Em ambientes que pedem aconchego, a incandescente ainda é insubstituível", avalia o designer Fernando Prado. Na comparação, esse tipo de lâmpada leva vantagem em outros dois pontos: é produzida no Brasil (diferentemente dos bulbos compactos, importados basicamente da China) e tem reciclagem bem mais simples.

DESCARTE RESPONSÁVEL
Cerca de 6 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas anualmente no Brasil. A reciclagem, porém, não chega a 4% desse total. "É um problema ambiental em função da presença do mercúrio, que vai para o solo e os lençóis freáticos", alerta Carlos Pachelli, da Tramppo, tel. (11) 3039-8382, São Paulo, empresa que recicla o material. Em São Paulo, as lojas Dominici e La Lampe passaram a coletar o resíduo dos clientes. Outras recicladoras:
• Bulbox, tel. (41) 3357-0778, Curitiba.
• Brasil Recicle, tel. (47) 3333-5055, Indaial, SC.
• Recitec, tel. (31) 3213-0898, Belo Horizonte.
A PROMESSA DOS LEDS

Aposta da indústria, os diodos emissores de luz (leds) colecionam qualidades como baixo consumo energético, flexibilidade nos projetos de iluminação e pouco impacto ambiental. "Ainda é algo novo, com preços altos. Mas o desenvolvimento de novas tecnologias tende a reduzir o custo", avalia o designer Fernando Prado. Em geral, a vida útil dessas lâmpadas é longa: chega a 50 mil horas. "Por isso, elas são recomendadas para áreas de difícil acesso, como piscinas, sancas e jardins", diz Guilherme Sartori, gerente de produtos da Osram. "E o ciclo de vida é mais sustentável, já que não há a contaminação no descarte e o alumínio ou aço da estrutura pode ser reciclado", diz Guinter Parschalk.
MANIFESTO POLÊMICO

Banidas por lei na Inglaterra e na Austrália, as incandescentes agora estão na mira do novo guia de iluminação da União Europeia. A partir deste mês, ficam proibidos os bulbos brancos e, em setembro de 2010, 0os transparentes completarão a extinção dessas lâmpadas. O renomado designer de iluminação Ingo Maurer, contrário à nova regra, lançou o manifesto Euro Condom: uma fina cobertura de silicone, resistente ao calor, que transforma o bulbo transparente em branco. O lema da campanha? "Proteja-se de leis estúpidas."
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/casa-mais-sustentavel-503422.shtml

Telhado Verde em Módulos


Telhado verde em módulos
Idéia eficaz para trazer mais verde ao meio urbano, a cobertura gramada também atua como um bom isolante térmico e acústico
Idéia eficaz para trazer mais verde ao meio urbano, a cobertura gramada também atua como um bom isolante térmico e acústico. “Neste projeto, uma lâmina de água reaproveitada de 4 cm, situada abaixo da grama, ajuda a manter a temperatura interna ainda mais amena.
Trata-se de uma solução ideal para locais quentes e com longos períodos de estiagem, já que garante a rega do jardim”, explica a arquiteta gaúcha Patrícia Popp, que utilizou módulos fornecidos pela empresa Ecotelhado. A grama-esmeralda, que auxilia a filtragem da água no sistema de reúso, tem raízes curtas para não danificar os componentes do conjunto (abaixo).

O custo desse tipo de telhado (cerca de 50% maior em relação ao de telhas comuns) se paga, segundo a arquiteta. “Ele dispensa climatização interna e tratamento acústico, além de economizar água”, aponta.

REUSO DE ÁGUA
A água dos chuveiros e das pias é filtrada num reservatório e então bombeada até o telhado para a rega da grama, responsável por uma nova filtragem. Então, escoa para o sistema laminar, que a redireciona para as descargas.

