A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O CicloVivo já noticiou diversas pequenas casas, feitas com muito pouco dinheiro e até com materiais reciclados. Mas, a “La Petite Maison” tem uma história especial. A moradia começou a ser construída por uma garota norte-americana no auge de seus 12 anos de idade. Dois anos, algumas mudanças e muito esforço depois, a casa de madeira estava pronta.
A ideia surgiu para um projeto escolar, que foi tomando grandes proporções. Para construir uma casa é necessário ter habilidade com diversas ferramentas e boas noções de arquitetura. Não era esse o caso da estudante Sicily Kolbeck. Mas seu pai, Dane Kolbeck, entendia bastante do assunto e foi quem a ensinou os primeiros passos.
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Toda a construção custou apenas dez mil dólares. Em seu blog, Sicily explica como conseguiu guardar esse dinheiro. Segundo ela, a maior parte, sete mil dólares, foi obtida com uma troca de investimentos feita pela mãe. Como a garota não pagava mensalidade na escola, essa economia foi direcionada à construção. Ela também contou com outros US$ 1.660 obtidos por financiamento coletivo. Os US$ 700 restantes foram presente.
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A casinha tem 38 metros quadrados e começou a ser construída em 2012. No início do ano seguinte, o pai de Sicily faleceu em um acidente de carro. Isso não foi o suficiente para fazer a menina desistir do projeto. Pelo contrário, deu um incentivo ainda maior e a construção virou uma espécie de tributo.
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A “Le Petite Maison” possui praticamente tudo o que uma causa comum necessita. Uma pequena cozinha, equipada com fogão, forno, pia e armários; um banheiro, com banheira; uma pequena área comum e um quarto, localizado no topo da casa.
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Além de demonstrar que é possível construir uma residência com pouco dinheiro, a norte-americana exalta o fato de ter adquirido habilidades que levará por toda a vida, como o manuseio de ferramentas usadas na construção, e, principalmente, a valorização do espaço em que está vivendo. “Eu também queria mostrar que, quando me deram limões, eu não só fiz uma limonada. Eu fiz um bolo de limão. Eu comi e estava delicioso”, declarou a menina ao jornal Huffington Post.
Fonte: CicloVivo
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