SISTEMA LAMINAR
Os módulos (1) são posicionados sobre a laje impermeabilizada com os sulcos para baixo. Eles são cobertos com uma manta que os separa das raízes, sobre a qual se dispõe uma camada de substrato fibroso (2) onde será plantada a grama. Porosos, os módulos são feitos de um material rígido que retém a umidade e os nutrientes e permite a passagem da água. Regulada por um ladrão (3), a lâmina de água mantém-se em 4 cm. Para facilitar a manutenção, que deve ocorrer duas vezes ao ano, o ralo sifonado fica dentro de uma caixa de inspeção (4). O sistema tem, no total, 16 cm de espessura e pesa em torno de 120 kg/m2.
Fonte: Por Daniela Lapetina http://casa.abril.com.br/
Revista Arquiteura e Construção - 09/2008

Uma casa ecológica, de fato


A casa construída pelos biólogos Edna e Luiz Toledo, em Barra Mansa, Rio de Janeiro, é uma real demonstração de excelência na reciclagem e reutilização de materiais. Com três andares, a construção foi feita com 90% de materiais que poderiam ser considerados lixo, por muita gente.

“Lixo? Aqui nada é lixo”, diz Edna à reportagem da Terramérica, assinada por Fabiana Frayssinet. E ela fala com conhecimento de causa. Afinal, a casa foi construída quase que inteiramente com entulho de demolições, garrafas, vidro quebrado, embalagens plásticas, papeis, papelões, embalagens de leite, tampinhas e latas, material que muita gente descarta e que acaba indo parar nos lixões e aterros. Por uma questão de segurança, apenas as vigas e pilares foram erguidos com material de construção tradicional.
Além disso, no dia-a-dia do casal, o aproveitamento dos resíduos é uma constante. Cascas de frutas servem para o preparo de alimentos. Restos de comida vão para a compostagem na “decomposteira”, um recipiente de cerâmica, criado por Luiz. É de lá que sai o adubo para a horta de orgânicos que o casal mantém.
Na ponta do lápis, verifica-se que o custo da construção é 70% mais baixo do que seria, caso fossem utilizadas técnicas convencionais. Nesta onda, Edna e Luiz já estão dando andamento a um novo projeto. Trata-se do Condomínio Rural Ecológico Integrado Autossustentável, onde 20 casas e uma área de lazer já foram construídas com material reutilizado e todo um sistema de reaproveitamento dos resíduos deve funcionar.
Porém, o casal já avisa. Somente serão aceitas no condomínio as pessoas que compartilharem da mesma filosofia que não permite que nada seja visto como lixo.
Fonte: Revista Digital Envolverde http://envolverde.ig.com.br/

Como cultivar lilás?


O lilás é um arbusto muito utilizado em vários tipos de jardim pela beleza e rusticidade das suas flores. Seu nome científico, Syringa vulgaris, tem origem no grego “syrinx”, que significa “flauta”, já que os caules ocos dessa planta são utilizados para fabricar o instrumento. Dê cor e perfume ao seu jardim cultivando lilás.
Passos

1  Você pode cultivar lilás em vasos ou para formar maciços, cercas-vivas e alpendres.

2 Prepare o substrato onde você plantará o lilás revolvendo-o profundamente. O solo deve ser neutro. Não pode ser muito fértil para que o nível de acidez não aumente.

3 Mantenha o terreno úmido, regando duas ou três vezes por semana, de acordo com o microclima do seu jardim.

4 Depois que o lilás enraizar, a planta florescerá com a chegada dos dias quentes. Nesse momento é oportuno realizar uma poda de limpeza na folhagem mais perto do chão.

5 Com um borrifador, molhe os ramos com uma mistura de água e sabão branco dissolvido para evitar o ataque dos tatuzinhos de jardim, a principal praga que ataca esta planta.

6 A partir do primeiro ano você pode reproduzir o seu lilás usando uma das seguintes técnicas assexuadas: enxerto (utilizando o Ligustrum ovalifolium como porta-enxerto), mergulhia ou alporquia, estaquia ou divisão de touceiras.
Importante
•O lilás é muito fácil de cultivar porque se adapta a qualquer condição climática e a todos os tipos de solo.
•Se você quiser garantir uma grande floração, deixe a planta exposta a baixas temperaturas durante o inverno.
*Via BemSimples.

Alimentos Orgânicos, veja por que são tão interessantes


Veja por que dar preferência por alimentos orgânicos:

•O produto orgânico evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Protege a qualidade da água, a fertilidade do solo, a vida silvestre e é mais nutritivo.
•Incluir produtos orgânicos nas compras incentiva a produção e no longo prazo, torna-os mais baratos.
•Para esclarecer, o alimento hidropônico (produzido na água) não é orgânico pois utiliza adubos químicos solúveis.
•O selo de certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos orgânicos isentos de qualquer resíduo tóxico.
•O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais, além de respeitar os direitos de seus trabalhadores.

Indicações para a primavera:
•Acerola
•Caju
•Jabuticaba
•Mamão
•Banana prata
•Manga
•Nectarina
•Morango
•Beterraba
•Alcachofra
•Espinafre
•Chicória.

Certificação
•Hoje, há várias instituições que dão certificados de garantia a produtos orgânicos: algumas das mais importantes são o IBD, a EcoCert e a AAOCert que só concedem o selo de qualidade a quem estiver em dia com uma agenda social (que inclui o combate ao trabalho infantil e cuidados com a saúde e a moradia dos agricultores) e ecológica!

Evento
•Nome: Feiras BioFach América Latina e ExpoSustentat
•Dias: 28 a 30 de outubro
•Horário: 13 às 21hs
•Local: Transamerica Expo Center
•Objetivo: reunir na mesma data e no mesmo local duas tendências do século XXI – Saúde e Sustentabilidade.
Este é o primeiro post de Iris, uma das novas colaboradoras do blog eco4planet. Iris é, segundo ela própria, “bióloga e professora. Realizou trabalho voluntário com plantas medicinais e horta, além de pesquisa sobre aves, interessada em ecologia e alimentação saudável”. Seja bem-vinda!
Fontes: Natureba, Planeta Orgânico, Viva com Orgânicos e Vida Simples. Imagem via boock

18 de out de 2009

EUA criam célula solar de silicone flexível

CHICAGO - Pesquisadores norte-americanos descobriram um jeito de fabricar células solares de silicone flexíveis o bastante para cobrirem a superfície de um lápis e transparentes o suficiente para tingir janelas de construções ou carros.

A descoberta, publicada no domingo (05/10) pelo jornal Nature Materials, propõe uma nova forma de processar silicone convencional, fatiando as bolachas em pedaços ultra finos e cuidadosamente os transferindo para uma superfície flexível.
“Podemos cortar fatias finas o bastante para colocá-las em plástico e construir sistemas de rolamento. Elas podem ficar cinzas como um negativo e ser aplicadas em vidro”, explicou John Rogers, responsável pela pesquisa e professor da Universidade de Illinois.

A demanda por células solares, que convertem energia solar em eletricidade, está crescendo por causa dos altos preços do combustível e das preocupações com mudanças climáticas.

Fonte: http://info.abril.com.br/

Plugados na natureza

SÃO PAULO – Na busca por energia limpa e economia de eletricidade, a força do sol, do vento e até do braço estão ligando os aparelhos. Lá fora, já existem até fabricantes especializados em gadgets verdes, como a inglesa Freeplay e a americana Kinesis. Confira algumas das novidades que ainda não deram as caras no Brasil.

Lâmpada LED afogada


Você já substituiu as lâmpadas incandescentes gastonas da sua casa pelos econômicos modelos de LED? Então talvez a troca já possa ser feita por uma lâmpada de LED com refrigeração líquida, como a HydraLux-4, da Eternaleds. Como toda LED, ela prima pela eficiência energética. O modelo consome 4 watts e ilumina como uma lâmpada incandescente de 25 watts. O líquido no interior do bulbo mantém a lâmpada fria, mas a sua maior vantagem é permitir que a luminosidade se espalhe em 360 graus, tal qual uma lâmpada comum. A HydraLux-4 custa 34,99 dólares e, segundo o fabricante, tem vida útil de 35 mil horas.

Carregador cata-vento


Com o carregador 5 em 1 K3, da Kinesis, não há tempo ruim para os donos de celulares, MP3 players, máquinas fotográficas e receptores. O acessório de 99,95 dólares é capaz de alimentar os gadgets obtendo energia da tomada, da porta USB de computadores, do acendedor de cigarros do carro, da luz do sol ou da força do vento. O fabricante afirma que, com uma hora de sol e vento, o K3 acumula carga para meia hora de conversa pelo celular ou 300 horas de música rolando no MP3 player. Em seu nível máximo de carga, a bateria interna de íons de lítio de 4 000 mAh do K3 seria suficiente para recarregar um celular até cinco vezes. E ele funciona até embaixo de temporal, pois é à prova d’água.

 Energia no Braço


Nem se a bateria interna do rádio AM/FM com painel solar e lanterna de LED EyeMax, da Freeplay, pedir arrego no meio da noite o dono do equipamento ficará sem música ou perdidão no escuro. Ele só vai precisar fazer uma forcinha para girar a manivela. Cada minuto girando se transforma em energia para uma hora de música, diz o fabricante. Assim, o exercício extra não vai matar ninguém até o sol voltar a brilhar para carregar totalmente a bateria de Ni-MH (níquel metal hidreto) do EyeMax, capaz de oferecer uma autonomia de 25 horas de música. O rádio lanterna custa 49,99 dólares.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plugados-na-natureza-05102009-15.shl

Telhado muda de cor e economiza energia


                                             Telhado muda de cor e economiza energia
SÃO PAULO – Alunos do MIT desenvolvem telhas que ficam pretas ou brancas dependendo da temperatura ambiente.

Quem já parou o carro na rua em dia de Sol forte sabe bem que as superfícies pretas absorvem calor de forma muito eficiente. Por outro lado, superfícies brancas refletem a luz e esquentam menos.
Nesse contexto, um telhado escuro pode ajudar uma casa permanecer quente no inverno, diminuindo gastos com o aquecimento. No entanto, no verão, é definitivamente uma péssima idéia ter telhas pretas, já que faria o ar condicionado funcionaria a todo vapor. Para estações mais quentes, uma cobertura clara seria bem mais recomendável.
Pensando nisso, os estudantes do Massachusetts Institute of Technoly criaram a Thermeleon, telha capaz de mudar de cor para aproveitar melhor o calor e economizar energia.
O material, como o próprio nome diz, reage à temperatura, se tornando branco quando está quente e preto quando está frio e é necessário absorver o calor – daí ele ter sido batizado em homenagem ao camaleão.
As medidas de laboratório mostram que, no estado branco, as telhas refletem 80% da luz do sol que infringe sobre elas. Escuras, refletem apenas 30%. Isso significa que, no verão, elas poderiam salvar até 20% dos gastos atuais com ar condicionado.
As telhas são feitas com um polímero comum comercial em uma solução de água. Essa solução está encapsulada entre camadas de vidro e plástico e com uma camada escura atrás.
Quando a temperatura está abaixo de um certo nível (que pode ser escolhido pela variação da fórmula) o polímero permanece dissolvido, e o fundo escuro aparece. Quando a temperatura sobe, o polímero se condensa e forma pequenas gotas, que refletem a luz e produzem uma superfície branca.
Ainda sem planos de comercialização, a telha do MIT deve sofrer algumas alterações em uma nova versão e seguir para uma bateria de testes de durabilidade.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/telhado-muda-de-cor-e-economiza-energia-09102009-10.shl

11 de out de 2009

Como substituir as lâmpadas de 100 watts para economizar?


Diante da iminente retirada das lâmpadas incandescentes de 100 watts do mercado, conheça as equivalências com outras tecnologias para fazer uma substituição gradual na sua casa. Você contribuirá com o meio ambiente reduzindo o consumo de energia e depois economizará muito nas contas de luz.
Passos
1

Você pode adotar as lâmpadas fluorescentes compactas (também conhecidas como lâmpadas de baixo consumo) de 25 watts, que equivalem a uma de 100 watts incandescente. Elas custam mais, porém garantem uma economia de 65% a 80% de energia.
2
Se você substituir as lâmpadas incandescentes de 100 watts por lâmpadas halógenas, reduzirá o consumo de luz de 25% a 45%.
3
Outra possibilidade é adquirir quatro lâmpadas dicroicas compostas por 21 leds de alta luminescência (no total vão equivaler a uma lâmpada de 100 watts). Elas também são mais caras, mas não emitem calor e cada uma tem 30 mil horas de vida útil.
4
Se você usar lâmpadas de baixo consumo onde as luzes ficam acessas durante quatro horas por dia evitará gastar 30% de eletricidade.
5
As lâmpadas fluorescentes compactas são indicadas para cozinhas, quartos e salas.
Importante
•A medida que proíbe a fabricação e a importação de lâmpadas incandescentes já entrou em vigor na União Europeia, em Cuba e nos Estados Unidos. Em breve deve ser adotada no Brasil e na Argentina.
•Até o fim de 2012, todas as lâmpadas incandescentes serão retiradas do mercado dos países da União Europeia.
*Fonte: http://www.bemsimples.com/

7 de out de 2009

GEOBIOLOGIA

Toda construção é um ser vivo, composto de uma anatomia e de uma fisiologia particulares que conferem, em sua conjunção, características saudáveis ou não ao ambiente. Características estas que são passadas a seus usuários e moradores interferindo diretamente em sua qualidade de vida.

A noção de que os espaços interagem com as pessoas e de que esta interação pode ser saudável ou insalubre é o fundamento da Biologia da Construção, também conhecida por Geobiologia. Assim, ela pode ser definida como o estudo do impacto das construções sobre a saúde humana e a aplicação desse conhecimento para a construção ou modificação de lares e locais de trabalho.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) concebe o termo Habitação Saudável partindo do pressuposto de que a habitação atua como um agente da saúde de seus moradores. De outro lado, descreve a Síndrome do Edifício Enfermo como a condição médica em que indivíduos adoecem sem razão aparente ao habitar ou trabalhar em um dado edifício e que os sintomas se agravam com o aumento da permanência no mesmo. A OMS considera, ainda, que esta condição leva a uma severa diminuição da capacidade de trabalho e perda de produtividade.
A Biologia da Construção busca, assim, gerar a Casa Saudável, mantendo sempre seu enfoque positivo, ou seja, tratando as casas como fonte de saúde e não de doenças.
Seja comercial ou residencial, a habitação torna-se, naturalmente, um espelho de nosso modo de viver, de nossa personalidade e de nossa alma. Até certo ponto, o contrário também pode acontecer. Podemos nos tornar reflexos dos lugares que frequentamos, já que somos alterados por eles caso a permanecia seja duradoura.
Em primeiro lugar, desejamos que uma casa, ou um escritório, nos proteja das intempéries e das agressões naturais, e, em segundo lugar, que tenha um mínimo de conforto. Além disso, o design, as cores, os móveis e todos os demais detalhes serão a expressão do nosso modo de viver dentro e fora de "quatro paredes".
A busca por habitações saudáveis, que nos tragam qualidade de vida e que sejam harmoniosas com o meio ambiente vem como uma resposta de seres humanos mais sensíveis à rápida e abrupta mudança que nossa espécie tem causado a si própria e ao planeta.
O ser humano, ao entender que o seu modo de vida atual é incompatível com a manutenção da vida, tem que buscar, conscientemente, entender como a vida se processa para resgatar o equilíbrio - antes natural e quase inconsciente - que ele perdeu após a Revolução Industrial.
A observação dos desastres ecológicos e sua repercussão em nossa vida, bem como os desequilíbrios causados à nossa saúde por maus hábitos, nos fizeram buscar algo que chamamos de qualidade de vida, ou seja, viver com saúde, com alegria e felicidade sem machucar ou causar dano ao próximo e à natureza.
A extrapolação destes conceitos à casa ou escritório, procurando fazer com que estes reflitam essa preocupação pessoal, humanitária e ambiental é o que faz a ciência da Geobiologia ganhar cada vez mais força no mundo todo, juntamente com outros movimentos que buscam incentivar conceitos como qualidade de vida, sustentabilidade, vida saudável, ecologia, dentre outros.
Assim, passamos a ver nossa habitação como uma terceira pele, das cinco que temos. Nossa primeira pele é a orgânica, que cobre nosso corpo, a segunda são as nossas vestimentas, que devem ser tão seletivamente permeáveis quanto a primeira. A terceira pele a nossa casa, a quarta nossa cidade, vila, lugarejo, ou casa no campo, e a quinta e mais abrangente a nossa Terra, casa onde todos habitam. Todas estas cinco peles, ou organismos devem trabalhar em conjunto e são partes de um único organismo.
Os principais fatores estudados pela geobiologia, no sentido de trazer saúde aos espaços e conseqüentemente aos seus moradores são:
Qualidade Interna do Ar
Umidade
Temperatura
Som
Iluminação
Radioatividade
Magnetismo natural
Eletromagnetismo
Proporções harmonicas
Ergonomia
Materiais de construção
Perturbações geológicas

Raízes históricas:
A Geobiologia foi concebida com este nome a partir do século XX, mas é considerada uma ciência ponte entre um legado de conhecimentos antigos e as formas modernas de se observar o mundo, tendo sempre em consideração a relação entre a habitação e a saúde.
Hipócrates, em sua obra "Sobre os Ares, Águas e Lugares", falava da influência da localização geográfica e dos elementos físicos/ambientais como clima, disponibilidade, qualidade e facilidade de acesso à água, presença de vegetação, ventos, sobre a saúde e estereótipo dos habitantes de cada lugar.
Podemos observar que na cultura chinesa antiga, o mesmo indivíduo que praticava a medicina conhecida por Medicina Tradicional Chinesa, tendo a Acupuntura como a sua maior expressão, também praticava o que hoje se chama Feng-Shui, que na época era considerada a extensão do conceito de saúde para a habitação.
A mesma dinâmica era encontrada na Índia, onde a Vaastu Shastra, uma ciência de equilíbrio dos espaços, e a Ayurveda, a medicina Indiana, eram praticadas pela mesma pessoa.
No Egito Antigo, a figura dos arquitetos e sacerdotes dos templos atuavam também na profissão de médicos, como nos indicam várias inscrições antigas.
Nas Américas, podemos ver a figura do comumente chamado Pagé, ou Xamã, como sendo também o consultor para a localização da aldeia e suas habitações.
Observamos, portanto, que o conceito de arquitetura e medicina sempre estiveram ligados à existência humana e que a busca por Casas Saudáveis nos acompanhará em nossa jornada rumo a um mundo e uma sociedade mais saudáveis e sustentáveis.
Por: Allan Lopes

Fonte: http://www.allanlopes.com.br/

6 de out de 2009

Dica: Como obter água potável na natureza?


O método Sodis (Processo Solar de Desinfecção) permite em poucos passos bem simples melhorar a qualidade microbiológica da água utilizando apenas uma garrafa de plástico e a radiação solar. Você pode aplicar este método em uma emergência, em um acampamento ou em uma caminhada, por exemplo. Transforme em potável a água de um rio ou lago em 7 passos.
Você precisa de

Garrafa de plástico transparente
Passos



1
Lave bem uma garrafa de plástico transparente para eliminar qualquer tipo de resíduo.





2

Encha a garrafa com água de rio ou lago e feche-a com a tampa.






3

A água não deve ser muito turva. Se você puder ler um texto através da garrafa com água isso indica que ela poderá ser bebida depois de passar por este processo.



4

Coloque a garrafa na horizontal em um lugar que receba luz solar direta.






5

Se você tiver à mão uma chapa de zinco, como um teto, encaixe a garrafa em uma das canaletas. O metal aumentará a temperatura da garrafa.





6

Deixe a garrafa exposta à radiação solar durante pelo menos seis horas. Se você a colocar sobre um metal e ela alcançar uma temperatura superior a 50º C, o processo será três vezes mais rápido.


7 Passado o tempo de exposição você pode beber a água sem medo de contrair doenças.

Importante

•O método Sodis deve ser aplicado apenas a pequenas quantidades de água.
•Não utilize garrafas com mais de 2 litros.
*Fonte:BemSimples.